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No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Ibovespa vai aos 132 mil pontos e quebra novo recorde de fechamento com Vale (VALE3) e NY no azul; dólar recua e fica abaixo de R$ 4,90

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21 de dezembro de 2023
7:44 - atualizado às 14:44

RESUMO DO DIA: Com o forte avanço do minério de ferro impulsionando as ações da Vale (VALE3) e do dia positivo em Wall Street, que voltou a subir após a realização da véspera, o Ibovespa encerrou mais um pregão em alta e quebrando recordes.

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O principal índice acionário da B3 subiu 1,05%, aos 132.182 pontos, nova máxima histórica para um fechamento. Já o dólar à vista recuou 0,49% e terminou o dia cotado em R$ 4,8877.

A agenda local foi mais esvaziada com a proximidade do recesso parlamentar. Mas, antes das férias, o Senado aprovou um tema que chama a atenção do mercado: a Medida Provisória (MP) da subvenção do ICMS, principal aposta do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para levantar receitas extras em 2024.

No campo econômico, as atenções se concentraram na repercussão do Relatório Trimestral de Inflação (RTI) do Banco Central e na entrevista coletiva do presidente Roberto Campos Neto.

O documento traz a atualização de algumas das estimativas da autoridade monetária para a economia brasileira. Nesta edição de dezembro de 2023, o BC elevou a projeção para o PIB deste ano de 2,9% para 3,0%. Já as projeções para a inflação em 2023 e 2024, liberadas na semana passada, são de +4,6% e +3,5%, respectivamente.

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Após a divulgação das projeções, a coletiva com Campos Neto revelou mais um sinal ao mercado sobre a trajetória dos juros brasileiros. O presidente do BC confirmou que a sinalização sobre o atual ritmo de corte da taxa Selic, de 0,50 ponto percentual, é adequada até março.

Leia Também

Lá fora, o destaque foi a divulgação do PIB do terceiro trimestre dos EUA. O principal indicador de atividade econômica apontou crescimento menor do que o esperado, o que reforçou a expectativa de cortes na taxa de juros do país e impulsionou o desempenho das bolsas de Wall Street

Confira o que movimentou os mercados nesta quinta-feira (21):

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

A Braskem (BRKM5) liderou os ganhos do Ibovespa nesta quinta-feira (21) mesmo após a petroquímica ter sido alvo de uma operação da Polícia Federal.

A Usiminas (USIM5) e outras mineradoras e siderúrgicas da B3 também aparecem no ranking impulsionadas pela alta do minério de ferro no mercado internacional.

Confira as maiores altas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
BRKM5Braskem PNR$ 21,057,07%
SOMA3Grupo Soma ONR$ 7,405,41%
GOLL4Gol PNR$ 9,065,35%
USIM5Usiminas PNAR$ 9,133,75%
CSNA3CSN ONR$ 19,053,65%

Já a ponta negativa do índice foi dominada por papéis ligados ao consumo, como o varejo e a construção civil. Veja abaixo:

CÓDIGONOMEULTVAR
BHIA3Casas Bahia ONR$ 10,38-5,12%
ALPA4Alpargatas PNR$ 9,13-2,25%
IRBR3IRB Brasil ONR$ 48,55-2,02%
MRVE3MRV ONR$ 10,69-1,84%
EZTC3EZTEC ONR$ 18,40-1,71%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa quebrou um novo recorde de fechamento hoje. O principal índice da B3 subiu 1,05% aos 132.182 pontos, novo patamar máximo histórico para um encerramento de pregão.

FECHAMENTO EM NY

Nem mesmo a alta dos juros dos treasurys foram capaz de parar as bolsas de Nova York hoje. Os principais índices de Wall Street fecharam em alta após o PIB dos Estados Unidos apontar um crescimento menor do que o esperado e reforçar a expectativa de cortes na taxa de juros do país.

Confira abaixo:

  • Dow Jones: +0,87%
  • S&P 500: +1,03%
  • Nasdaq: +1,26%
FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar à vista fechou a quinta-feira (21) em queda. A moeda norte-americana recuou 0,49% e terminou o dia cotada em R$ 4,8877.

O QUE DERRUBOU O PETRÓLEO HOJE

Os contratos futuros de petróleo terminaram o dia em queda, interrompendo uma sequência vencedora patrocinada por interrupções de oferta.

O mercado acredita agora que os conflitos no Mar Vermelho não devem ter um impacto tão significativo no mercado global.

Além disso, a saída da Angola da Organização de Países Exportadores de Petróleo (Opep) pode ampliar as dificuldades de corte de oferta entre os membros do cartel no futuro.

Com esse pano de fundo, o WTI para fevereiro fechou em baixa de 0,44%, a US$ 73,89 o barril, em Nova York. Na Intercontinental Exchange (ICE), o Brent para o mesmo mês caiu 0,39%, a US$ 79,39 por barril.

B3 (B3SA3) VALE MUITO MAIS QUE UMA CHANEL

Quando se fala em uma bolsa valiosa, a primeira coisa que muita gente pensa é em uma Louis Vuitton ou em uma Chanel, mas nesta quinta-feira (21) quem viu seu valor disparar foi a B3, a dona da bolsa de valores brasileira

As ações B3SA3 avançavam 1,60%, a R$ 14,40, durante a tarde de hoje, aumentando em cerca de R$ 1,5 bilhão o valor de mercado da empresa. Acompanhe nossa cobertura ao vivo dos mercados

Essa valorização acontece depois que o Safra elevou a recomendação da B3 de neutra para compra, com preço-alvo de R$ 19 — o que representa um potencial de valorização de 34% em relação ao último fechamento. 

Segundo o banco, a dona da bolsa brasileira é agora o papel preferido no setor financeiro nacional. 

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Fundo imobiliário de logística calcula queda no rendimento após locatário avisar que vai rescindir contrato de aluguel

Os rendimentos do fundo imobiliário Hedge Logística (HLOG11) devem sofrer um baque no próximo ano. Um dos locatários do FII, a Coopercarga, enviou nesta semana uma notificação informando que pretende rescindir o contrato com o fundo.

A empresa aluga, atualmente, os módulos de B1 a B8 do Condomínio Citlog Viracopos. A área a ser desocupada corresponde a cerca de 44,7 mil metros quadrados e representa 17,8% da área locável do HLOG11. Já o peso na receita é de 18,4%.

Vale destacar que o contrato de locação prevê um aviso prévio de quatro meses. Mas, após o período, a vacância física do imóvel subirá para 56%, enquanto a taxa de espaços vazios no portfólio do fundo totalizará 31,1%.

Considerando o valor do aluguel e custos de condomínio e IPTU ligados aos espaços, a gestão do FII calcula que a rescisão representa um impacto de aproximadamente R$ 0,21 por cota no resultado operacional e, consequentemente, no rendimento do Hedge Logística.

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TREASURYS NAS MÁXIMAS

Após abrir o dia em queda, o juros da T-Note, como são chamados os títulos do Tesouro dos Estados Unidos, com vencimento em 10 anos inverteram o sinal e renovaram a máxima do dia há pouco.

Por volta das 15h45, o título subia 3,904%. Mais cedo, a T-Bond de 30 anos também atingiu a máxima do dia com alta de 4,028%.

Vale relembrar que os Treasurys, como também são conhecidos os títulos da dívida do governo norte-americano, são considerados o investimento mais seguro do mundo, pelo fato de o governo dos EUA nunca ter dado calote na história e ainda ser o emissor da moeda — no caso o dólar.

Assim como os títulos do Tesouro brasileiro, os Treasurys possuem diferentes vencimentos, sendo os mais relevantes os de 2, 10 e 30 anos.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

A Braskem (BRKM5) segue liderando os ganhos do Ibovespa nesta quinta-feira (21) mesmo após a petroquímica ter sido alvo de uma operação da Polícia Federal.

A Vale (VALE3) e outras mineradoras e siderúrgicas da B3 também aparecem no ranking impulsionadas pela alta do minério de ferro no mercado internacional.

Confira como estava a ponta positiva do índice por volta das 15h10:

CÓDIGONOMEULTVAR
BRKM5Braskem PNR$ 20,745,49%
CSNA3CSN ONR$ 19,033,54%
USIM5Usiminas PNAR$ 9,083,18%
VALE3Vale ONR$ 76,793,09%
GOLL4Gol PNR$ 8,842,79%

Veja também as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
BHIA3Casas Bahia ONR$ 10,52-3,84%
SMTO3São MartinhoR$ 29,04-1,69%
ALPA4Alpargatas PNR$ 9,20-1,50%
LWSA3Locaweb ONR$ 6,01-1,31%
IRBR3IRB Brasil ONR$ 48,85-1,41%
CVM SUSPENDE EMISSÃO DE COTAS DO FII SNEL11

A segunda emissão de cotas do fundo imobiliário Suno Energias Limpas (SNEL11) estava prevista para ser liquidada na próxima semana. Mas esse cronograma deve mudar após a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) enquadrar a operação e suspendê-la por até 30 dias.

Segundo comunicado enviado à imprensa na última quarta-feira (21), a Superintendência de Registro de Valores Mobiliários (SRE) da "xerife" do mercado de capitais encontrou irregularidades no prospecto da oferta, divulgado no mês passado.

Os problemas estão ligados à taxa de ingresso de R$ 16 por nova cota pedida pelo FII. De acordo com a autarquia, a cobrança contraria uma manifestação pretérita do Colegiado a respeito do tema e mostra-se inconsistente com disposições do regulamento do fundo.

A taxa contraria ainda um entendimento da área técnica a respeito da sua forma de contabilização e eventual utilização para fins de distribuição de resultados aos cotistas.

Leia mais.

FECHAMENTO NA EUROPA

Após o vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, afirmar que ainda é cedo para pensar em corte de juros, as principais bolsas da Europa fecharam a quinta-feira (21) em queda.

Veja abaixo:

  • Londres: -0,27%
  • Paris: -0,16%
  • Frankfurt: -0,27%
  • Milão: -0,29%
  • Stoxx 600: -0,21%
BRASKEM (BRKM5) EM DISPARADA

O fato de ter sido alvo de uma operação da Polícia Federal nesta quinta-feira (21) não atrapalha o desempenho da Braskem (BRKM5) no mercado acionário. Por volta das 13h45, as ações da petroquímica registram a maior alta do Ibovespa com ganhos de 6,16%, a R$ 20,87.

De acordo com informações do Broadcast, o avanço é puxado por UBS e Morgan Stanley, que lideram a ponta compradora do papel. Já na extremidade vendedora os destaques são XP, BTG Pactual e Santander.

Vale relembrar que, mais cedo, agentes da PF cumpriram mandatos de busca e apreensão na sede da Braskem em Alagoas.

O objetivo da operação, chamada de "Lágrimas de Sal", é apurar se estudo ambientais falsos embasaram a exploração de sal-gema em Maceió. A atividade causou instabilidade do solo e leva ao afundamento de bairros inteiros da capital do Estado.

CAMPOS NETO: SELIC VAI CAIR 0,5 PP NAS PRÓXIMAS DUAS REUNIÕES

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, fez uma confirmação inédita nesta quinta-feira (21). O dirigente revelou que, quando o Comitê de Política Monetária do BC (Copom) utiliza "próximas reuniões" em seus comunicados, o termo refere-se aos dois encontros seguintes.

"É um prazo compatível com incertezas", afirmou em coletiva realizada hoje. Assim, Campos Neto reiteirou que a sinalização sobre o atual ritmo de corte da taxa Selic, de 0,50 ponto percentual, é adequada até março.

O presidente do BC também destacou que a última semana foi de boas notícias para o mercado, principalmente vindas do Congresso, que aprovou enfim a reforma tributária.

Campos Neto, porém, afirmou que a greve geral no Banco Central, aprovada pelo sindicato dos funcionários ontem, "preocupa" e pode atrasar os trabalhos da instituição.

*Com informações do Broadcast

A BOLSA VAI ABRIR NO NATAL E ANO NOVO? VEJA COMO FICA O FUNCIONAMENTO

Então é Natal e o que você pretende fazer, investidor? Mais um fim de ano se aproxima e, junto ao agito das festividades, vem a correria do mercado para reorganizar a carteira antes da virada. Afinal, ninguém quer perder dinheiro por causa de um portfólio descalibrado.

Mas, enquanto a maioria esmagadora do mercado financeiro segue a todo o vapor, a bolsa de valores se prepara para uma pausa merecida.

Afinal, como de costume, os feriados tendem a movimentar o funcionamento de serviços básicos no Brasil, como os bancos, Correios e até o transporte — e o mundo dos investimentos não é exceção.

Por isso, o Seu Dinheiro foi atrás de todas as informações que você precisa para se preparar para as festas e começar 2024 com o pé direito. 

Leia mais.

ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York abriram em forte alta, após a realização dos ganhos na véspera.

  • S&P 500: +0,85%;
  • Dow Jones: +0,74%;
  • Nasdaq: +1,10%.

O tom positivo é impulsionado pelo crescimento menor do que o esperado da economia dos Estados Unidos no terceiro trimestre.

O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos cresceu 4,9% no terceiro trimestre, na base anual. O mercado esperava alta de 5,2% no período.

Em reação, os investidores aumentaram as apostas de corte de 0,25 ponto percentual na faixa de juros do país em março.

JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) acompanham o recuo dos rendimentos (yields) dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys, e aliviam os ganhos em toda a curva.

Os juros projetados do Treasury de dez anos, referência para o mercado, recua a 3,84%, e os de 30 anos, referência para hipotecas do país, cai a 3,985%.

O ritmo de quedas foi acelerado após o PIB do terceiro trimestre dos Estados Unidos vir abaixo do esperado, o que reforça a expectativa de corte de juros ainda no primeiro trimestre de 2024.

Por aqui, além dos Treasurys, o alívio é impulsionado pela subvalorização do dólar ante moedas fortes globais e o dólar, além da promulgação da Reforma Tributária ontem (20) no Congresso Nacional.

Acompanhe o desempenho dos DIs:

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F24DI Jan/2411,64%11,64%
DI1F25DI Jan/2510,04%10,07%
DI1F26DI Jan/269,60%9,63%
DI1F27DI Jan/279,69%9,72%
DI1F28DI Jan/289,92%9,96%
DI1F29DI Jan/2910,05%10,12%
DI1F30DI Jan/3010,18%10,24%
IBOVESPA REDUZ GANHOS

Após superar os 132 mil pontos, o Ibovespa reduziu os ganhos e voltou aos 131 mil pontos. O tom positivo é impulsionado pelo desempenho das commodities metálicas e reforço das apostas de corte nos juros nos Estados Unidos a partir de março após o PIB trimestral.

Os ganhos são limitados, porém, pelo recuo acima de 1% do petróleo.

O Ibovespa sobe 0,70%, aos 131.743 pontos.

CORTE DE JUROS NOS EUA

Após o PIB vir abaixo do esperado para o terceiro trimestre nos Estados Unidos, o mercado aumentou as apostas de corte de 0,25 ponto percentual na faixa de juros do país em março.

Os traders agora veem 72,7% de chance de o banco central norte-americano levar os juros para a faixa de 5,00% a 5,25% ao ano, de acordo com a ferramenta de monitoramento do CME Group. Ontem (20), essa probabilidade era de 69,6%.

REAÇÃO AO PIB DOS EUA

Em reação do PIB do terceiro trimestre com crescimento menor do que o esperado, os índices de Nova York mantiveram o ritmo de ganhos no pré-mercado.

  • S&P futuro: +0,59%;
  • Dow futuro: +0,46%;
  • Nasdaq futuro: +0,78%.

O dólar, por sua vez, acelerou o ritmo de quedas. O indicador DXY, que compara a moeda a uma cesta de seis divisas globais como euro e iene, renovou a mínima e opera em queda de 0,47%, aos 101.923 pontos

Na comparação com o real, o dólar cai a R$ 4,8817 (-0,625).

Por fim, o Ibovespa acelerou os ganhos e retomou os 132 mil pontos.

ECONOMIA DOS EUA

O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos cresceu 4,9% no terceiro trimestre, na base anual. Os dados foram divulgados há pouco.

O PIB, principal indicador de atividade econômica, veio abaixo do crescimento esperado de 5,2% na comparação com o mesmo período do ano passado.

MAIORES ALTAS E QUEDAS DA ABERTURA

O Ibovespa retomou os 131 mil pontos após a abertura, com apoio da forte alta do minério de ferro.

Na China, a commodity avançou quase 4% e, como reflexo, impulsiona as ações das companhias do setor. CSN e Usiminas, por exemplo, figuram entre as maiores altas nos primeiros minutos do pregão.

Klabin é o destaque, com os investidores repercutindo a aquisição de ativos florestais, máquina e equipamentos da Arauco Florestal por R$ 1,1 bilhão.

Confira as maiores altas do Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
AZUL4Azul PNR$ 16,212,34%
KLBN11Klabin unitsR$ 21,681,93%
BEEF3Minerva ONR$ 7,421,92%
CSNA3CSN ONR$ 18,711,80%
USIM5Usiminas PNAR$ 8,951,70%

Na ponta negativa, as ações recuam por movimento de realização dos ganhos. Casas Bahia após disparar 13% e fechar com alta de 8% na véspera, lidera as quedas do Ibovespa.

Confira as maiores baixas do índice após a abertura:

CÓDIGONOMEULTVAR
BHIA3Casas Bahia ONR$ 10,83-1,01%
SOMA3Grupo Soma ONR$ 7,00-0,28%
ENEV3Eneva ONR$ 13,54-0,22%
ABEV3Ambev ONR$ 13,71-0,22%
ALPA4Alpargatas PNR$ 9,32-0,21%
ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa avança 0,74%, aos 131.778 pontos, após a abertura. O tom positivo é impulsionado pelo forte avanço das commodities metálicas.

O minério de ferro encerrou em alta de 3,53% em Dalian.

Com a promulgação da Reforma Tributária e aprovação da medida provisória da subvenção do ICMS no Senado Federal, a agenda de Brasília perde o foco das atenções.

Por aqui, o destaque do dia é o Relatório Trimestral de Inflação (RTI), acompanhado da entrevista coletiva do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Lá fora, os investidores aguardam novos dados de atividade econômica nos Estados Unidos, com a divulgação do PIB trimestral.

O ENQUADRO DA POLÍCIA FEDERAL NA BRASKEM (BRKM5)

A Braskem (BRKM5) acaba de entrar na mira da Polícia Federal. A PF abriu na manhã desta quinta-feira (21) uma investigação sobre possíveis crimes cometidos durante os anos de exploração de sal-gema pela empresa em Maceió.

A operação foi batizada de Lágrimas de Sal, uma "referência ao sofrimento causado à população pela atividade de exploração de sal-gema".

A exploração do minério pela Braskem na capital de Alagoas aconteceu de 1976 a 2019 e resultou em uma grave instabilidade no solo de bairros como Pinheiro, Mutange, Bebedouro e áreas próximas.

A região se tornou inabitável, uma vez que trouxe riscos de desmoronamento de casas, ruas e fechamento do comércio, levando mais de 60 mil pessoas a terem que deixar os bairros.

Leia mais.

MERCADO DE COMMODITIES 

As commodities operam sem direção única nesta quinta-feira.

O minério de ferro encerrou a negociação em Dalian, na China, em alta de 3,53%, cotado a US$ 135,42.

Já o petróleo do tipo Brent recuava 1,08% por volta das 10h, negociado a US$ 78,84 o barril. Enquanto isso, o óleo WTI caía 1,48% no mesmo horário, a US$ 73,12.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) abriram com viés de queda nesta quinta-feira, pressionados pela queda do dólar nesta manhã.

Vale destacar que o volume de negócios está mais fraco devido ao fim do ano.

Veja como abriram os DIs hoje: 

CÓDIGONOMEULT MIN MAX ABE FEC 
DI1F24DI Jan/2411,64%11,64%11,65%11,65%11,64%
DI1F25DI Jan/2510,05%10,04%10,07%10,07%10,07%
DI1F26DI Jan/269,61%9,60%9,63%9,61%9,63%
DI1F27DI Jan/279,70%9,69%9,72%9,70%9,72%
DI1F28DI Jan/289,94%9,93%9,96%9,96%9,96%
DI1F29DI Jan/2910,09%10,08%10,12%10,12%10,12%
DI1F30DI Jan/3010,23%10,23%10,24%10,24%10,24%
DI1F31DI Jan/3110,33%10,32%10,35%10,34%10,35%
MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

Bom dia, pessoal.

Justamente quando se antecipava que o S&P 500 alcançaria uma nova máxima histórica, o índice de ações norte-americano se voltou para baixo, experimentando uma correção natural após uma série de altas, conforme discutimos anteriormente.

É evidente que o índice estava excessivamente comprado, indicando a necessidade de realizar lucros, mesmo diante de notícias positivas sobre a confiança do consumidor e as vendas de casas existentes.

No entanto, nesta manhã, os futuros dos EUA apresentam uma leve alta, já se recuperando da queda de ontem.

No cenário internacional, as ações asiáticas registraram queda nesta quinta-feira, seguindo a tendência observada em Wall Street na quarta.

As ações europeias aprofundam a correção, embora já estejamos testemunhando uma recuperação nos mercados norte-americanos.

Na agenda, aguardamos a divulgação da leitura final do PIB do terceiro trimestre dos EUA, o que prepara o terreno para o indicador de inflação preferido pelo Federal Reserve, o PCE, na sexta-feira.

O petróleo e o minério de ferro estão em alta nesta manhã, impulsionando o otimismo em relação às commodities.

A ver…

00:56 — Você piscou e o Congresso trabalhou como nunca

No Brasil, os investidores estão absorvendo a aprovação consecutiva de diversas pautas nos últimos dias.

Destaque para a MP 1185, que trata das subvenções do ICMS, e que foi aprovada no Senado ontem, seguindo agora para sanção presidencial.

Este movimento, anteriormente considerado incerto pelo mercado, pode reanimar as condições por aqui após a correção de ontem, uma vez que a medida possui o potencial adicional de injetar mais de R$ 35 bilhões para a Fazenda no próximo ano.

Embora estejamos distantes do déficit zero, com a previsão de encerrar o ano com cerca de 1,4% do PIB em déficit, qualquer avanço para reduzi-lo deverá ser positivamente recebido pela curva de juros.

Entretanto, não concluímos ainda, pois é necessário ainda a aprovação da Lei Orçamentária Anual e a proposta de apostas esportivas, que também regulará cassinos virtuais, conforme indicações.

Mas o cronograma está consideravelmente menos apertado do que antes.

Na agenda, aguardamos o Relatório de Inflação, que pode proporcionar insights adicionais sobre a trajetória da política monetária, e a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), que pode deliberar sobre o rotativo dos cartões de crédito.

Com seis pregões restantes para o encerramento do ano, ainda vislumbro a possibilidade de o mercado local ganhar ímpeto nos últimos dias de 2023, completando o ciclo do Rali de Natal.

01:42 — Pausa para recuperar o fôlego

A recuperação das ações nos Estados Unidos, impulsionada pela reunião do Federal Reserve na semana passada, chegou ao seu fim ontem, com os três principais índices fechando no vermelho.

Curiosamente, no início da quarta-feira, o Dow e o Nasdaq pareciam encaminhar-se para a décima sessão consecutiva de ganhos.

Talvez essa prolongada sequência de vitórias tenha sido o catalisador para os investidores realizarem lucros, apesar dos dados de ontem indicarem que os americanos estão se sentindo um pouco mais otimistas em relação à economia.

Além disso, as vendas de casas existentes surpreendentemente aumentaram para 3,82 milhões em novembro, interrompendo uma queda de cinco meses e superando a expectativa consensual de 3,78 milhões de unidades.

No entanto, isso não foi o bastante para estimular os investidores, que aguardam com expectativa a terceira e última estimativa do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre, projetada para atingir 5,2% em termos anualizados, a taxa mais alta desde o quarto trimestre de 2021.

O dado de hoje prepara o terreno para o relatório PCE que será divulgado na sexta-feira.
02:39 — Um novo pacto fiscal

A Europa acertou sobre novas diretrizes fiscais, realizando atualizações no Pacto de Estabilidade e Crescimento.

Embora a meta de manter a dívida em relação ao PIB em 60% tenha sido mantida, reconhece-se que, com o governo desempenhando um papel mais proeminente nas economias, é natural esperar uma razão de dívida mais elevada.

Essa resolução pôs fim a meses de disputas sobre a austeridade fiscal, evidenciando divergências entre as autoridades quanto à capacidade do bloco de investir em setores críticos, como a defesa.

É crucial estender essa discussão aos países emergentes, dado o contexto de uma crise da dívida que se intensifica no mundo em desenvolvimento, especialmente à medida que os custos das dívidas começam a afetar as nações mais carentes.

Em 2024, essas nações, conhecidas pelos investidores do mundo desenvolvido como "mercados fronteiriços" (incluindo Bolívia, Etiópia e Tunísia), enfrentarão o desafio de reembolsar aproximadamente 200 bilhões de dólares em obrigações e outros empréstimos. A expectativa de inadimplência é palpável.

03:25 — Estabilidade relativa

A relação geopolítica mais crucial do mundo permanece em grande parte desprovida de confiança.

No entanto, em comparação com os eventos dos últimos anos, o diálogo entre os EUA e a China emerge cada vez mais como um oásis de estabilidade em meio às turbulências globais.

A produtiva reunião entre Biden e Xi durante a cúpula da Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (APEC) em São Francisco, ocorrida em novembro, foi um lembrete valioso de que ambos os governos demonstram maturidade geopolítica.

Ambos países favorecem a estabilidade em detrimento do caos, cada um trabalhando para conter os danos causados por crises internacionais.

Embora os EUA e a China mantenham opiniões divergentes sobre questões como Ucrânia e Israel, evitam cuidadosamente ações que possam intensificar as consequências observadas em conflitos ao redor do mundo.

Naturalmente, subsiste um conflito entre esses dois gigantes, uma vez que tratamos das nações mais poderosas do mundo em meio a uma crescente rivalidade tecnológica.

No entanto, ao contrário dos conflitos no Oriente Médio e na Ucrânia, as tensões entre EUA e China são contidas, em parte, pela interdependência econômica.

Olhando para 2024, vislumbro a China intensificando seus esforços para restabelecer relações com o Ocidente.

04:18 — A Índia e o Brasil como pontes para o Sul Global

Apesar de enfrentar diversos desafios, a Índia mantém-se como uma democracia politicamente estável.

A desaceleração do crescimento chinês tornou a expansão econômica da Índia de importância crucial para a economia global.

Contudo, em 2024, o papel mais significativo da Índia não reside apenas em sua contribuição econômica. Destaca-se como uma ponte emergente entre o Sul Global, por um lado, e os Estados Unidos, o Japão e a Europa, por outro.

A importância geopolítica desse papel para Nova Deli é difícil de ser exagerada.

Muitas nações em desenvolvimento sentem-se alienadas pelo papel dominante dos EUA e das economias industriais avançadas na política internacional e na economia global.

A Índia, ao atuar como ponte, contribui para tornar a arquitetura global mais estável e inclusiva. E é nesse contexto que o Brasil desempenha um papel fundamental.

Este ano marca um marco histórico para a balança comercial brasileira, convergindo a conta corrente para um superávit e ganhando vantagem nos termos de troca em relação a outros mercados emergentes.

O expressivo superávit comercial agrícola do Brasil envolve a importação de fertilizantes da Rússia e a exportação de colheitas para a China.

Ao incluir a Índia nesse cenário, dada sua falta de alimentos, água e energia, o Brasil emerge no centro do Sul Global (poderia fornecer os três de forma barata).

Vale destacar também o crescimento previsto na produção de petróleo nos próximos anos. Indiscutivelmente, nessa nova fase da geopolítica global, Brasil e Índia podem desempenhar conjuntamente um papel fundamental.

BRASIL GANHA REFORMA TRIBUTÁRIA APÓS TRÊS DÉCADAS DE DEBATES

A aprovação da primeira reforma tributária desde a ditadura vem dominando o noticiário econômico neste fim de ano.

E a vitória do governo na última quarta-feira (20) já vem rendendo frutos: a agência de classificação de risco de crédito S&P elevou o rating do Brasil, deixando o país a apenas dois degraus de recuperar a indicação de “grau de investimento”.

A euforia, no entanto, pode se perder em meio ao longo caminho que a reforma ainda precisa percorrer para estar plenamente em vigor. Isso porque o desafio agora será a regulamentação por meio de leis complementares, que serão enviadas pelo governo ao Legislativo em 2024.

A aprovação das leis complementares tende a ser mais fácil para o governo, já que é necessário o apoio de no mínimo 257 deputados e 41 senadores. Isso porque, para passar Propostas de Emenda à Constituição (PEC) como a da reforma tributária, são necessários 308 votos na Câmara e 49 no Senado para passar.

Leia mais.

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar começou o dia em queda de 0,41%, negociado a R$ 4,8921 no mercado à vista.

A moeda norte-americana realiza os lucro de ontem, enquanto reage ao avanço da medida provisória (MP) das subvenções no Senado.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro começou a sessão esta quinta-feira (21) em alta de 0,46%, aos 133.335 pontos. O principal índice de ações da B3 acompanha o tom mais positivo nos Estados Unidos.

Por aqui, os investidores devem concentrar as atenções no relatório de inflação do Banco Central e na entrevista coletiva do chefão do BC, Roberto Campos Neto.

TURQUIA SOBE OS JUROS DE NOVO, MAS SINALIZA INTENÇÃO DE ENCERRAR APERTO

O Banco Central da Turquia elevou hoje os juros básicos pela sétima reunião seguida.

A taxa básica de juro na nação eurasiática passou de 40% para 42,5%.

A decisão veio em linha com as expectativas dos analistas.

Apesar disso, a autoridade monetária turca sinalizou intenção de encerrar o ciclo de aperto "o mais breve possível".

Em comunicado, o BC da Turquia afirmou que a política monetária está "significativamente perto" do nível necessário para estabelecer a perspectiva desinflacionária.

KLABIN (KLBN11) VAI DESEMBOLSAR QUASE R$ 6 BILHÕES POR PROJETO DA ARAUCO NO PARANÁ

A contagem regressiva para as festas de fim de ano já começou, mas isso não quer dizer que os investidores ficarão sem novidades no mercado financeiro. A Klabin (KLBN11) movimentou a manhã desta quinta-feira (21) com um dos maiores negócios do ano: a empresa vai desembolsar quase R$ 6 bilhões em uma aquisição no Sul do país.

A empresa fechou um contrato de US$ 1,16 bilhão com a chilena Arauco para a compra da operação florestal no Paraná que forma o “Projeto Caetê”. O montante considera capital de giro zero e zero dívida líquida, mas está sujeito a ajustes.

“Esse é mais um movimento que reforça o foco da empresa em eficiência operacional, com diligente alocação de capital e valor presente líquido (VPL) estimado em aproximadamente R$ 2 bilhões”, afirma Cristiano Teixeira, diretor-geral da Klabin, em nota à imprensa.

Os papéis da Klabin (KLBN11) operam em alta hoje. Por volta das 11h15, as units subiam 1,36%, negociadas a R$ 21,56.

Leia mais.

RELATÓRIO TRIMESTRAL DE INFLAÇÃO

O Banco Central (BC) divulgou na manhã de hoje a mais recente edição de seu Relatório Trimestral de Inflação.

O documento traz a atualização de algumas das projeções da autoridade monetária para a economia brasileira.

Nesta edição de dezembro de 2023, o BC elevou a projeção para o PIB deste ano de 2,9% para 3,0%.

Em contrapartida, a estimativa para o PIB de 2024 baixou de 1,8% para 1,7%.

O cenário-base do BC também traz uma discreta elevação da projeção para a inflação anual de 2026, que passou de 3,1% para 3,2%, ante meta de 3,0%.

Divulgadas na semana passada, as projeções para a inflação em 2023, 2024 e 2025 são de +4,6%, +3,5% e +3,2%, respectivamente.

BOLSAS DA ÁSIA FECHAM SEM DIREÇÃO ÚNICA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção única nesta quinta-feira.

O destaque negativo coube à bolsa de Tóquio. O índice Nikkei recuou 1,59%.

O mercado japonês de ações foi abalado por um recall chamado pela Toyota por problemas de segurança em modelos fabricados por uma subsidiária. Desde abril eram investigadas suspeitas de manipulação de testes de colisão. A ação da Toyota caiu mais de 4% hoje.

Também fecharam em queda as bolsas de Seul (-0,55%) e Taiwan (-0,52%).

No lado positivo, a bolsa de Xangai subiu 0,57% e a de Hong Kong oscilou 0,04%.

Os ganhos recompõem parte das recentes perdas derivadas das incertezas econômicas na China.

BOLSAS DA EUROPA ABREM EM QUEDA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta quinta-feira.

Os investidores repercutem sinalizações de que um esperado processo de relaxamento monetário nas economias desenvolvidas talvez seja mais lento do que gostariam.

Apesar do sinal vermelho, os recuos em Londres, Frankfurt e Paris são tímidos.

Confira:

  • FTSE 100 (Londres): -0,45%
  • CAC 40 (Paris): -0,54%
  • DAX (Frankfurt): -0,62%
FUTUROS DE NOVA YORK SINALIZAM RETOMADA DO RALI

As bolsas de valores de Nova York realizaram lucros ontem.

Hoje pela manhã, no entanto, os índices futuros de Wall Street sinalizam uma retomada do recente rali.

Os investidores estão na expectativa dos números finais do PIB dos Estados Unidos no terceiro trimestre, previstos para antes da abertura.

O dado trimestral do índice de gastos com consumo pessoal nos EUA também será observado com atenção.

Veja como andam os índices em NY:

  • S&P 500: +0,42%
  • Dow Jones: +0,39%
  • Nasdaq: +0,56%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa não conseguiu sustentar o tom positivo na sessão da última quarta-feira (20). O principal índice de ações da B3 terminou o pregão com recuo de 0,79%, aos 130.804,17 pontos.

Por sua vez, o dólar fechou a R$ 4,9120 ontem, com alta de 0,99%, no mercado à vista.

Confira o que movimentou os mercados.

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