O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A regra anterior livrava da tributação fundos com pelo menos 50 cotistas, mas o PL aprovado pela Câmara subiu o patamar mínimo para 100 investidores
O projeto de lei (PL) para taxação de fundos exclusivos sofreu diversas mudanças desde quando nasceu, ainda como uma medida provisória do governo publicada em agosto. E um dos pontos que mais foi alterado diz respeito aos dividendos de fundos de investimento imobiliário (FIIs) e do agronegócio (Fiagros)
A regra anterior livrava da tributação fundos com pelo menos 50 cotistas, mas o texto do governo definiu que FIIs e Fiagros com menos de 500 investidores não teriam mais proventos isentos. Durante a tramitação na Câmara dos Deputados, esse patamar baixou para 300.
Agora, com a aprovação da versão final do PL na última quarta-feira (25), o critério sofreu um novo corte e ficou definido que fundos com mais de 100 cotistas permanecerão sem cobrança de IR nos dividendos
Apesar da queda, a nova regra ainda representa o dobro do número exigido anteriormente. Segundo dados da plataforma StatusInvest, 63 FIIs serão afetados pela mudança, incluindo ativos negociados na B3 e no mercado de balcão.
Quando considerados apenas os fundos imobiliários disponíveis no ambiente tradicional da bolsa de valores, o total de afetados diminui um pouco, para 57. Confira a lista:
| FII | PATRIMÔNIO | COTISTAS |
| BVAR11 | 665.683.811,38 | 69 |
| VJFD11 | 665.079.245,48 | 97 |
| PATB11 | 657.509.552,45 | 56 |
| PCAS11 | 443.293.856,40 | 50 |
| JASC11 | 291.284.111,84 | 73 |
| FPNG11 | 288.028.367,20 | 68 |
| STRX11 | 264.632.412,13 | 57 |
| VERE11 | 211.624.587,73 | 53 |
| TJKB11 | 201.946.069,65 | 74 |
| FISC11 | 195.644.934,32 | 64 |
| VPSI11 | 172.920.532,82 | 53 |
| RBRI11 | 163.134.964,41 | 87 |
| JCDA11 | 159.797.553,92 | 50 |
| AQLL11 | 142.768.023,84 | 58 |
| JCDB11 | 142.414.826,15 | 57 |
| HUSI11 | 129.447.241,67 | 86 |
| BLMO11 | 126.735.126,05 | 89 |
| PNDL11 | 118.301.209,67 | 57 |
| BTSG11 | 106.744.336,64 | 64 |
| VTPL11 | 106.726.272,49 | 53 |
| TSNC11 | 100.176.153,41 | 66 |
| BRIX11 | 99.832.906,12 | 54 |
| HILG11 | 95.234.604,41 | 50 |
| BTWR11 | 90.600.861,80 | 66 |
| HDEL11 | 75.601.654,07 | 58 |
| CFII11 | 74.897.857,96 | 57 |
| MINT11 | 67.378.860,91 | 86 |
| LKDV11 | 66.658.181,89 | 69 |
| SOLR11 | 60.996.149,20 | 52 |
| CFHI11 | 60.990.466,32 | 54 |
| MMPD11 | 57.974.030,58 | 55 |
| ZIFI11 | 57.155.266,66 | 68 |
| YUFI11 | 50.063.668,92 | 56 |
| PMFO11 | 49.535.538,30 | 92 |
| ARXD11 | 48.564.346,47 | 69 |
| HCST11 | 48.454.164,36 | 77 |
| ROOF11 | 45.237.723,37 | 83 |
| EXES11 | 43.941.490,17 | 53 |
| PNRC11 | 41.685.243,44 | 60 |
| RBTS11 | 40.453.329,84 | 61 |
| SPDE11 | 40.207.286,11 | 78 |
| SIGR11 | 38.976.570,94 | 53 |
| VVRI11 | 37.903.168,98 | 99 |
| TCPF11 | 35.035.660,99 | 51 |
| RCFF11 | 30.609.693,78 | 83 |
| LLAO11 | 28.233.080,39 | 77 |
| MGIM11 | 24.337.124,08 | 75 |
| ASRF11 | 23.981.681,14 | 55 |
| JPPC11 | 22.184.310,34 | 89 |
| VDSV11 | 19.611.218,55 | 77 |
| RBRM11 | 14.823.845,13 | 54 |
| OPTM11 | 11.172.349,93 | 63 |
| IDGR11 | 10.803.361,12 | 51 |
| SFND11 | 8.323.763,15 | 54 |
| REIT11 | 7.454.470,64 | 70 |
| PNLN11 | 1.458.083,24 | 51 |
| VSEC11 | 182.284,39 | 64 |
Já o número de Fiagros que perderão a isenção é menor: apenas 3. De acordo com dados disponíveis na plataforma Quantum, são eles:
Leia Também
Apesar de uma grande quantidade fundos imobiliários ainda se enquadrarem nas novas regras para tributação dos dividendos, Caio Nabuco de Araújo, analista da Empiricus, destaca que, na prática, parte desse contingente de ativos já era taxada.
“É difícil mensurar o impacto nesses FIIs menores, pois boa parte já é taxado por não cumprir o requisito de concentração da base, que prevê que, se um investidor possuir mais de 10% das cotas, ele é tributado no rendimento”, explica Araújo.
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo
Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital
Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano