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Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

NOVAS COTAS NO MERCADO

Fundo imobiliário da Kinea (KNHF11) quer levantar quase R$ 1 bilhão com oferta de cotas; veja os detalhes da emissão

Caso haja demanda, o fundo pode vender um lote adicional de novas cotas, aumentando a quantia total captada para cerca de R$ 983,59 milhões

Camille Lima
Camille Lima
8 de novembro de 2023
17:28 - atualizado às 14:46
Notas de dinheiro caindo sobre prédios - fundos imobiliários fiis dividendos fundos imobiliários
Imagem: Adobe Stock/Montagem: Giovanna Figueredo

O fundo imobiliário Kinea Hedge Fund (KNHF11) anunciou uma nova oferta de cotas no mercado, na segunda emissão do tipo.

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Segundo fato relevante, o FII pretende captar cerca de R$ 790,43 milhões com a emissão de aproximadamente 7,91 milhões de novas cotas, sem contar a taxa de distribuição.

Caso haja demanda, o fundo pode vender um lote adicional de 25% da oferta, o que aumentaria a quantia total captada para cerca de R$ 983,59 milhões.

Os cálculos consideram o preço de R$ 99,95 por cota definido pelo KNHF11. O valor corresponde ao valor patrimonial por cota do portfólio em 31 de outubro e está cerca de 2,33% abaixo da cotação de fechamento do FII no pregão anterior, de R$ 101,88.

Mas, levando em conta o custo unitário de distribuição, o preço das novas cotas sobe para R$ 101,05, apenas levemente inferior à cotação do fechamento de ontem.

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O KNHF11 é um fundo imobiliário multiestratégia, que investe em diversos segmentos do mercado imobiliário, como CRI (certificados de recebíveis imobiliários), FII, imóveis, ações e projetos de desenvolvimento.

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O FII afirma ter como objetivo “gerar retorno absoluto, resultante de renda recorrente e de ganhos de capital, a partir de uma gestão ativa multidisciplinar, com uma carteira composta por diferentes ativos do setor imobiliário”.

Quem pode participar da oferta do KNHF11

A emissão de cotas do KNHF11 é voltada para “investidores em geral que busquem retorno de longo prazo” e que aceitem os riscos do investimento.

Além disso, o documento destaca a necessidade de que o perfil do investidor ou sua política de investimentos possibilite a aplicação em fundos de investimento imobiliários. 

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Quem quiser participar da oferta deverá subscrever no mínimo dez novas cotas. Isso significa que é necessário investir pelo menos R$ 999,50 — sem considerar a taxa de distribuição — na operação para adquirir os novos papéis.

O investimento máximo na oferta de cotas é de R$ 39,82 mil, limitado à subscrição de, no máximo, 398.401 novas cotas.

É importante ressaltar que quem já for cotista do fundo imobiliário não estará sujeito às regras de investimento mínimo e máximo na oferta.

Quem investir no fundo imobiliário da Kinea até a próxima sexta-feira (10) terá preferência para participar da oferta. Esse direito poderá ser exercido entre os dias 14 e 23 de novembro. Atualmente, o KNHF11 conta com mais de 12,4 mil cotistas.

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Já o início do período de subscrição para outros públicos está marcado para 30 de novembro e termina em 18 de dezembro.

Por fim, o anúncio de encerramento da oferta, que marcará a conclusão da emissão, está previsto para 5 de maio do próximo ano.

VEJA TAMBÉM: Onde investir em novembro: ações, dividendos, FIIs, BDRs, criptomoedas - Veja indicações gratuitas

Onde o KNHF11 vai usar o dinheiro da oferta de cotas

O fundo imobiliário da Kinea pretende utilizar todo o dinheiro levantado com a oferta para aquisição de ativos e para pagamento dos encargos do fundo.

Até a captação do volume mínimo da oferta, de R$ 19,99 milhões, o KNHF11 poderá investir os recursos em investimentos temporários. 

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Após esse mínimo, o fundo poderá adquirir quaisquer ativos que estejam previstos em sua política de investimentos. 

Entre eles, estão direitos reais sobre imóveis, ações, debêntures, cotas de fundos de investimento em participações (FIP) ou outros fundos imobiliários (FIIs), certificados de recebíveis imobiliários (CRI), letras de crédito imobiliário (LCI) e outros ativos.

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