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Por causa do grupamento, ação da Casas Bahia deixou de ser penny stock e assegurou sua vaga na elite do mercado brasileiro de ações
O objetivo do Grupo Casas Bahia (BHIA3) com o grupamento de ações aprovado no fim de novembro foi oficialmente alcançado.
A ação da varejista vai continuar no índice Ibovespa no início de 2024.
A informação foi confirmada na manhã desta quarta-feira (27), quando a B3 divulgou a terceira e última prévia da carteira teórica do índice para o quadrimestre entre janeiro e abril.
Além da manutenção da Casas Bahia, cuja ação chegou a ficar de fora da primeira prévia, a B3 promoveu à divisão de elite da bolsa brasileira o papel da Isa Cteep (TRPL4).
Nenhuma ação foi excluída.
Em reação, BHIA3 abriu entre as maiores altas do Ibovespa, avançando mais de 2% nos primeiros minutos do pregão.
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A ação da Casas Bahia acumula queda de quase 80% em 2023.
Em meio à crise no setor de varejo e a uma série de resultados ruins, BHIA3 virou uma penny stock, como são chamadas as ações cotadas a menos de R$ 1.
No entanto, um dos critérios da B3 para a permanência de uma ação no Ibovespa é que ela não seja uma penny stock.
A Casas Bahia até tentou se antecipar.
O grupamento foi aprovado pelos acionistas no fim de novembro.
No entanto, dias depois, a B3 divulgou a primeira prévia da carteira teórica do Ibovespa para o quadrimestre de janeiro a abril de 2024 sem a presença de BHIA3.
A prévia fez soar o alarme da direção da empresa.
A Casas Bahia então antecipou o cronograma do grupamento e um acionista “misterioso” se dispôs a doar ações aos minoritários que restassem com frações de BHIA3. Tudo para acelerar a operação e evitar sua exclusão do índice.
O grupamento passou a vigorar no pregão de 15 de dezembro.
Com isso, BHIA3 ressurgiu na segunda prévia do Ibovespa e agora apareceu na lista definitiva do principal índice de ações da B3 para os primeiros meses de 2024.
Diante da permanência da Casas Bahia e da entrada da Isa Cteep, o Ibovespa vai entrar em 2024 listando 87 ações de 84 diferentes empresas brasileiras.
De acordo com a administradora da bolsa brasileira, as cinco ações mais relevantes da nova carteira teórica são:
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