O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Só há um objeto na mesa do mercado financeiro neste momento: uma enorme e reluzente ampulheta — e ela mostra que o tempo hábil para que os problemas fiscais do Brasil e dos Estados Unidos sejam resolvidos está acabando.
O presidente americano, Joe Biden, está pessoalmente envolvido com as negociações para a elevação do teto da dívida do país.
Hoje, ele irá se reunir com o presidente da Câmara dos Representantes, o republicano Kevin McCarthy, em uma tentativa de acelerar o processo. Embora um acordo seja esperado para as próximas horas, a incerteza prevalece.
Na impossibilidade de se costurar um acerto, a maior economia do mundo estará numa situação que pode trazer caos ao mercado financeiro — a máquina pública americana será paralisada e os títulos de dívidas sofrerão com uma dose extra de incerteza.
No Brasil, o arcabouço fiscal e a trajetória da inflação seguem em primeiro plano. Na parte da manhã, o Boletim Focus mostrou que o mercado anda revisando para baixo as suas projeções para a alta dos preços, mas o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, ainda vê os núcleos da inflação muito elevados.
A cautela fiscal ficou como pano de fundo, mas foi o noticiário referente às empresas quem acabou decidindo o rumo do dia por aqui.
Leia Também
Setorialmente, o dia foi negativo para as commodities e bancos brasileiros — empresas de peso que determinaram o destino do Ibovespa.
O principal índice da bolsa brasileira encerrou a sessão em queda de 0,48%, aos 110.213 pontos, próximo da mínima do pregão. O dólar à vista, no entanto, seguiu a tendência global frente às moedas emergentes e caiu 0,50%, a R$ 4,9707.
Apesar do saldo negativo, o Ibovespa passou boa parte do dia oscilando entre leves perdas e ganhos. Mesmo com a cautela levando a melhor, a Alpargatas ganhou mais de R$ 1 bilhão em valor de mercado, amparada pelo noticiário corporativo.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta segunda-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
MAIS PARTICIPAÇÃO
Controladores da Alpargatas (ALPA4) lançam OPA para adquirir até 32 milhões de papéis da empresa. A operação terá um preço de R$ 10,50 por ação e começa nesta terça-feira (23).
CÉU DE BRIGADEIRO
Azul dispara após analistas enxergarem melhora operacional da empresa — e veem espaço para os papéis AZUL4 mais que dobrarem de valor. A companhia aérea ainda tem um plano de emissão de 90 milhões de novas ações, mas tudo dependerá do preço entre 2024 e 2027.
REVISÃO PARA BAIXO
E agora, Campos Neto? A última justificativa do BC para manter a Selic nas alturas começa a ruir. A redução nas expectativas de inflação na edição mais recente do Boletim Focus reforça o argumento dos que defendem uma queda imediata da taxa de juros.
JÁ ESTÁ CHEGANDO
Receita abre consulta ao primeiro lote de restituições do IR 2023 na próxima quarta-feira (24). Serão pagos cerca de R$ 7,5 bilhões, maior valor já pago num único pacote de ressarcimento do IR da pessoa física.
CONVITE ESPECIAL
Liberamos o seu acesso ao nosso grupo para investidores no Telegram. Lá, você recebe todas as notícias mais importantes para seu bolso, além de análises de mercado e alertas com insights de investimentos. Clique aqui e participe de graça.
Conheça os números da Cimed e entenda tudo o que está por trás da estratégia agressiva de inovação da companhia e qual é o preço que ela está pagando pelo seu sucesso
Nesta semana, o humor com Smart Fit finalmente começou a melhorar, após a divulgação dos temidos resultados do 1T26. Ao contrário do que se pensava, a companhia mostrou forte expansão de margem bruta.
Com a chegada da gestora Patria no segmento de shopping centers, o fundo Patria Malls (PMLL11) ganhou nova roupagem e tem um bom dividend yield. Entenda por que esse FII é o mais recomendado do mês de maio
Entre previsões frustradas, petróleo volátil e incerteza global, investidores são forçados a conviver com dois cenários opostos ao mesmo tempo
Na seleção da Ação do Mês, análise mensal feita pelo Seu Dinheiro com 12 bancos e corretoras, os setores mais perenes e robustos aparecem com frequência
Veja como deve ficar o ciclo de corte de juros enquanto não há perspectiva de melhora no cenário internacional
O quadro que se desenha é de um ambiente mais complexo e menos previsível, em que o choque externo, via petróleo e tensões geopolíticas, se soma a fragilidades domésticas
Odontoprev divulga seu primeiro balanço após a reorganização e apresenta a BradSaúde em números ao mercado; confira o que esperar e o que mais move a bolsa de valores hoje
Fiagros demandam atenção, principalmente após início da guerra no Irã, e entre os FIIs de papel, preferência deve ser pelo crédito de menor risco
Na abertura do livro O Paladar Não Retrocede, Carlos Ferreirinha, o guru brasileiro do marketing de luxo, usa o automobilismo para explicar como alto padrão molda nossos hábitos. “Após dirigir um carro automático com ar-condicionado e direção hidráulica, ninguém sente falta da manivela para abrir a janela.” Da manivela, talvez não. Mas do torque de um supercarro, […]
Para ser rico, o segredo está em não depender de um salário. Por maior que ele seja, não traz segurança financeira. Veja os cálculos para chegar lá
Para isso, a primeira lição é saber que é preciso ter paciência pois, assim como acontece na vida real (ou deveria acontecer, pelo menos), ninguém começa a carreira como diretor
Entenda como a Natura rejuvenesceu seu negócio, quais os recados tanto do Copom quanto do Fed na decisão dos juros e o que mais afeta o seu bolso hoje
Corte já está precificado, mas guerra, petróleo e eleições podem mudar o rumo da política monetária
Entenda por que a definição da Selic e dos juros nos EUA de hoje é tão complicada, diante das incertezas com a guerra e a inflação
A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes
Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional
Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores
Governo federal corta apoio a premiação internacional e engrossa caldo do debate sobre validade do Guia Michelin
Mesmo sem saber se o valor recebido em precatórios pela Sanepar será ou não, há bons motivos para investir na ação, segundo o colunista Ruy Hungria