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O principal índice da bolsa brasileira caiu 0,17%, aos 106.279 pontos, longe de apagar os ganhos de 5,29% dos últimos cinco dias
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva só embarcou para a China na terça-feira (11), mas dá para dizer que a viagem foi essencial para o quadro que se pintou ao longo de toda a semana.
O país asiático esteve no centro das discussões pelos corredores do mercado — até mesmo quando não havia notícias.
Com as principais figuras do Legislativo e do Executivo na China, o Congresso ficou esvaziado e com pouco espaço para que novos ruídos surgissem, principalmente em torno do arcabouço fiscal. Ou seja: com Lula e cia fora do país, sobrou tempo para que o mercado local se debruçasse sobre outros temas.
Um deles foi a inflação abaixo do esperado para o mês de março. Na sequência, o retorno do alto escalão ao trabalho na semana que vem indica que a pauta será prioridade — e a maior parte dos rumores, até agora, parecem agradar e aliviar o quadro fiscal.
Até mesmo nas redes sociais a China não saiu de pauta, com os internautas acompanhando de perto a possibilidade de que mercadorias de e-commerce como Shopee, Shein e AliExpress.
Em solo chinês, o saldo da viagem até agora envolve a assinatura de 15 acordos comerciais de parceria e outros 20 nas áreas de energias renováveis, indústria automotiva, agronegócio, linhas de crédito verde, tecnologia da informação, saúde e infraestrutura.
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Hoje a bolsa brasileira fechou no vermelho, mas na B3 o saldo do período também foi positivo.
Além da falta de apetite por risco nos Estados Unidos, o Ibovespa também derrapou com o mau desempenho do setor de commodities — com o dia sendo marcado tanto pelo recuo do minério de ferro quanto do petróleo. Assim, o principal índice da bolsa brasileira caiu 0,17%, aos 106.279 pontos, longe de apagar os ganhos de 5,29% da semana.
O dólar à vista teve um dia de movimentos menos bruscos, mas a tendência seguiu sendo de alívio — ainda que o otimismo com um eventual corte nos juros americanos tenha se reduzido. A moeda americana encerrou a sessão em queda de 0,23%, a R$ 4,9151 — recuo de 2,83% na semana.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
CRISE NA CERVEJEIRA
Grupo Petrópolis ‘vai de Americanas’ e entra oficialmente em recuperação judicial. Dona da Itaipava tem um prazo de 60 dias para apresentar um plano de reestruturação.
TAXAÇÃO DA SHEIN: VOCÊ PRECISA SABER DISTO
No episódio desta semana do podcast Touros e Ursos, a equipe do Seu Dinheiro discute as cinco coisas que ninguém está falando sobre a tributação da varejista: de quanto será o aumento nos preços, quem sai ganhando com isso e mais. Clique aqui e dê o play.
FAZENDO AS CONTAS
Depois da taxação das blusinhas da Shein, descubra quanto pode custar suas compras na Shopee ou AliExpress. O Ministério da Fazenda e a Receita Federal confirmaram que haverá maior fiscalização da atuação dos sites asiáticos.
NA BOLSA
Braskem (BRKM5): ações podem subir mais de 20% este ano – se Odebrecht e Petrobras não atrapalharem, diz UBS BB. Banco muda recomendação para papéis da petroquímica, mas negociação da fatia da construtora na empresa pode mudar o cenário.
FUTURA EX-ESTATAL?
Copel (CPLE6) chega à reta final da privatização. Vale a pena cruzar na frente e comprar as ações na B3? Segundo o Itaú BBA, os benefícios a serem obtidos — como o pagamento pela renovação das concessões — vão mais que compensar os custos do processo.
SEMANA EM CRIPTO
Bitcoin (BTC), uma nova fronteira: após renovar as máximas do ano, a criptomoeda agora busca o patamar dos US$ 35 mil. A tarefa, no entanto, não será fácil: há inúmeros entraves que podem dificultar a continuidade do movimento de alta.
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