O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A volatilidade trouxe oportunidades especialmente no mercado de renda fixa que o fundo tem buscado aproveitar, de acordo com o Verde, que perde para o CDI em 2023
O ano de 2023 está longe de ser dos melhores da história do lendário fundo Verde, que acumula um retorno de 7,72% até outubro, abaixo dos 11,02% do CDI, o indicador de referência.
Mas a gestora de Luis Stuhlberger enxerga nos constantes ruídos provocados pelo governo Lula uma oportunidade de virar o jogo.
"A falta de estratégia do governo muitas vezes assusta, mas como tem sido a tônica ao longo do ano, gera mais ruído do que propriamente sinal", escreveram os gestores do Verde, na carta mais recente aos investidores.
O barulho mais recente veio no fim do mês passado, com as declarações do presidente Lula sobre a meta fiscal de 2024.
"A volatilidade trouxe oportunidades especialmente no mercado de renda fixa que o fundo tem buscado aproveitar", de acordo com o Verde.
Entre as principais posições, o fundo Verde voltou a aumentar a exposição em bolsa, mas principalmente na parcela global.
Leia Também
Aqui no Brasil, a gestora de Stuhlberger decidiu ampliar a posição aplicada em juros reais no Brasil. Ou seja, o fundo aposta na queda das taxas, que subiram nos últimos meses em linha com a disparada dos juros dos títulos norte-americanos (Treasurys).
Especificamente sobre esse assunto, o Verde reiterou a visão de que o movimento não deve se sustentar. Isso porque a economia norte-americana começa enfim a dar sinais de acomodação no crescimento.
"Vemos sinais fundamentais, especialmente do lado do emprego, para acreditar que essa nova tendência pode continuar", escreveram os gestores do Verde.
Assim, a pressão para que o banco central dos Estados Unidos (Federal Reserve) siga aumentando os juros diminui. Com isso, o fundo montou posições aplicadas, com a aposta de queda nas taxas longas nos EUA.
Pregão desta terça-feira (12) foi marcado por maior aversão ao risco nos mercados globais; guerra entre Estados Unidos e Irã segue no radar dos investidores
Sérgio Ribeiro afirmou ao Seu Dinheiro que a corrida das construtoras para antecipar compras em meio ao risco inflacionário ajudou os resultados da companhia no 1T26; veja os destaques do balanço
Após dois trimestres turbulentos, a companhia melhora sinistralidade e geração de caixa, enquanto nova gestão de Lucas Adib acena com venda de ativos, revisão geográfica e foco em desalavancagem e eficiência operacional
Recebíveis corrigidos pelo INCC, poder de reajuste nos preços e bilhões em estoque ajudam a construtora a se proteger de uma eventual disparada dos custos da construção após a alta do petróleo; CEO Ricardo Gontijo também comentou os resultados do 1T26 da companhia
A conclusão da compra ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim deste mês
A companhia, subsidiária da Cosan que já estava listada na B3 com emissões de dívida, abre seu capital no Novo Mercado, patamar mais alto e exigente da bolsa, em oferta secundária
BTG Pactual, XP e Itaú BBA recomendam o que fazer com os papéis, enquanto o mercado acompanha a reta final da privatização e a disputa pelo futuro sócio estratégico da estatal mineira
Além das mudanças nos papéis, a corretora também recalibrou os pesos de algumas ações da carteira
Bancos avaliam que a companhia segue executando a estratégia esperada pelo mercado, mas a combinação de margens pressionadas, lucro em queda e novos investimentos reacendeu o debate sobre até onde o Mercado Livre pode sacrificar rentabilidade para acelerar crescimento
Mesmo com queda de mais de 10% no preço das ações, bancos acreditam que a fabricante tem potencial para continuar crescendo e entregar tudo o que prometeu aos acionistas
Companhia foi beneficiada pela volatilidade dos mercados, fluxo estrangeiro e aumento das negociações em renda variável e derivativos
Além da aquisição, o HGLG11 receberá, sem custo adicional, uma área de 15,9 mil metros quadrados, que servirá como acesso ao empreendimento
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora