O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Tesla cai do 3º para o 5º lugar na preferência dos compradores de carros de luxo nos EUA no primeiro trimestre, mas ainda domina entre modelos elétricos
O homem mais rico do mundo está longe de viver seus melhores dias. Desde o fim de abril, quando fez uma proposta de mais de US$ 40 bilhões para comprar o Twitter, Elon Musk viu a Tesla, sua montadora de carros elétricos, perder mais de 20% de seu valor de mercado.
Agora, uma conceituada pesquisa trimestral sobre o mercado norte-americano de automóveis mostra mudanças relevantes na preferência dos consumidores de carros de luxo no país.
A edição do relatório “Brand Watch” da Kelley Blue Book referente ao primeiro trimestre de 2022 mostra a BMW de volta à liderança entre as marcas de luxo. E se a Tesla perdeu espaço, quem cresceu significativamente foi a Cadillac.
O relatório elaborado pela Kelley Blue Book tenta traçar a percepção e o comportamento do consumidor no momento de escolher uma marca ou modelo para comprar um automóvel.
A BMW aparecendo como a marca mais considerada não é exatamente novidade. Entretanto, a montadora alemã cedeu o lugar para a Lexus no último trimestre do ano passado depois de liderar o ranking por três anos.
Além da retomada do reinado da BMW, também chamou a atenção a escalada da Cadillac, derrubando a Lexus para o terceiro lugar.
Leia Também
O avanço da Cadillac foi puxado pela SUV Escalade. A Tesla, por sua vez, caiu do terceiro para o quinto lugar no ranking.
A queda da Tesla da terceira para a quinta posição na preferência dos consumidores norte-americanos quando o assunto é carro de luxo pode ser lida de pelo menos duas maneiras diferentes.
A primeira é a concorrência. A montadora de carros elétricos fundada por Elon Musk em 2003 está sendo obrigada a lidar com uma concorrência cada vez maior.
À medida que outras montadoras ingressam no mercado de carros elétricos, a busca pelos automóveis desenvolvidos pela Tesla diminui.
As vendas dos modelos 3 e Y da Tesla caíram 30% entre o quarto trimestre de 2021 e os primeiros três meses de 2022, segundo a pesquisa.
Outro aspecto a ser levado em consideração é o fato de os potenciais clientes da Tesla saberem o que querem. Eles normalmente saem em busca de um Tesla sem considerarem outras marcas.
Em relação a carros elétricos, porém, a Tesla segue na liderança absoluta, com 75% das vendas nos Estados Unidos.
*Com informações do MarketWatch.
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos
Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir