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Em pouco mais de três meses, o FII aumentou de 19% para 42,7% a ocupação do edifício Bravo! Paulista, localizado em São Paulo
A Rio Bravo, gestora do fundo imobiliário Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11), não estava de brincadeira quando disse que trabalhava para comercializar as áreas vagas de um dos ativos do portfólio do FII.
Em pouco mais de três meses, a gestora aumentou de 19% para 42,7% a ocupação do Bravo! Paulista, edifício localizado em São Paulo. Foram firmados seis contratos de locação no período, com os dois mais recentes tendo sido assinados na última segunda-feira (10).
A empresa de análise de dados IMO Pesquisas de Mercado locará pelos próximos cinco anos um conjunto de 215,3 metros quadrados no sétimo andar do imóvel. Já a Frescalis Alimentos ocupará uma de suas lojas de 24,3 metros quadrados por três anos.
O valor dos contratos não foi divulgado, mas a gestora informou que eles poderão impactar positivamente o resultado anual do fundo em cerca de R$ 0,11 por cota, considerando aluguel e despesas de vacância durante o período de carência.
Com isso, o FII caminha na contramão do IFIX — índice que reúne os principais fundos imobiliários da B3 — e opera em alta nesta sexta-feira (11). Por volta das 13h10, as cotas RCRB11 subiam 1,19%, a R$ 149,43.
Vale relembrar que o Rio Bravo Renda Corporativa é dono de 94,2% do Bravo! Paulista. O edifício, que fica nos arredores da Avenida Paulista, possui pouco mais de 5,8 mil metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL) total.
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"As novas locações demonstram o potencial de atração do imóvel e corroboram a tese de investimento da Rio Bravo no empreendimento localizado em um dos principais eixos comerciais do país e em busca de renda imobiliária de longo prazo e construção de um portfólio de alta qualidade", cita o comunicado enviado ao mercado.
Além do endereço, outro impulsionador das locações foi a estratégia adotada pela gestão de apostar em unidades do tipo plug in play. O modelo consiste em realizar obras para atender a demanda dos ocupantes por escritórios com layout e mobília prontos ou semiprontos.
"A estratégia vem se mostrando consistente em atrair inquilinos dispostos a aceitar condições comerciais acima das praticadas no mercado, com valores de locação mais atrativos e com menos concessões
contratuais", explica a Rio Bravo no último relatório gerencial do fundo imobiliário.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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