🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Larissa Vitória

Larissa Vitória

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo portal SpaceMoney e pelo departamento de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

ESPECIALISTAS RESPONDEM

Calotes assustam investidores de fundos imobiliários, mas será que há motivo para pânico com a inadimplência?

Os pagamentos atrasados preocupam ainda mais em um contexto de juros altos, que torna mais pesado o serviço da dívida para empresas de todos os setores

Larissa Vitória
Larissa Vitória
22 de março de 2023
17:46 - atualizado às 18:55
Miniaturas de casas sobre moedas representando os fundos imobiliários | fundo imobiliário DEVA11 dividendos
Fundos imobiliários - Imagem: Canva

Se a recuperação judicial da Americanas (AMER3) e a crise financeira em outras varejistas abalaram as estruturas dos fundos imobiliários de tijolo — que locam imóveis como galpões e lojas de rua ou de shopping para as companhias —, o calote de um Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRIs) acendeu o alerta para os FIIs de papel.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O devedor do CRI Circuito das Compras — presente no portfólio de três fundos que investem em títulos de crédito imobiliário — já até quitou os débitos. Mas o atraso de alguns dias no pagamento foi o suficiente para colocar a pulga atrás da orelha dos investidores ainda abalados pelo escândalo contábil na Americanas.

Ainda mais em um contexto de juros altos, que torna mais pesado o serviço da dívida para empresas de todos os setores. Então será que estamos na iminência de uma crise de crédito que pode afetar o mercado de fundos imobiliários?

“A inadimplência de CRIs não está ocorrendo na prática, mas há uma percepção de risco maior. Isso, porém, não é um problema hoje para o sistema bancário ou para o mercado de capitais”, afirma Rafaela Vitória, economista-chefe do Inter.

Cenário macroeconômico e mecanismos internos protegem investidores

Apesar dos juros altos, o cenário atual de queda do desemprego e crescimento na renda dos brasileiros favorece o cumprimento das obrigações financeiras por parte do consumidor, disse a economista, em entrevista ao Seu Dinheiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já na ponta das empresas, Vitória afirma que, de modo geral, elas passaram por um processo de desalavancagem desde o último ciclo de aperto monetário e, desde então, não registraram níveis de crescimento que exigissem uma grande elevação do endividamento.

Leia Também

A economista-chefe do Inter acredita que a inadimplência imobiliária é “estruturalmente baixa” graças ao arcabouço regulatório e jurídico do setor: “O CRI é uma estrutura robusta.”

Carlos Martins, sócio e gestor da Kinea Investimentos, concorda que o nível de default do segmento é baixo. Ele destaca que, com a liquidez reduzida pela queda no apetite ao risco do mercado, “o momento é de oportunidades”.

“Fundos de papel sem nenhum problema estrutural estão negociando com deságio porque o investidor está preocupado”, afirmou o gestor da Kinea durante participação em evento do setor organizado pelo Inter nesta quarta-feira (22).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas ele faz uma ressalva importante: não é hora de comprar qualquer coisa na bolsa, e sim procurar ativos com bons fundamentos, como os CRIs com garantias reais e emitidos por empresas sólidas.

  • Você investe em ações, renda fixa, criptomoedas ou FIIs? Então precisa saber como declarar essas aplicações no seu Imposto de Renda 2023. Clique aqui e acesse um tutorial gratuito, elaborado pelo Seu Dinheiro, com todas as orientações sobre o tema.

Há oportunidades nos fundos imobiliários de tijolo?

O gestor da Kinea não enxerga um momento bom para montar posições apenas entre os fundos imobiliários de papel, mas também para os FIIs de tijolo. “Quanto mais tem crise, mais oportunidades aparecem no mercado”.

O segmento de fundos que investem em ativos reais é pressionado pela taxa de juros elevada — que aumenta a atratividade da renda fixa e encarece o crédito fundamental para o desenvolvimento dos imóveis.

Ainda assim, Martins indica que quem gosta de investir no setor imobiliário deveria estar olhando para o mercado de capitais em busca de oportunidades para realização de lucro no futuro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Os fundos podem andar de 30% a 40%, mas não há como dizer quando”, diz ele, explicando que um dos gatilhos para essa valorização é o início do ciclo de queda nos juros esperado para o segundo semestre deste ano.

A visão é compartilhada pelo líder do negócio imobiliário da Brookfield no Brasil, Roberto Perroni. O executivo conta que, ao contrário de outros players, a companhia aproveitou o cenário caótico para investir em lajes corporativas. O segmento foi um dos mais penalizados pela pandemia de covid-19 e as medidas de distanciamento social que levaram ao fechamento de escritórios.

“O dinheiro da Brookfield vem de fundos globais, mas a companhia já tem mais de 120 anos de atuação no Brasil, então temos certa tranquilidade em investir no país durante momentos de crise”, garantiu.

Segundo Perroni, muitas empresas já voltaram ao trabalho presencial e o aluguel está subindo em regiões onde a vacância é baixa, como a avenida Faria Lima, na capital paulista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Quando compramos o portfólio da Cyrela Commercial Properties na Faria Lima em 2021, os escritórios estavam locados por R$ 160 a R$ 170 por metro quadrado. Agora esse valor já subiu para R$ 250/m² em novos contratos”, exemplifica ele.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

MENOS DINHEIRO NO BOLSO

Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020

31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

ÍNDICE RENOVADO

Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal

26 de dezembro de 2025 - 9:55

Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais

CENÁRIOS ALTERNATIVOS

3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley

25 de dezembro de 2025 - 14:00

O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar

TOUROS E URSOS #253

Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro

24 de dezembro de 2025 - 8:00

Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira

AINDA MAIS PRECIOSOS

Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?

22 de dezembro de 2025 - 12:48

No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%

BOMBOU NO SD

LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro

21 de dezembro de 2025 - 17:10

Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana

B DE BILHÃO

R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista

21 de dezembro de 2025 - 16:01

Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias

APÓS UMA DECISÃO JUDICIAL

Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana

21 de dezembro de 2025 - 11:30

O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar