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No cardápio da semana, os primeiros números do IPCA-15 e a tensão envolvendo os servidores públicos permanecem no radar
A semana passada encheu os investidores de esperança após o Ibovespa testar os 110 mil pontos e encerrar a semana com um avanço de 1,88%. Os próximos dias, no entanto, prometem ser quentes para a bolsa brasileira — e nem o feriado em São Paulo irá parar os negócios.
Os debates envolvendo o Orçamento federal devem gerar reações principalmente dos servidores federais.
De acordo com o texto, o reajuste dos policiais federais foi aprovado, na contramão das exigências de outros setores do funcionalismo público que já convocaram novas paralisações para as próximas semanas.
A PEC dos combustíveis também irá chacoalhar a semana. A renúncia fiscal pode chegar aos R$ 240 bilhões, mas o impacto seria limitado no preço da gasolina.
Entretanto, uma queda no preço dos combustíveis afeta significativamente a inflação, que pode encerrar o ano em 1%, de acordo com as contas da XP.
Por falar em inflação, os primeiros números devem saem ainda esta semana. O IPCA-15 deve dar um panorama geral dos preços no início de 2022 e auxiliar na decisão de política monetária local.
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De olho no cenário externo, o Federal Reserve, o Banco Central americano, volta à cena com a divulgação de sua política monetária.
Os dados inflacionários dos Estados Unidos também são motivo de preocupação dos investidores.
Saiba o que irá movimentar a bolsa esta semana:
Dois temas devem dominar a semana do investidor local.
O primeiro deles é a aprovação do Orçamento para 2022, que conta com recursos bilionários para reforçar a agenda eleitoral.
A peça orçamentária traz recursos para o fundo eleitoral, no valor de R$ 4,9 bilhões, emendas do relator (R$ 16 bilhões) e o polêmico reajuste dos policiais federais (R$ 1,7 bilhões).
O segundo ponto é a chamada PEC dos combustíveis. De acordo com um relatório da XP, o governo central pode perder até R$ 240 bilhões caso o texto seja aprovado — e o impacto no preço dos combustíveis será de apenas R$ 0,20, no melhor dos cenários.
A proposta busca tirar os impostos federais PIS/Cofins do preço dos combustíveis, além de estender a isenção fiscal à energia elétrica.
Contudo, a medida tem caráter eleitoreiro e não sustenta o respeito à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que exige compensação para qualquer renúncia tributária.
Os desdobramentos da proposta e dos debates envolvendo o Orçamento devem ser acompanhados pelos investidores de perto esta semana.
A semana começa com a divulgação do tradicional Boletim Focus, publicação do Banco Central com as perspectivas do mercado para os principais indicadores econômicos nacionais.
A agenda esvaziada de terça-feira (25) abre espaço para a divulgação dos dados do IPCA-15, na quarta-feira (26). Esses são os primeiros dados inflacionários do ano, o que gera grande expectativa dos investidores, após 2021 fechar com uma alta de 10,06% nos preços.
No mesmo dia, será divulgado o relatório trimestral da dívida pública de dezembro.
E no último dia da semana, a sexta-feira (28) conta com os dados da PNAD contínua, com o panorama da situação do emprego no Brasil.
O iminente conflito entre Rússia e Ucrânia minou o sentimento geral de consolidação de um acordo de paz.
Os Estados Unidos já afirmaram que, se a Rússia levar o conflito adiante, maiores medidas serão tomadas. O Departamento de Estado americano sugeriu que os estadunidenses residentes na região voltem ao país com a escalada das tensões.
Ainda esta semana, o Federal Reserve, o Banco Central americano, permanece no radar, com a perspectiva de uma aceleração ainda maior da retirada de estímulos da economia, o chamado tapering, e a confirmação sobre a alta nos juros deste ano.
De acordo com as projeções de especialistas ouvidos pelo Yahoo Finance, o Fed deve elevar os juros mais duas ou três vezes ainda este ano, fazendo a tax atingir os 1% até o final de 2022.
A segunda-feira (24) começa de olho nos dados do índice de atividade nacional dos Estados Unidos, divulgados pelo Federal Reserve. Na terça-feira (25), o destaque vai para a atualização do World Economic Outlook, do Fundo Monetário Internacional (FMI), que trará as perspectivas para a retomada da economia mundial.
O campo dos indicadores começa a esquentar na quarta-feira (26), com a divulgação da decisão de política monetária do Fed. Os investidores esperam uma alta nos juros apenas em março, mas os próximos passos do BC americano contra a inflação devem ficar mais claros com a coletiva de Jerome Powell, presidente da instituição, no mesmo dia.
E a inflação volta ao cenário com a divulgação do índice de preços ao consumidor, medida pelo PCE, dos Estados Unidos. Na quinta-feira (27) serão divulgados os dados trimestrais e, na sexta-feira (28), os números referentes ao mês de dezembro.
Os principais índices asiáticos encerraram o primeiro pregão da semana sem direção definida, antes da decisão de política monetária do Fed na quarta-feira (26).
De maneira semelhante, as bolsas europeias recuam após a abertura, com os investidores atentos aos desdobramentos das tensões envolvendo a Ucrânia no radar.
Por fim, os futuros de Nova York apontam para uma abertura em alta, antes de uma semana cheia de indicadores importantes
Segunda-feira (24)
Terça-feira (25)
Quarta-feira (26)
Quinta-feira (27)
Sexta-feira (28)
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