O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A empresa também deve realizar um grupamento de ações na proporção 40 por 1; as medidas devem ser aprovadas na próxima assembleia geral extraordinária (AGE), prevista para 24 de janeiro
Em meio à volatilidade do início do ano com o cenário macroeconômico, a BR Properties (BRPR3) ganhou fôlego nesta quarta-feira (04), com alta acima de 3% na B3 durante a manhã.
O forte avanço das ações acontece após a proposta de uma nova redução de capital de pouco mais de R$ 2,5 bilhões — valor considerado “excessivo” pela empresa —, com restituição aos acionistas.
Além disso, a empresa deve realizar um grupamento de ações na proporção 40 por 1. As medidas devem ser aprovadas na próxima assembleia geral extraordinária (AGE) de acionistas, prevista para 24 de janeiro.
Essas iniciativas fazem parte de um pacote de estratégias adotadas pela companhia desde que recebeu dinheiro pela venda de cerca de 80% de seu portfólio para a Brookfield, em maio de 2022, por quase R$ 6 bilhões.
De lá para cá, a BR Properties realizou a venda das torres comerciais e amortizou todas as emissões de dívida existentes, com o objetivo de transformar a posição de dívida líquida em uma de caixa líquido. Além disso, a companhia fez, há pouco mais de seis meses, a distribuição de R$ 1,12 bilhão aos cotistas para reduzir o capital.
Por fim, o conselho de administração aprovou o cancelamento de 9.727.208 ações da companhia mantidas em tesouraria.
Leia Também
Por volta das 15h50 (horário de Brasília), as ações reduziram alta. Os papéis subiam 2,12%, negociados a R$ 6,26.
Sem planos para novos investimentos no curto prazo com "retornos atraentes” e com a volatilidade dos cenários macroeconômicos local e estrangeiro, a BR Properties mantém-se focada na reestruturação da companhia.
Com a nova redução de capital, os acionistas devem receber os R$ 2,5 bilhões das seguintes formas:
Se aprovada, a redução de capital entrará em vigor 60 dias depois da publicação da ata da AGE. As datas de pagamento e o início das negociações dos papéis ex-restituição (isto é, sem o direito à restituição de capital) serão divulgadas posteriormente.
Os analistas do Bradesco BBI veem as medidas da BR Properties de forma positiva. “Aplaudimos a iniciativa de devolver caixa aos acionistas sob a hipótese de que a empresa carece de aplicações atrativas de recursos no momento, mostrando mais uma vez a capacidade diferenciada da BR Properties de alocar capital e disciplina”, escrevem Bruno Mendonça e Pedro Lobato em relatório.
Com isso, na avaliação dos analistas, a companhia entra em "modo de quase liquidação”, reduzindo seu capital remanescente em 88% e com o controle de apenas seu pequeno portfólio industrial e banco de terrenos.
Vale ressaltar que, caso as duas operações sejam aprovadas, a companhia planeja transferir o restante do portfólio de escritórios para o fundo imobiliário (FII) BROF11 — o que é considerado também vantajoso pelo Bradesco BBI.
“A transferência de ativos para o BROF11 pode liberar valor para os acionistas, já que o mercado de REIT [fundos imobiliários] no Brasil atualmente é negociado com um desconto de 15,20% em relação ao valor líquido do ativo [NAV, na sigla em inglês], enquanto BRPR3 é negociada com um desconto de 40%”, afirmam os analistas do banco.
Sendo assim, os detentores de BRPR3 receberão cotas do FII na proporção de um para um. A companhia estima que os custos de transação serão de R$ 145 milhões, a incluir impostos, taxas bancárias e custos iniciais do fundo BROF11.
O Bradesco BBI tem recomendação outperform — equivalente à compra — para as ações BRPR3, com preço-alvo de 12,00, uma valorização de mais de 95% em relação ao fechamento anterior.
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento