O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Americanas deixou de pagar integralmente o aluguel de um dos galpões do VBI Logística (LVBI11), cujo vencimento era neste mês.
Os gestores do fundo imobiliário VBI Logística (LVBI11) ficaram um tanto quanto confusos quando a Aratulog Armazenagem, empresa de galpões na qual o FII detém uma participação 70%, apareceu na lista de credores do processo de recuperação judicial da Americanas (AMER3).
A companhia loca parte de um empreendimento homônimo localizado na Bahia para a varejista. Mas, quando a relação de débitos foi divulgada, no final de janeiro, a empresa afirmou que o último aluguel do espaço estava pago e não registrava nenhuma dívida em nome da Americanas
Ainda assim, a Aratulog foi listada como a detentora de pouco mais de R$ 871,9 mil em créditos concursais no processo.
Na época, o LVBI11, que é um dos principais fundos de logística do país, prometEu que iria apurar a natureza dessa suposta dívida. E a origem de parte da cifra pode ter sido revelada nesta terça-feira (14): a Americanas deixou de pagar integralmente o aluguel referente a ocupação do galpão em janeiro, cujo vencimento era neste mês.
Segundo comunicado enviado ao mercado, o valor integral do contrato representa aproximadamente R$ 0,07 por cota do FII. Já o montante pago até a data de vencimento do aluguel equivale a cerca de R$ 0,03 por cota.
A gestão não confirmou se a soma restante corresponde aos R$ 871,9 milhões declarados na lista de credores da varejista, mas reforçou estar "acompanhando ativamente" os desdobramentos do caso "para tomar todas as medidas cabíveis" e que manterá seus mais de 65,5 mil cotistas informados.
Leia Também
Vale destacar que Rodrigo Abbud, um dos gestores do VBI Logística, já havia revelado que uma das possibilidades avaliadas é o despejo da Americanas. "A coisa mais rápida a ser feita é pedir a retomada do imóvel e alugar o espaço novamente”, argumentou Abbud durante participação em um evento do setor.
O gestor declarou ainda que, caso a desocupação seja efetivada, há um potencial de upsida na receita gerada pelo espaço.
Isso porque, atualmente, o valor do contrato com a companhia está cerca de 20% abaixo do valor de mercado do ativo. Ou seja, uma nova locação traria um impacto positivo de aproxidamente R$ 0,02 por cota.
Além do pagamento parcial ao fundo de logística, a Americanas já começou a notificar estabelecimentos onde mantém lojas físicas que os aluguéis devidos até a data do deferimento do pedido de recuperação judicial, em 19 de janeiro, não serão depositados.
Vale destacar que apenas créditos anteriores ao pedido de recuperação estão com sua exigibilidade suspensa. Já os pagamentos cuja competência compreende o período de 20 a 31 de janeiro de 2023 serão realizados ao longo deste mês.
Ainda assim, segundo as cifras que constam na lista de credores do processo de recuperação da varejista, entregue à Justiça do Rio de Janeiro, a companhia deve R$ 11,6 milhões aos shoppings espalhados por diversas regiões do Brasil. E uma boa parte desses shoppings compõem o portfólio de fundos imobiliários.
Mas a XP estima que os efeitos da suspensão de pagamentos serão menos nocivos para os FIIs do setor do que o projetado para outros segmentos. "Os impactos esperados e projetados tendem a ser bem menores, principalmente pelo fato de a representatividade do inquilino ser baixa perante a receita do portfólio", argumentam os analistas.
A corretora diz ainda que, apesar de a rede Americanas estar presente na maioria dos shoppings do Sudeste e também possuir expressividade em outras regiões, deve haver uma certa facilidade na reposição de inquilinos caso a varejista feche parte de suas unidades físicas.
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento