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DO IFOOD AO UBER

Renda média de motoristas e motoboys de aplicativo é mais baixa do que fora das plataformas, revela IBGE

Entregadores e motoristas de transporte de passageiros trabalharam mais de 47 horas por semana em 2022

mercado financeiro

Os motoristas e motoboys de aplicativo estão ganhando menos e trabalhando mais no Brasil. Os dados são do módulo Teletrabalho e Trabalho por Meio de Plataformas Digitais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgado hoje (25) pelo IBGE.

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Mas não é só: quem trabalha para os aplicativos ganha menos do que quem atua fora dessas plataformas — e a situação dos entregadores é ainda mais precária.

Segundo a pesquisa inédita, os motoristas e motoboys de aplicativo recebiam em média R$ 11,80 por hora em 2022. Já os trabalhadores que não utilizavam plataformas digitais tinham remuneração 15,25% maior, no valor de cerca de R$ 13,60 por hora. 

O salário mais baixo em nada tem a ver com a quantidade de tempo despendida no trabalho. Os motoristas de aplicativo rodaram por 47,9 horas por semana, enquanto os colegas que não utilizam plataformas digitais trabalharam por 40,9 horas semanais.

A diferença representa uma jornada 17,11% mais longa para os motoristas e taxistas que trabalharam no transporte de passageiros por aplicativo em 2022 em relação aos profissionais fora dessas plataformas.

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Aposentadoria mais distante

A aposentadoria também ficou mais distante para os profissionais do setor. Entre os condutores de automóveis por aplicativo, apenas 23,6% recolhiam contribuição para institutos de previdência. Já entre os motoristas que não trabalham via plataformas digitais, a fatia era de 43,9%.

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O cenário não foi diferente entre os entregadores motociclistas. Entre os entrevistados, 22,3% dos que trabalhavam por aplicativo contribuíram para institutos de previdência. Por outro lado, 39,8% dos que não usavam plataformas digitais no trabalho afirmaram contribuir para a previdência.

VEJA TAMBÉM: A DINHEIRISTA - Fui parar no Serasa por ser fiador de um inadimplente. E agora?

Menos mulheres e nível de escolarização: o perfil dos motoristas de aplicativo

O IBGE contabilizou 1,5 milhão de pessoas que trabalhavam por meio de plataformas digitais e aplicativos de serviços. Esse número representava 1,7% da população ocupada no setor privado em 2022. 

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Entre os profissionais, 52,2% (778 mil) exerciam o trabalho principal por meio de aplicativos de transporte de passageiros. Dentre eles, 47,2% (704 mil pessoas) atuavam com transporte particular de passageiros e 13,9% (207 mil) trabalhavam por meio de aplicativos de táxi.

Já 39,5% (ou 589 mil) eram trabalhadores de aplicativos de entrega de comida, produtos etc. Os trabalhadores de aplicativos de prestação de serviços somavam 13,2% (197 mil).

A pesquisa do IBGE mostrou que o trabalho como motorista é predominantemente maculino. A proporção de trabalhadores plataformizados do sexo masculino era de 81,3%. A taxa era muito maior que a dos trabalhadores do setor privado, de 59,1%.

Os motoristas de plataformas digitais, em 2022, possuíam níveis intermediários de escolaridade, 61,3% dos entrevistados tinham o ensino médio completo ou superior incompleto. 

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Caso a caso: entregadores por aplicativo ganham ainda menos

Segundo a pesquisa do IBGE, havia 388 mil pessoas desempenhando a função de entregador como trabalho principal. Cerca de 50% deles, 171 mil, realizavam o trabalho por meio de aplicativos de entrega, enquanto 49,2%, 166 mil, não utilizavam as plataformas digitais. 

Os entregadores também não se saíram bem na pesquisa quando o assunto é remuneração. Os trabalhadores recebiam, em média, R$ 8,70 por hora trabalhada em 2022. Já os profissionais que não utilizam plataformas digitais tinham remuneração 36,8% maior, de R$ 11,90. 

Apesar de ganharem menos, os motoristas de entrega também estão trabalhando mais. Os motociclistas por aplicativo cumpriam jornada semanal média de 47,6 horas trabalhadas. Enquanto os demais colegas de profissão tinham carga horária de 42,8 horas por semana.

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