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A cota patrimonial do XP Malls subiu mais de 13% após a reavaliação da carteira e agora é superior à cotação do fundo no mercado secundário
Os fundos imobiliários de tijolo recebem esse apelido por investirem em propriedades como galpões, escritórios e shoppings. Assim como outros tipos de imóveis, esses ativos podem se valorizar ao longo do tempo. E, para o XP Malls (XMPL11), essa flutuação gerou um impacto positivo de R$ 415 milhões para o FII.
A cifra foi apurada após a conclusão da reavaliação anual patrimonal dos ativos. Como indica o nome, o processo inclui a mensuração do "valor justo" dos empreendimentos que compõem a carteira de um fundo.
No caso do XPML11, o patrimônio líquido era de pouco mais de R$ 3 bilhões em julho, de acordo com o último informe mensal divulgado.
Cerca de 84,2% do portfólio é composto por participações em 16 shoppings centers, segundo o relatório gerencial do FII. Os empreendimentos estão localizados em seis estados brasileiros, com a maior parte deles em São Paulo e Rio de Janeiro.
Outros 3% dos recursos estão alocados em fundos imobiliários, 1,7% em um Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) conversível e o restante, cerca de 11,1%, está em caixa.
De acordo com um comunicado enviado ao mercado na última terça-feira (29), a valorização da carteira é explicada por três fatores:
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A reavaliação do portfólio com valorização também implicou em uma alta na cota patrimonial do XP Malls — o indicador é formado pela divisão do patrimônio líquido pelo total de cotas de um fundo.
Segundo os cálculos da gestão, a cota patrimonial de agosto deste ano subiu 13,58%, para cerca de R$ 112,50. Vale destacar que a conta não considera efeitos adicionais que possam impactar esse valor.
A nova cifra é 2,3% superior à cotação do XPML11 no mercado secundário nesta quarta-feira (30). Ou seja, o FII negocia com um desconto na B3.
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