O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os analistas escolheram ações de setores defensivos para ocupar o posto de favoritas do mês, mas não deixaram de adicionar um ‘pimentinha’ entre as indicações
Com a tramitação do novo arcabouço fiscal disputando espaço com a instalação de CPIs no Congresso, as decisões de política monetária aqui e nos Estados Unidos e os agitos da temporada de balanços corporativos, maio prepara grandes emoções para o mercado de ações brasileiro.
Um calendário tão caótico não costuma ser benéfico para boa parte dos ativos de risco. Neste caso, os investidores tendem a voltar-se para segmentos mais sólidos, capazes de garantir a proteção da carteira.
De olho nesse cenário, os analistas das corretoras consultadas pelo Seu Dinheiro escolheram ações de setores defensivos para ocupar o posto de favoritas do mês. Com três recomendações cada, Banco do Brasil (BBAS3) e PetroRio (PRIO3) são dois dos papéis mais recomendados para maio.
As ações BBAS3 pertencem a um ‘bancão’ público que é considerado um dos mais baratos da bolsa. Parte do desconto deve-se ao temor de que, após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na corrida ao Planalto, o BB abandone o lucro para focar na função social.
A instituição ainda segue carregando o risco da interferência política quatro meses após a posse de Lula, mas o discurso da nova gestão — que prometeu manter o caráter social do banco sem sacrificar a rentabilidade — acalmou a ansiedade do mercado.
Já a segunda favorita do mês é uma boa pedida para quem quer expor o portfólio ao petróleo sem se preocupar com os riscos políticos que rondam a Petrobras. A PetroRio já é a maior companhia privada do setor de óleo e gás do país e cresce explorando um nicho ignorado pela gigante estatal e outras concorrentes.
Leia Também
Para completar o pódio, os especialistas não deixaram de adicionar um ‘pimentinha’ entre as indicações com um papel de um setor mais volátil, o de shoppings, mas de uma empresa sólida: a Multiplan (MULT3).
Confira aqui todos os papéis apontados pelas 13 corretoras consultadas pelo Seu Dinheiro:

Maior banco brasileiro em termos de ativos, o Banco do Brasil (BBAS3) costuma ser preterido por outros pares no mercado acionário por um motivo: é uma sociedade de economia mista — ou seja, pública e privada —, com 50% das ações pertencentes à União.
Portanto, o governo é quem tem maior poder na tomada de decisões sobre os rumos da instituição financeira. Por isso, os ‘bancões’ privados costumam levar vantagem na análise.
Para o Santander, porém, o risco de interferência política no BB é menor do que o mercado considera, “dada a melhoria dos padrões de governança corporativa”. Os analistas reconhecem que ele ainda está lá, mas esclarecem que qualquer impacto negativo da União na lucratividade do banco só seria visto em 2024.
Por falar na rentabilidade, o Banco do Brasil foi um dos menos afetados pelo ‘caso Americanas’ e — mesmo com provisões adicionais para a exposição à varejista — apresentou um crescimento de 52,4% no lucro líquido do último trimestre do ano passado, que superou os R$ 9 bilhões.
Os analistas da Guide destacam ainda a forte presença do BB no agronegócio, um dos pilares do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país. O banco possui uma carteira de R$ 225 bilhões e um market share de 53,7% no setor.
Apesar de atuar em um segmento que ainda se recupera dos efeitos da pandemia de covid-19 e sofrer com o cenário de inflação e juros altos, a Multiplan (MULT3) é uma das ações preferidas para maio.
A administradora agrada os analistas com resultados sólidos e um portfólio resiliente: 20 shopping centers e Área Bruta Locável (ABL) total de 875,8 mil metros quadrados
Outro ponto que chama a atenção dos especialistas é a gestão de qualidade. A companhia passou recentemente pela primeira troca de CEO em meio século de história, e, no primeiro balanço sob nova direção, mostrou que segue bem encaminhada.
O lucro líquido foi de R$ 207,2 milhões no primeiro trimestre, alta de 20,8% ante o mesmo período do ano anterior. O Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) também avançou 21,1% na mesma base de comparação, para R$ 21,1%.
Já as vendas dos lojistas totalizaram R$ 4,6 bilhões no período, o maior valor já registrado em um primeiro trimestre e 16% superior ao do 1T22.
Para a EQI Research, a chave para o resultado positivo está na construção de uma carteira de ativos eficiente. “Os shopping centers de MULT estão localizados em regiões nobres com alto fluxo de consumidores, e, consequentemente, apresentam alto potencial de vendas, atraindo forte interesse dos lojistas”, citam os analistas.
Além disso, a EQI destaca que a companhia consegue driblar parte das dificuldades impostas pelo cenário macroeconômico ao direcionar os empreendimentos para um público-alvo de alto padrão, tradicionalmente menos afetado pela fraca atividade econômica e alta inflação.
O petróleo é uma das commodities mais comercializadas e consumidas no mundo. Portanto, estar exposto a ele pode fazer a diferença para a resiliência e lucratividade de uma carteira de investimentos.
Nesse sentido, a PetroRio (PRIO3) desponta como a favorita das corretoras no setor, pois, apesar de atuar em escala muito menor que a da Petrobras — a referência brasileira —, sua presença num portfólio também serve para diminuir os riscos de uma carteira de investimentos.
“Ressalte-se a gradativa expansão de produção, histórico bem-sucedido de aquisições, melhora de eficiência operacional e redução do custo de produção”, cita a Planner, uma das casas a recomendar as ações PRIO3 em maio.
Vale destacar que a demanda por petróleo deve cair com o desaquecimento econômico nos Estados Unidos e na Europa, mas, segundo o Pagbank, investidores da PetroRio não devem temer tanto o mau momento: “a companhia tem baixo custo de extração, o que a auxilia a passar por momentos de grande volatilidade no preço do barril do petróleo.”
Os analistas também argumentam que as sinergias geradas pela interligação de campos — incluindo Albacora Leste, adquirido da Petrobras no ano passado — ainda não foram completamente capturadas e seguirão contribuindo no crescimento dos seus resultados.
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora
Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira
Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance
Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente
A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos
Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos
Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre
O banco elevou uma ação elétrica de neutra para compra, e citou outras duas empresas do setor que são consideradas as mais promissoras
Considerando a receita dos novos imóveis, a casa de análise enxerga potencial de geração de valor no médio prazo
O comunicado é uma resposta à notícia de que a controladora da Decolar considerava fazer uma oferta pela operadora brasileira de turismo
A operação envolve a alienação de 11 empreendimentos logísticos e reforça a estratégia de reciclagem de portfólio da companhia
A companhia anunciou que concluiu o acordo com o fundo soberano da Arábia Saudita para criação da Sadia Halal. O próximo passo é o IPO na bolsa de lá, com valor de mercado estimado ultrapassando os US$ 2 bilhões
Balanços corporativos também mexeram com índices de ações norte-americanos; petróleo caiu com possível acordo entre Irã e EUA