O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Alívio no dólar e nos juros futuros longos impulsionou títulos públicos de prazo maior, além da bolsa e de fundos imobiliários
O patinho feio do ranking dos melhores investimentos do Seu Dinheiro virou um cisne em abril: o Tesouro IPCA+ 2045, que há tempos amargava algumas das piores rentabilidades da lista, teve a maior alta entre os ativos que acompanhamos no último mês, acumulando um ganho de 5,42%.
O título público com rentabilidade atrelada ao IPCA e vencimento no longo prazo foi seguido por dois outros títulos, um de prazo longo, o Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2033, e um com prazo médio, o Tesouro Prefixado 2029, ambos com remunerações prefixadas.
O bom desempenho geral dos títulos mais longos do Tesouro Direto, bem como dos fundos imobiliários (o IFIX, índice do setor, subiu 3,52% no mês) reflete o alívio nos juros futuros de mais longo prazo visto neste último mês.
Esta é uma consequência direta de uma melhora geral no sentimento do mercado com o encaminhamento do arcabouço fiscal pelo governo, dos sinais de continuidade no alívio da inflação e de melhora nos indicadores econômicos locais. Até mesmo o clima no exterior ajudou, apesar de tudo.
Esse mesmo clima foi o responsável pela alta de 2,50% do Ibovespa no mês, fechando aos 104.431 pontos, além de ter contribuído para a continuidade da recuperação do mercado de debêntures - títulos de dívidas de empresas - que sofreram muito no início do ano com os problemas na Americanas e na Light.
Veja no ranking a seguir quais foram os melhores e piores investimentos do mês:
Leia Também
| Investimento | Rentabilidade no mês | Rentabilidade no ano |
| Tesouro IPCA+ 2045 | 5,42% | 4,81% |
| Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2033 | 4,78% | 6,18% |
| Tesouro Prefixado 2029 | 3,74% | 7,18% |
| IFIX | 3,52% | -0,31% |
| Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2055 | 2,76% | 5,50% |
| Ibovespa | 2,50% | -4,83% |
| Tesouro IPCA+ 2035 | 2,40% | 4,53% |
| Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2040 | 2,38% | 5,53% |
| Índice de Debêntures Anbima - IPCA (IDA - IPCA)* | 1,74% | -0,99% |
| Bitcoin | 1,57% | 67,60% |
| Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2032 | 1,40% | 5,53% |
| Tesouro Prefixado 2026 | 1,29% | 6,55% |
| Índice de Debêntures Anbima Geral (IDA - Geral)* | 1,15% | 0,20% |
| CDI* | 1,12% | 4,15% |
| Tesouro IPCA+ 2029 | 1,05% | - |
| Tesouro Selic 2026 | 0,98% | - |
| Tesouro Selic 2029 | 0,90% | - |
| Poupança antiga** | 0,67% | 2,70% |
| Poupança nova** | 0,67% | 2,70% |
| Ouro | -0,95% | 3,97% |
| Dólar PTAX | -1,56% | -4,15% |
| Dólar à vista | -1,60% | -5,54% |
Já lanterna do ranking ficou com o dólar, que fechou aos R$ 4,99 na cotação à vista (queda de 1,60% no mês) e R$ 5 na cotação PTAX (queda de 1,56% no mês).
Em parte, o desempenho da moeda americana reflete o alívio nas condições econômicas e fiscais locais; mas em parte reflete também a desconfiança, no exterior, de que a economia americana pode estar a caminho de uma recessão, e que, por isso, os juros nos EUA não tenham mais tanto espaço para subir. Tanto é que o dólar viu novamente, neste mês, um alívio global perante outras moedas fortes.
Veja a seguir quais foram as ações com os melhores e piores desempenhos no mês.
| Empresa | Código | Variação |
| Eztec | EZTC3 | 19,13% |
| Ecorodovias | ECOR3 | 18,73% |
| São Martinho | SMTO3 | 16,91% |
| BTG Pactual | BPAC11 | 16,84% |
| Yduqs | YDUQ3 | 15,18% |
| Copel | CPLE6 | 14,84% |
| TIM | TIMS3 | 13,61% |
| Petrobras PN | PETR4 | 12,59% |
| MRV | MRVE3 | 12,54% |
| Cielo | CIEL3 | 12,37% |
| Empresa | Código | Variação |
| Assai | ASAI3 | -20,61% |
| Natura &Co | NTCO3 | -16,44% |
| Méliuz | CASH3 | -15,84% |
| Minerva | BEEF3 | -15,60% |
| Carrefour | CRFB3 | -13,23% |
| CVC | CVCB3 | -12,54% |
| Vale | VALE3 | -9,94% |
| Azul | AZUL4 | -9,48% |
| Alpargatas | ALPA4 | -9,45% |
| Totvs | TOTS3 | -9,27% |
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045