O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Vale (VALE3), conhecida pelos fartos pagamentos de proventos, e a Weg (WEGE3), responsável pela fortuna de quase um terço dos bilionários brasileiros, são as favoritas do mês
A edição de outubro da Ação do Mês, que reúne os papéis favoritos entre as carteiras recomendadas de 13 corretoras, é marcada por um encontro que não ocorria há um bom tempo, o da fábrica de dividendos com a fábrica de bilionários: Vale (VALE3) e Weg (WEGE3), respectivamente.
Com cinco recomendações, a mineradora é a primeira colocada na preferência das casas consultadas pelo Seu Dinheiro pela terceira vez consecutiva. Quem seguiu a indicação no mês passado capturou uma valorização de 3,84%, desempenho superior ao do Ibovespa — que subiu 0,71% em setembro.
Além disso, investir em Vale também é uma oportunidade de dolarizar a carteira em um momento no qual a moeda norte-americana está em forte alta e voltou a superar o patamar dos R$ 5.
Como a companhia é uma produtora de commodities cujos preços são cotados em dólar — especialmente o minério de ferro, matéria-prima do aço — , o bom momento da divisa favorece as receitas.
Com os ganhos e a geração de caixa em alta, a expectativa é que a mineradora siga remunerando os acionistas em cifras bilionárias como os R$ 8,2 bilhões em juros sobre o capital próprio (JCP) pagos recentemente.
A mineradora não está sozinha no topo da preferência das corretoras neste mês. Logo na sequência, com quatro indicações, a Weg (WEGE3) completa o pódio de outubro.
Leia Também
A companhia produz motores elétricos, mas também é conhecida por “fabricar” bilionários. Isso porque, na lista de brasileiros com um saldo de mais de nove dígitos na conta, quase um terço é composta por descendentes dos fundadores da empresa.
E, mostrando que gosta de cifras bilionárias, a Weg fez recentemente a maior aquisição de sua história com a compra dos negócios de motores elétricos e geradores da Regal Rexnord Corporation por R$ 1,9 bilhão.
Veja abaixo as ações preferidas das carteiras de 13 corretoras:
Entendendo a Ação do Mês: todos os meses, o Seu Dinheiro consulta as principais corretoras do país para descobrir quais são suas apostas para o período. Dentro das carteiras recomendadas, normalmente com até 10 papéis, os analistas indicam os seus três prediletos. Com o ranking nas mãos, selecionamos os que contaram com pelo menos duas indicações.
A crise imobiliária na China assusta quem tem ações da Vale (VALE3) na carteira. Afinal, o setor é uma das maiores fontes de demanda para o aço em um país que é o maior consumidor de minério de ferro no mundo — e o Brasil é um de seus principais fornecedores.
Mas os constantes anúncios de estímulos ao setor e à economia chinesa — como a redução da parcela de entrada para compra de imóveis e das taxas de juros das hipotecas — levam os analistas a acreditarem que os preços da commodity se manterão em patamares elevados neste ano.
Com isso, o Pagbank, uma das casas que recomenda os papéis VALE3 neste mês, prevê que a companhia continuará agraciando os investidores com “robustas distribuições de proventos”: “A Vale continua a gerar caixa significativo, devolvendo assim maior parte aos acionistas.”
Além disso, a companhia anunciou uma parceria com a Petrobras (PETR4). As duas gigantes da B3 vão unir suas forças para o desenvolvimento de combustíveis sustentáveis, como hidrogênio, metanol verde, amônia verde e diesel renovável.
Segundo o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, a iniciativa prevê também possíveis “acordos comerciais de fornecimento de combustíveis de baixo carbono produzidos pela Petrobras para consumo nas operações da Vale”.
Por falar em acordos entre gigantes da bolsa, a segunda colocada no pódio da Ação do Mês de outubro também fechou recentemente uma parceria com a Petrobras. A Weg (WEGE3) e a petroleira construirão juntas um gerador de energia eólica de 7 megawatts (MW).
Quando estiver pronto, o aerogerador será o maior e mais potente já construído no Brasil. O prospecto prevê uma turbina eólica de 220 metros de altura, quase seis vezes mais alto que os 38 metros da estátua do Cristo Redentor.
Além da união com a petroleira, a Empiricus, que colocou as ações WEGE3 entre seus três papéis preferidos para este mês, lista outros dois motivos que deixaram os analistas animados com a tese da empresa.
O primeiro é o valuation que, na visão da casa de research, ficou “mais razoável”. “Dado o track record, boa qualidade de gestão, balanço sólido e a capacidade de crescimento da companhia, ela sempre negociou a um valuation esticado”, relembram os analistas.
Mas, com os movimentos de mercado que azedaram o apetite ao risco dos investidores nos últimos meses, o papel caiu 15% desde as máximas de 2023 e negocia em patamares abaixo da média histórica dos últimos 5 anos.
O outro fator por trás do otimismo com as ações da Weg é a já citada aquisição da Regal Rexnord. Segundo a Empiricus, a compra melhora o mix de produtos vendidos, aumenta a relevância da companhia em mercados estratégicos e a apresenta a clientes globais inéditos.
“No final, enxergamos a janela atual como uma boa oportunidade para nos posicionarmos em uma empresa de altíssima qualidade, com resultados dolarizados e resilientes. High quality na veia”, argumentam os analistas.
O setor elétrico é conhecido pelo pagamento de proventos atrativos. O BTG Pactual e o Safra, por exemplo, veem a ação com bons olhos para quem busca renda extra com dividendos.
Com preços mais altos, custos menores e mix voltado ao setor automotivo, siderurgia puxa Ebitda para R$ 653 milhões, enquanto mineração segue pressionada por volumes menores
Apesar das projeções otimistas, o banco identifica que regiões como a Vila Olímpia devem ser impactadas pela devolução de imóveis em breve
Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro
Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%
Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora
A fabricante de carros elétricos aumentou o plano de aportes para US$ 25 bilhões neste ano, com foco em robotáxis, robôs humanoides, caminhão elétrico e fábrica de chips de inteligência artificial
A Iguatemi (IGTI11) atualizou, na noite de quarta-feira (22), os dividendos que serão pagos ao longo de 2026
Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra
O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui
Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância
O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas
Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto
Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir