O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As novas regras estabelecem que a companhia fará esforços para remunerar seus acionistas em montantes equivalente a, no mínimo, 40% do lucro líquido ajustado
A Vibra Energia (VBBR3) anunciou dois movimentos importantes em relação aos seus dividendos nesta sexta-feira (16). O primeiro é o pagamento de R$ 797 milhões em juros sobre o capital próprio para os acionistas.
O valor será divido em duas parcelas. A antiga BR Distribuidora pagará R$ 389 milhões, ou R$ 0,34890912083 por ação, até 29 de dezembro deste ano para quem possuir os papéis VBBR3 na próxima quarta-feira (21).
Após essa data, as ações serão negociadas "ex-direitos" e passarão por um ajuste na cotação referente ao JCP já alocado.
Então você pode optar por comprar o ativo agora e receber o pagamento ou esperar a data de corte e adquirir os papéis por um valor menor, mas sem o direito aos proventos.
Vale relembrar também que o montante por papel informado é o bruto - a distribuição na forma de JCP está sujeita à retenção de Imposto de Renda (IR) na fonte.
O pagamento complementar de R$ 408 milhões será realizado até fevereiro de 2023, mas ainda não há mais informações sobre essa distribuição.
Leia Também
"O valor exato, assim como a data base da posição acionária, serão objeto de nova comunicação ao mercado tão logo seja conhecida a taxa de juros de longo prazo (TJLP) aplicada ao quarto trimestre de 2022", afirma a empresa em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Além dos proventos, a Vibra também informou os acionistas a respeito de uma alteração nas regras sobre a distribuição de dividendos.
O conselho de administração da companhia aprovou hoje uma nova política que estabele que a companhia fará esforços para remunerar seus acionistas em montantes equivalente a, no mínimo, 40% do lucro líquido ajustado.
"O valor total a ser distribuído a cada ano considerará, entre outros aspectos, o nível de capitalização, alavancagem financeira e liquidez, capacidade de geração de caixa, plano de investimento e as perspectivas de utilização de capital", destaca a Vibra.
A empresa também explica que, se em algum ano não for possível pagar o percentual prometido, buscará compensar a diferença no exercício social imediatamente posterior.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos