Via (VIIA3): taxa para operar vendido na ação na B3 chega a quase 100% na véspera da definição de oferta de ações
Aproximadamente 20% de todas as ações da varejista dona das redes Casas Bahia e Ponto estão em posições alugadas, com aposta na queda dos papéis
As taxas do aluguel das ações da Via (VIIA3) explodiram na véspera da definição do preço da oferta de ações da varejista.
A demanda de quem quer operar vendido (short) é tão grande que a taxa para o investidor que deseja tomar os papéis atingiu 96%, de acordo com dados da B3.
Para se ter uma ideia do tamanho das posições vendidas na Via, aproximadamente 20% de todas as ações da varejista dona das redes Casas Bahia e Ponto estão alugadas.
Tomar o papel em aluguel é uma forma de apostar contra uma empresa na bolsa. Para isso, o investidor (short seller) precisa pagar uma taxa ao proprietário da ação.
Desse modo, quanto maior a taxa e as posições de aluguel em aberto, maior costuma ser a aposta do mercado na queda de uma ação na B3.
- LEIA TAMBÉM: Via (VIIA3) lança “promoção” para tentar captar cerca de R$ 1 bilhão em oferta de ações; papéis reagem em forte queda
Via (VIIA3): apostas vendidas aumentam com oferta
A Via já era uma das empresas com maior posição vendida na B3, diante da situação financeira delicada da varejista. Mas as posições "short" aumentaram com a expectativa de que a companhia precisaria fazer uma oferta de ações para reequilibrar o balanço.
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A varejista acabou lançando a captação na semana passada, quando anunciou a intenção de emitir 778.649.283 novos papéis, o que equivale a uma diluição de quase 50% para os acionistas que não colocarem dinheiro novo no negócio.
Com base nas cotações de fechamento das ações VIIA3 ontem (R$ 1,18), a oferta pode movimentar R$ 919 milhões. Lembrando que a Via vai entregar quatro bônus de subscrição para cada cinco papéis que os investidores comprarem para incentivar a adesão à oferta.
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A expectativa é que parte da demanda pelos papéis na oferta venha justamente dos investidores que estão vendidos. Essa seria uma forma de cobrir as posições short sem pressionar as cotações na B3 para cima.
Os atuais acionistas têm direito de prioridade na oferta. Aliás, a Via não possui um controlador com mais de metade do capital. Mas a família Klein, fundadora da Casas Bahia e hoje com pouco menos de 18% das ações, informou que pretende exercer o direito de prioridade.
A definição do preço por ação na oferta da Via acontece nesta quarta-feira (13). No pregão desta terça-feira, VIIA3 operava em alta de 0,85% por volta das 11h10, a R$ 1,19.
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