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O acordo prevê que 2 mil dos clientes confeccionistas da empresa passem a ser fornecedores da varejista chinesa

A queda de braços entre o governo e as varejistas asiáticas acabou em negócios — principalmente, para a Shein e a Coteminas (CTMN4).
Depois do acordo com o governo com a criação de empregos e investimentos no Brasil, a gigante do e-commerce firmou parceria com a Companhia de Tecidos Norte de Minas (Coteminas) na última sexta-feira (21), e o mercado brasileiro parece ter aprovado.
Hoje, as ações da Coteminas (CTMN4) operam em forte alta na B3. Por volta de 12h (horário de Brasília), os papéis da empresa disparavam 63,64% a R$ 1,98.
Em geral, o acordo prevê que 2 mil dos clientes confeccionistas da empresa passem a ser fornecedores da Shein para atender os mercados doméstico e da América Latina. A parceria também abrange o financiamento para capital de trabalho e contratos de exportação de produtos para o lar.
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A Coteminas é controlada pela holding Springs Global — que também tem sob seu guarda-chuva, a Coteminas Argentina e a AMMO Varejo —, cujo dono é o atual presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Josué Gomes da Silva, e o acordo foi ‘fruto’ da reunião entre a Shein e o governo — intermediado pelo executivo.
Na semana passada, representantes da varejista chinesa reuniram-se com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em meio às discussões sobre sonegação de impostos nas compras nos sites asiáticos Shein, AliExpress e Shopee.
Vale lembrar que o governo recuou da taxação após a repercussão negativa da medida.
Por fim, no encontro, a Shein se comprometeu a nacionalizar 85% de suas vendas em quatro anos, com produtos feitos no Brasil e anunciou investimentos de cerca de R$ 750 milhões no setor têxtil brasileiro para gerar até 100 mil empregos indiretos no País nos próximos três anos.
*Com informações de Estadão Conteúdo
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