O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Apesar de acreditar na valorização da multinacional brasileira WEG (WEGE3), banco cortou preço-alvo da ação
Após acumular queda de quase 10% em 12 meses, a ação da WEG (WEGE3) chegou a um ponto atrativo de entrada, disseram analistas do Credit Suisse em relatório publicado nesta quarta-feira (6).
De acordo com o banco suíço, o ponto de entrada se justifica por um fator principal. O preço do papel está 15% abaixo da média dos últimos três anos em uma razão de preço sobre lucro (P/L) de 35,9x projetada um ano para frente. Em outras palavras: WEG está barata.
Apesar disso, o Credit Suisse cortou o preço-alvo da ação da WEG de R$ 44 para R$ 43, mas ainda com recomendação de compra (outperform). Isso indica potencial de valorização de 24% em relação ao fechamento de ontem, de R$ 34,63.
O banco considera que o mercado está subestimando o crescimento da WEG nas suas duas áreas de negócio principais: Geração, Transmissão e Distribuição (GTD) e Equipamentos Eletroeletrônicos Industriais (EEI).
A expectativa do Credit Suisse é de que as receitas domésticas de GTD cresçam cerca de 40% na comparação anual. Isso depois de subir 50% e 40% em 2021 e 2020, respectivamente.
“Tal crescimento seria capitaneado pela Geração de Distribuição Solar, a qual esperamos que dobre de um ano para outro”, disse o Credit em relatório. O banco aponta que a importação de painéis solares no acumulado do ano está três vezes maior do que no ano passado.
Leia Também
Na área de EEI, o banco vê as receitas do mercado internacional acelerando cerca de 15% em 2022 devido a alguns fatores, como o aumento de preços, o crescimento do mercado e a aceleração da transição energética na Europa.
Apesar das projeções do Credit se mostrarem positivas para WEG, nem tudo são flores. O banco aponta que a guerra na Ucrânia e os novos lockdowns na China podem pressionar as margens da empresa.
Isso poderia acontecer devido ao aumento dos preços das commodities e quebras na cadeia de suprimentos. A projeção do Credit para a margem Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da WEG é de 17,9%, abaixo do consenso.
Além disso, a recente apreciação do real ante o dólar poderia afetar também a margem EBIT (lucro antes dos juros e tributos).
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026