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Além de recomendar venda das ações da Oi (OIBR3), o Santander cortou o preço-alvo para míseros 15 centavos
A ação da Oi (OIBR3) é um daqueles papéis que alguns investidores gostam de manter na carteira, na esperança de que um dia retomará as glórias do passado. Mas, para os analistas do Santander, chegou a hora de dar adeus.
No relatório mais recente sobre o setor de telecomunicações, o Santander revisou a recomendação para a Oi de “Manutenção” para “Abaixo de Mercado”, o que corresponde a venda.
O Santander também reduziu o preço-alvo dos papéis para o final deste ano para míseros 15 centavos, apenas um centavo a menos do valor de fechamento desta quarta-feira (4).
"A redução em nosso preço-alvo é explicada principalmente pelo consumo de caixa acima do esperado nos nove primeiros meses de 2022 e menores estimativas operacionais de curto a médio prazo", justificaram os analistas do Santander.
E os desafios operacionais que a Oi deve enfrentar nos próximos anos devem manter a queima de caixa elevada.
Mas o Santander considerou, também, a existência de "riscos de alta". Um deles seria a possibilidade da Oi obter um resultado favorável no processo de arbitragem com a Anatel, o que pode gerar créditos tributários.
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O outro risco de alta seria uma reavaliação da V.tal, empresa criada depois da separação dos ativos de fibra ótica da Oi - a operadora ainda detém uma participação acionária de 34% na V.tal.
Para o Santander, a TIM (TIMS3) é a melhor escolha dentre as empresas de telecomunicações brasileiras. O preço-alvo de R$ 18 representa um potencial de alta de 51% da ação, que hoje fechou a R$ 11,90.
A expectativa do Santander é de que a TIM se beneficie de uma dinâmica de preços favorável no segmento móvel, o que deve impulsionar um crescimento orgânico robusto.
Vale notar que a TIM informou nesta quarta-feira que alcançou a marca de cobertura em 100% dos municípios brasileiros, chegando a 5,570 cidades. A compra de parte dos ativos da Oi colaborou com a expansão, levando a companhia a mais 264 cidades.
A recomendação para as ações da Telefônica Brasil (VIVT3) continua de compra, mas o Santander cortou o preço-alvo de R$ 57 para R$ 55. Se comparado com o fechamento de hoje (R$ 36,44), o preço-alvo dá um potencial de valorização de 51%.
Segundo os analistas, as ações da Telefônica Brasil (Vivo) tiveram um desempenho significativamente inferior ao Ibovespa em 2022. Isso foi motivado principalmente pelas crescentes preocupações com os resultados financeiros e seu potencial impacto na capacidade da empresa de distribuir dividendos.
Mas, na visão do Santander, a queda criou um bom ponto de entrada para a ação. Porém, ainda faltariam catalisadores para estimular os papéis no curtíssimo prazo.
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