O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os dragões estão presentes em diversas culturas. Desde os nórdicos, com asas e garras, até os chineses, apenas com caudas longas e barbixas rodando pelos ares — até mesmo nas Américas, a figura emplumada serpente Quetzalcoatl pode ser comparada a esses seres mitológicos. Mas na agenda econômica da semana, eles representam a inflação.
E esse tão importante indicador da economia que dominará a pauta dos próximos dias para as bolsas internacionais.
Pela noite de domingo (09), os investidores conhecerão os dados do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) de junho da China.
A partir daí, os investidores se preparam para acompanhar os números de inflação no Brasil, na terça-feira (11), e nos Estados Unidos, na quarta-feira (12).
De olho no folclore brasileiro, essa deve ser a primeira vez que o dragão vai parecer uma lagartixa. Isso porque a expectativa do mercado é de que o IPCA apresente a primeira deflação mensal desde setembro de 2022.
Vale lembrar que o IPCA subiu 0,23% em maio, abaixo da estimativa de 0,33% do consenso de mercado, derrubando o acumulado em 12 meses para 3,94%.
Leia Também
Mas outros dragões correm soltos por aí e não param de crescer, como é o caso da inflação dos EUA.
Verdade seja dita, é o PCE — sigla em inglês para índice de gastos com consumo pessoal — quem mais assusta o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos), mas o CPI tem chances de fazer estrago nos próximos dias.
Os últimos dados de emprego e serviço dos Estados Unidos, divulgados na última semana, praticamente deram sinal verde para que o Fed continue sua política monetária contracionista.
Em outras palavras, os juros devem continuar subindo enquanto a inflação não arrefecer.
Assim sendo, os dados do CPI ganham um destaque especial nos próximos dias.
Por si só, os números separados podem ditar sinais opostos para o investidor. É por isso que, na mesma quarta-feira, será publicado o Livro Bege, o documento que traz a visão do Banco Central norte-americano sobre indicadores macroeconômicos.
A ata da mais recente reunião do Fomc, o Copom americano, reforçou as expectativas de que a autoridade monetária deve seguir com o aperto monetário até o final do ano, com novas elevações de juros, destacando a continuidade da aceleração da inflação nos EUA.
Ou seja, dificilmente Jerome Powell, presidente do BC norte-americano, baixará a espada contra esse dragão.
Para coroar, a temporada de balanços corporativos começa nesta semana, mas só na sexta-feira (14). Os grandes bancos nos Estados Unidos — JP Morgan, Wells Fargo, BlackRock, Citigroup e First Republic Bank — dão a largada deste trimestre.
Confira os principais eventos e indicadores da próxima semana. Os horários são de Brasília:
VEJA TAMBÉM - POR QUE A ALTA DE 10% DO IBOVESPA PODE SER SÓ O COMEÇO I DIVIDENDOS GORDOS: CONHEÇA ESTE FII
| Horário | País / Região | Evento |
| Domingo, 22h30 | China | Índice de preços ao consumidor (CPI) de junho |
| 8h25 | Brasil | Boletim Focus semanal |
| 11h30 | Estados Unidos | Discurso de Mary Daly, Membro do FOMC (Copom americano) |
| 12h | Estados Unidos | Discurso de Loretta J. Mester, membro do FOMC (Copom americano) |
| 13h | Estados Unidos | Discurso de Raphael Bostic, membro do FOMC (Copom americano) |
| 16h | Reino Unido | Pronunciamento de Andrew Bailey, Presidente do Banco da Inglaterra (BoE) |
| Horário | País / Região | Evento |
| 3h | Reino Unido | Taxa de desemprego em maio |
| 6h | Zona do Euro | Percepção econômica ZEW de junho |
| 9h | Brasil | IPCA de junho |
| A definir | China | Taxa de novos empréstimos |
| Horário | País / Região | Evento |
| 3h | Reino Unido | Relatório de estabilidade financeira do BoE |
| 5h | Reino Unido | Pronunciamento de Andrew Bailey, Presidente do Banco da Inglaterra (BoE) |
| 9h30 | Estados Unidos | Índice de preços ao consumidor (CPI) de junho |
| 10h45 | Estados Unidos | Discurso de Neel Tushar Kashkari, membro do FOMC |
| 15h | Estados Unidos | Divulgação do Livro Bege do Federal Reserve |
| Horário | País / Região | Evento |
| 00h | China | Balança comercial de junho |
| 3h | Reino Unido | PIB de maio |
| 3h | Reino Unido | Balança Comercial de maio |
| 7h | Zona do Euro | Encontro do Eurogrupo |
| 8h | Estados Unidos | Relatório mensal da OPEP |
| 8h30 | Zona do Euro | BCE Publica atas da mais recente reunião de política monetária |
| 9h30 | Estados Unidos | Pedidos de seguro-desemprego |
| 9h30 | Estados Unidos | Índice de preços ao produtor (PPI) em junho |
| 17h30 | Estados Unidos | Balanço do Federal Reserve |
| Horário | País / Região | Evento |
| 6h | Zona do Euro | Balança Comercial de maio |
| 9h | Brasil | Vendas no varejo em maio |
| 11h | Estados Unidos | Leitura Final da confiança do consumidor de Michigan em julho |
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante