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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Wall Street impulsiona e Ibovespa sobe aos 126 mil pontos em dia de agenda cheia; dólar recua

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28 de novembro de 2023
7:16 - atualizado às 14:46

RESUMO DO DIA: O Ibovespa recuperou as perdas recentes e retornou ao nível dos 126 mil pontos, com a valorização do petróleo e o otimismo em Wall Street.

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Por aqui, os investidores reagiram a uma agenda recheada de dados econômicos.

O IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial, registrou alta de 0,33% em novembro, acima do consenso. Apesar do avanço, a leitura do mercado é de que o processo de desinflação segue em curso e corrobora para a continuidade dos cortes na taxa Selic pelo Banco Central.  

Para além dos indicadores, Brasília continua concentrando as atenções dos investidores. Hoje, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal aprovou novos nomes ao Banco Central. Os indicados agora serão submetidos à sabatina do plenário da Casa.

Há ainda a expectativa de apreciação da proposta que prevê a taxação de fundos exclusivos e de offshore e o projeto de lei que regulariza as apostas esportivas (bets). As matérias devem ser votadas no Senado Federal amanhã (29).  

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Lá fora, a agenda também foi agitada. Na Europa, os investidores acompanharam declarações de dirigentes do BCE, entre eles, a presidente da instituição, Christine Lagarde.

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Nos EUA, a confiança do consumidor veio acima do esperado. O diretor do Federal Reserve (Fed), Christopher Waller, afirmou que a economia norte-americana começou a dar sinais de desaceleração da atividade econômica e que a política monetária está contribuindo para a melhoria da inflação.

As falas do dirigente reforçaram a expectativa de manutenção dos juros na maior economia do mundo, o que pode ser lido como certo alívio da política mais restritiva.

O Ibovespa fechou com alta de 0,64%, aos 126.538 pontos, próximo da máxima do ano.

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O dólar encerrou o dia a R$ 4,8719, com baixa de 0,57%, no mercado à vista.

Confira o que movimentou os mercados nesta terça-feira (28):

MAIORES ALTAS E QUEDAS DO PREGÃO

O Ibovespa voltou aos 126 mil pontos e fechou próximo da máxima do ano, com impulso de Wall Street.

Em Nova York, o otimismo com a perspectiva de que os juros nos Estados Unidos já atingiram o pico, em meio à sinais de desaceleração da atividade econômica do país, foi retomada com falas de diretor do Federal Reserve (Fed).

O avanço de 2% dos contratos mais líquidos do petróleo e a agenda doméstica recheada de indicadores econômicos no Brasil estenderam os ganhos da sessão.

Confira as maiores altas do pregão:

CÓDIGONOMEULTVAR
MRFG3Marfrig ONR$ 9,866,02%
MRVE3MRV ONR$ 10,155,62%
LREN3Lojas Renner ONR$ 15,443,83%
SLCE3SLC AgrícolaR$ 37,853,64%
EZTC3EZTEC ONR$ 18,713,26%

E as maiores quedas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 1,90-3,06%
ENEV3Eneva ONR$ 12,45-2,28%
BHIA3Casas Bahia ONR$ 0,52-1,89%
SOMA3Grupo Soma ONR$ 6,44-1,83%
EMBR3Embraer ONR$ 19,90-1,83%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa terminou o pregão com alta de 0,64%, aos 126.538 pontos.

Por aqui, os investidores repercutem dados econômicos e dividem as atenções com a sabatina dos indicados ao Banco Central no Senado Federal. Paulo Picchetti e Rodrigo Teixeira foram aprovados pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,33% em novembro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No ano, o IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial, acumula alta de 4,30%. Em 12 meses, o avanço é de 4,84% — próximo ao teto da meta de inflação, de 4,75% em 2023.

Na visão de analistas, a considerar o acumulado do ano, o IPCA-15 dá sinais de que há um processo contínuo de desinflação, o que reforça a perspectiva de novos cortes na taxa básica de juros, a Selic, em 50 ponto-percentual.

Além disso, houve a divulgação de dados do mercado de trabalho. O Brasil abriu 190.366 vagas com carteira assinada em outubro deste ano. Os dados foram divulgados há pouco pelo Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged).

No ano, 1.784.695 postos de trabalho foram abertos no país.

O Tesouro Nacional reportou as contas em outubro. As contas do Governo Federal registraram superávit primário em outubro. A diferença entre as receitas e as despesas foi positiva em R$ 18,277 bilhões.

O saldo ficou acima das expectativas do mercado financeiro, de superávit na ordem de R$ 15,5 bilhões no mês.

Por fim, há a expectativa de tramitação de pautas econômicas. O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), confirmou ontem (27) que as propostas que preveem a taxação de fundos exclusivo e offshore e que regulamentam a tributação das apostas esportivas devem ser votadas na amanhã.

FECHAMENTO DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York encerraram o pregão com alta.

O otimismo foi recuperado por declarações do diretor do Fed, Christopher Waller. O dirigente afirmou que as medidas adotadas pelo banco central parecem estar em posição para fazer a inflação convergir à meta de 2% ao ano.

Confira o fechamento dos índices de Wall Street:

  • Dow Jones: +0,24%, aos 35.416,98 pontos;
  • S&P 500: +0,10%, aos 4.554,89 pontos;
  • Nasdaq: +0,29%, aos 14.281,76 pontos.
FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar fechou a R$ 4,8719, com queda de 0,57%, no mercado à vista.

A moeda norte-americana perdeu forças ante o real e na comparação com divisas mundiais, como euro e libra, com a expectativa de eventual afrouxamento na política monetária mais restritiva adotada pelo banco central dos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed).

O otimismo foi recuperado por declarações do diretor do Fed, Christopher Waller. O dirigente afirmou que as medidas adotadas pelo banco central parecem estar em posição para fazer a inflação convergir à meta de 2% ao ano.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

Os contratos mais líquidos do petróleo encerraram as negociações em alta de 2%, em meio à desvalorização do dólar ante moedas globais e perspectiva de flexibilização da política monetária nos Estados Unidos.

Os contratos para fevereiro de 2024 do petróleo tipo Brent fecharam com alta de 2%, com o barril a US$ 81,47 na Intercontinental Exchange (ICE).

Já os futuros do WTI terminaram com avanço de 2,07%, a US$ 76,41 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).

Contudo, os investidores ainda seguem com a reunião do Opep+ no radar. A expectativa é de que a reunião ministerial aconteça na próxima quinta-feira (30).

Mas, segundo a Reuters, há rumores de que o encontro pode ser novamente adiado em meio a falta de consenso sobre a redução de produção do petróleo incentivada pela Arábia Saudita.

ENEVA (ENEV3) CAI

Ainda repercutindo a proposta de fusão com a Vibra, as ações da Eneva (ENEV3) lideram a ponta negativa do Ibovespa com queda de 4,55%, a R$ 12,16.

JUROS FUTUROS RECUAM

Os juros futuros (DIs) estendem o alívio em toda a curva, com alívio nos rendimentos dos Treasurys e recuo do dólar na comparação com o real.

Contudo, pela manhã, os DIs registram ganhos na curva, com os investidores repercutindo a alta do IPCA-15 acima do esperado em novembro.

Confira o desempenho dos DIs:

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F24DI Jan/2411,90%11,91%
DI1F25DI Jan/2510,42%10,42%
DI1F26DI Jan/2610,08%10,09%
DI1F27DI Jan/2710,18%10,21%
DI1F28DI Jan/2810,42%10,47%
DI1F29DI Jan/2910,56%10,63%
DI1F30DI Jan/3010,69%10,76%
SLC AGRÍCOLA (SLCE3) SOBE 4%

As ações da SLC Agrícola (SLCE3) disparam no Ibovespa e disputa a liderança da ponta positiva do principal índice da bolsa brasileira.

Os papéis SLCE3 registram alta de 3,86%, a R$ 37,93. O movimento de ganhos é impulsionado pela inclusão da companhia na carteira recomendada de dividendos e da TOP 5 do Itaú BBA.

EXPORTADORAS PRESSIONADAS

Com a desvalorização do dólar na comparação com real, as companhias voltadas ao comércio exterior Suzano (SUZB3) Klabin (KLBN11) operam em queda no Ibovespa.

CÓDIGONOMEULTVAR
EMBR3Embraer ONR$ 19,90-1,83%
KLBN11Klabin unitsR$ 22,90-0,43%
CONTAS DO GOVERNO EM OUTUBRO

As contas do Governo Federal registraram superávit primário em outubro, informou há pouco o Tesouro Nacional. A diferença entre as receitas e as despesas foi positiva em R$ 18,277 bilhões.

No mês anterior, o governo havia registrado também superávit, no valor de R$ 11,548 bilhões.

De acordo com o levantamento do Projeções Broadcast, o saldo de outubro ficou acima das expectativas do mercado financeiro, de superávit na ordem de R$ 15,5 bilhões no mês.

FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas da Europa terminaram a sessão sem direção única, em reação a falas de dirigentes do Banco Central Europeu (BCE) — entre eles, a presidente do banco central, Christine Lagarde.

Confira o fechamento dos principais índices da Europa:

  • DAX (Frankfurt): +0,15%, a 15.989,63 pontos;
  • FTSE 100 (Londres): -0,03%, a 7.458,51 pontos;
  • CAC 40 (Paris): -0,19%, a 7.251,33 pontos.
MAIORES ALTAS E QUEDAS DO PREGÃO

O Ibovespa renovou, mais uma vez, a máxima do ano, aos 126.748 pontos.

O tom positivo é impulsionado pela retomada de alta do petróleo e Nova York corrigindo as perdas do mês.

Confira as maiores do pregão:

CÓDIGONOMEULTVAR
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 12,075,88%
VBBR3VIBRA energia ONR$ 22,493,69%
ALPA4Alpargatas PNR$ 9,423,29%
HAPV3Hapvida ONR$ 4,713,29%
SMTO3São MartinhoR$ 33,543,14%

E as maiores quedas até agora:

CÓDIGONOMEULTVAR
ENEV3Eneva ONR$ 12,40-2,67%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 1,93-1,53%
RRRP33R Petroleum ONR$ 30,39-1,11%
SUZB3Suzano ONR$ 53,20-1,02%
EMBR3Embraer ONR$ 20,09-0,89%
NOVA YORK VIRA

As bolsas de Nova York inverteram o sinal e zeraram as perdas há pouco, em meio a falas de dirigentes do Federal Reserve (Fed).

  • S&P 500: +0,32%;
  • Dow Jones: +0,45%;
  • Nasdaq: +0,37%.
COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa segue renovando máximas ao longo do pregão, com o avanço apoiado pelo petróleo.

Por aqui, os investidores repercutem dados econômicos e dividem as atenções com a sabatina dos indicados ao Banco Central no Senado Federal. Paulo Picchetti e Rodrigo Teixeira foram aprovados pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Além disso, há a expectativa de tramitação de pautas econômicas. O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), confirmou ontem (27) que as propostas que preveem a taxação de fundos exclusivo e offshore e que regulamentam a tributação das apostas esportivas devem ser votadas na amanhã.

Os juros futuros (DIs) operam próximos da estabilidade, com viés de alívio na cauda mais curta repercutindo a perda de força do dólar, e a cauda mais longa com avanço na esteira dos rendimentos dos Treasurys.

O dólar cai 0,67%, a R$ 4,8670, no mercado à vista.

MERCADO DE TRABALHO

O Brasil abriu 190.366 vagas com carteira assinada em outubro deste ano. Os dados foram divulgados há pouco pelo Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged).

No ano, 1.784.695 postos de trabalho foram abertos no país.

GIRO DO MERCADO

Poucos dias após anunciar a troca de CEO, o Bradesco (BBDC4) recebeu a renúncia de Eurico Fabri ao cargo de vice-presidente executivo responsável pela área de atacado da companhia.

A analista Larissa Quaresma participa do Giro do Mercado desta terça-feira (28) para comentar como as últimas movimentações no quadro de funcionários do banco pode impactar os investidores.

O Assaí (ASAI3) anunciou que pretende iniciar um processo de desalavancagem cortando dois terços do Capex (capital utilizado para aquisição de maquinário e bens materiais) anual que hoje é de R$ 5 bilhões, para R$ 1,5 bi e R$ 2 bi, em 2024 e 2025, respectivamente.

Fernando Ferrer, analista da Empiricus Research, explica a nova estratégia do atacadista e se é hora de investir nas ações para aproveitar um possível aumento na distribuição de dividendos.

Acompanhe:

GETNINJAS (NINJ3): A ESPADADA FINAL?

A principal arma de um ninja, além das próprias habilidades, é a espada. Mas parece que a lâmina de Eduardo L’Hotellier não foi suficiente para vencer a batalha pelo comando da GetNinjas (NINJ3).

Uma semana após assumir o comando do conselho de administração da plataforma, a gestora Reag Investimentos votou pela demissão do fundador na noite da última segunda-feira (27) — e, assim, conseguiu fazer valer a sua vontade na reunião do colegiado.

Com um placar de três votos contra dois, o conselho decidiu destituir L’Hotellier dos cargos de CEO (diretor presidente) e de diretor de relações com investidores (DRI) após 12 anos na liderança da empresa, conforme apurou o Seu Dinheiro.

A decisão já era esperada. Afinal, antes de reformular o conselho da GetNinjas e assumir a cadeira de presidente do colegiado (chairman), o CEO da Reag, João Mansur, havia afirmado que a saída do fundador da GetNinjas era “quase certa” e que já possuía nomes em vista para a posição.

Leia mais.

ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York abriram em baixa, com a agenda mais esvaziada e à espera de novos dados econômicos ao longo da semana.

  • S&P 500: -0,21%;
  • Dow Jones: -0,06%;
  • Nasdaq: -0,21%.
GANHADOR 'ESQUECIDO' DA MEGA-SENA REIVINDICA PRÊMIO

O ganhador "sumido" do concurso 2630 da Mega-Sena finalmente reivindicou o prêmio de R$ 84.729.015,05.

Não sem antes jogar mais de R$ 1 milhão pelo ralo apenas em rendimentos conservadores.

Isso porque a pessoa deu início ao trâmite para sacar o valor quase dois meses depois do sorteio.

Relembre o caso do prêmio ‘esquecido’ da Mega-Sena

O concurso 2630 correu em 9 de setembro. As dezenas sorteadas foram 14, 18, 22, 26, 31 e 38.

Leia mais.

PETRÓLEO REDUZ GANHOS

Os contratos mais líquidos do petróleo reduziram os ganhos há pouco, com o barril do Brent no nível dos US$ 80.

O arrefecimento acontece em meio a novos rumores de que a reunião da Organização dos Países Produtores de Petróleo e Aliados (Opep+) deve adiar mais uma vez o encontro. As informações são da Reuters.

Inicialmente, o grupo se reuniria no último domingo (26), mas a reunião ministerial foi adiada para a próxima quinta-feira (30).

Nos últimos dias, as agências de notícias reportaram o esforço da Arábia Saudita, um dos maiores produtores do petróleo no mundo, para que outras nações aliadas reduzam a produção da commodity, principalmente os países africanos.

A reunião prevê a revisão dos níveis de produção de petróleo.

IPCA-15 ACIMA DO ESPERADO: BC DEVE MANTER A POLÍTICA DE CORTES NA SELIC?

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,33% em novembro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IPCA-15 é considerado uma prévia da inflação do mês.

Mais uma vez, o aumento nos preços das passagens aéreas foi um dos fatores que puxaram o índice para cima — repetindo o que aconteceu em outubro. Alimentos e Bebidas voltaram a impulsionar a inflação, após meses de deflação nos itens.

Por outro lado, os analistas seguem otimistas com o cenário de desinflação. Isso porque os núcleos — que desconsidera os preços de itens mais voláteis — e os preços subjacentes de serviços registraram pequena alta acima do esperado.

Para a economista Fernanda Mansano, "interpretação dos dados preliminares da inflação de novembro foi neutra, mantendo-se a pressão dos preços dos alimentos para o próximo mês".

Em linhas gerais, a expectativa ainda é de que o comportamento da inflação não deve alterar a dinâmica da política monetária. Ou seja, o processo contínuo de desinflação deve ainda reforçar novos cortes na taxa básica de juros, a Selic, em 50 ponto-percentual.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne em 13 de dezembro, a última reunião sobre política monetária do ano.

O FIM DA BINANCE

O número 4 se tornou, talvez, o mais importante do mercado de cripto. Ou, pelo menos, o mais emblemático…

Além de indicar o período, em anos, entre os halvings do bitcoin, ele se tornou uma resposta recorrente de Changpeng Zhao, o CZ, da Binance, para uma série de eventos e notícias no mercado cripto.

Uma notícia negativa, que muitas vezes era rumor, seria respondida por CZ com "4”.

Não se tratava de uma mensagem sem sentido. Era uma referência ao seguinte tuíte.

Leia mais.

MAIORES ALTAS E QUEDAS DA ABERTURA

O Ibovespa opera na contramão dos índices futuros de Nova York e sustenta alta com a recuperação do petróleo.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
MRFG3Marfrig ONR$ 9,431,40%
RECV3PetroReconcavo ONR$ 19,181,11%
CIEL3Cielo ONR$ 3,741,08%
ALPA4Alpargatas PNR$ 9,210,99%
PETR4Petrobras PNR$ 35,410,97%

E as maiores quedas após a abertura:

CÓDIGONOMEULTVAR
BHIA3Casas Bahia ONR$ 0,51-3,77%
ENEV3Eneva ONR$ 12,43-2,43%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 6,83-1,59%
EZTC3EZTEC ONR$ 17,84-1,55%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 1,93-1,53%
ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abre em alta de 0,12%, aos 125.885 pontos, apoiado pela recuperação do petróleo.

Por aqui, os investidores repercutem dados de inflação. O IPCA-15 subiu 0,33% em novembro, informou o IBGE. O indicador veio levemente acima da mediana das projeções do Broadcast de 0,30%.

No ano, o IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial, acumula alta de 4,30%. Em 12 meses, o avanço é de 4,84%.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) das companhias brasileiras Vale e Petrobras operam sem direção única no pré-mercado de Nova York.

Os papéis acompanham o desempenho das commodities no mercado internacional. O minério de ferro encerrou com queda de mais 2% em Dalian, o que repercute nos ADRs de Vale.

Já o petróleo ensaia alta, o que explica o tom positivos dos ADRs de Petrobras.

  • Vale (VALE): -0,40%, a US$ 14,83;
  • Petrobras (PBR): +0,33%, a US$ 15,28
MERCADO DE COMMODITIES

O mercado de commodities opera sem direção única.

O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian com queda de 2,61% e a tonelada cotada a US$ 132,95, após o órgão regulador do país realizar um pesquisa sobre os índices de preços de diversas commodities.

Os contratos mais líquidos do petróleo tenta recuperar as perdas à espera da reunião da Organização dos Países Produtores de Petróleo e seus aliados (Opep+). Os futuros do Brent, que são referência mundial, operam com alta de 0,88%, a US$ 80,59 o barril.

ZAMP (ZAMP3): GESTORA QUESTIONA PLANO DE SAÍDA DO NOVO MERCADO

Dona de 6,32% do capital da Zamp (ZAMP3), a gestora carioca Mar Asset digeriu mal a proposta do fundo Mubadala de tirar a operadora das redes de restaurantes Burger King e Popeyes no Brasil do Novo Mercado.

Na semana passada, o fundo ligado ao Emirado de Abu Dhabi pediu a convocação de uma assembleia de acionistas. Na pauta, a proposta de saída da Zamp do segmento de listagem com práticas mais rigorosas de governança corporativa da B3.

O argumento do Mubadala é que a listagem no Novo Mercado limita algumas das alternativas disponíveis para o financiamento e a expansão das atividades da companhia.

Mas a justificativa não convenceu totalmente a Mar Asset, quer incluir outros itens na pauta da assembleia. O encontro dos acionistas acontece no dia 3 de janeiro de 2024.

Leia mais.

ESQUENTA DOS MERCADOS

O Ibovespa futuro abriu em queda de 0,07%, aos 126.380 pontos. No mesmo horário, o dólar à vista era negociado em baixa de 0,10%, aos R$ 4,8949.

IPCA-15 VEM ACIMA DO ESPERADO

O IPCA-15 subiu 0,33% em novembro, conforme informou o IBGE, levemente acima da mediana das projeções do Broadcast de 0,30%.

Com isso, o IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial, acumula alta de 4,30% no ano. Em 12 meses, a alta foi de 4,84%.

FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM NO VERMELHO

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram no vermelho, mas tentam sustentar um viés positivo nesta terça-feira.

Com isso, os índices ampliam as perdas da véspera, mas de maneira contida.

Há expectativa por declarações de dirigentes do Federal Reserve e pelo índice de confiança do consumidor norte-americano.

Veja como estavam os índices futuros de Wall Street por volta das 7h:

  • Dow Jones futuro: +0,05%
  • S&P-500 futuro: -0,04%
  • Nasdaq futuro: -0,12%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM QUEDA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta terça-feira.

No entanto, os movimentos são modestos.

Os investidores aguardam um evento público com a participação da presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde.

Veja como estavam as principais bolsas europeias por volta das 7h:

  • Londres: -0,49%
  • Frankfurt: -0,08%
  • Paris: -0,47%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM SEM DIREÇÃO ÚNICA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção única nesta terça-feira.

Os movimentos foram atribuídos aos respectivos noticiários corporativos locais.

A bolsa de Taiwan registrou a maior alta do dia (+1,19%), seguida por Seul (+1,05%). Ainda no território positivo, a bolsa de Xangai avançou 0,23%.

Fecharam no vermelho as bolsas de Tóquio (-0,12%) e Hong Kong (-0,98%).

O QUE ROLOU NOS MERCADOS ONTEM?

O Ibovespa até tentou retomar os 126 mil pontos, mas a fraqueza de Nova York, na volta das negociações após o feriado de Ação de Graças, combinado com a queda do petróleo no mercado internacional, pesaram sobre o principal índice de ações da bolsa brasileira.

Por aqui, os investidores iniciaram a semana monitorando o julgamento dos precatórios no Supremo Tribunal Federal (STF).

Os ministros da Corte anteciparam votos e já têm maioria para autorizar o governo a quitar cerca de R$ 95 bilhões em dívidas judiciais neste ano. A ação deve ser liberada até quarta-feira (29).

O noticiário corporativo, por sua vez, deu conta de movimentar o mercado acionário.

Em destaque, Eneva propôs uma 'fusão de iguais' com a Vibra, enquanto a Americanas finalmente chegou a um acordo com os bancos credores sobre o plano de recuperação judicial.

Durante a semana, as atenções devem ser divididas entre a tramitação de pautas econômicas no Congresso Nacional e a divulgação de dados de inflação.

O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), confirmou que as propostas que preveem a taxação de fundos exclusivo e offshore e que regulamentam a tributação das apostas esportivas devem ser votadas na próxima quarta-feira (29).

Lá fora, a agenda foi esvaziada. Com destaque apenas para a Europa, que encerrou o pregão em queda em reação às novas declarações da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde.

O Ibovespa terminou o pregão com avanço de 0,17%, aos 125.731 pontos. O dólar fechou a R$ 4,8997, com leve alta de 0,09%, no mercado à vista.

Confira o que movimentou os mercados na última segunda-feira (27).

UMA FACA DE DOIS GUMES

Após uma sequência de dias quentes, diversos leitores têm me procurado para discutir o possível impacto desses eventos climáticos extremos ocorrendo no Brasil, especialmente no que se refere à inflação e, eventualmente, à trajetória de redução da taxa Selic.

Essa preocupação é justificada, uma vez que os especialistas preveem condições ainda mais adversas em dezembro, com calor intenso no Sudeste e no Centro-Oeste, seca na Amazônia e Nordeste, e enchentes no Sul.

A questão central seria se esses eventos teriam um impacto significativo nos preços dos alimentos e da energia.

Entendo que, mesmo que haja alguma influência, pessoalmente, não acredito que isso se torne um game changer.

Leia mais.

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FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

MENOS DINHEIRO NO BOLSO

Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020

31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

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