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Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Adiantada

Petrobras (PETR3; PETR4) antecipa início da operação do navio-plataforma P-71, no campo de Itapu

Começo da produção de óleo e gás na unidade estava previsto somente para 2023

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
21 de dezembro de 2022
9:29 - atualizado às 9:31
Plataforma P-71 da Petrobras
Plataforma P-71 da Petrobras: capacidade de processar até 150 mil barris de petróleo e 6 milhões de metros cúbicos de gás por dia. - Imagem: Felipe Gaspar/Divulgação Petrobras

A Petrobras (PETR3; PETR4) informou que colocou em operação, nesta quarta-feira (21), o navio-plataforma P-71, instalado no campo de Itapu, na Bacia de Santos, a 200 km da costa do Rio de Janeiro. O início da produção foi antecipado, pois a previsão original era para 2023.

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A P-71 é uma plataforma própria, do tipo FPSO (sistema flutuante, de produção, armazenamento e transferência), com capacidade para processar, diariamente, até 150 mil barris de petróleo e 6 milhões de metros cúbicos de gás, além de armazenar até 1,6 milhão de barris de óleo.

"Vamos conseguir antecipar também o ramp-up (evolução da produção), o que é uma excelente notícia não só para a Petrobras como para o país, que receberá mais cedo os royalties desta produção", destacou o diretor de desenvolvimento da Produção da Petrobras, João Henrique Rittershaussen, em comunicado ao mercado.

Posicionada em profundidade de água de 2.010 metros, a P-71 será a única a produzir no campo de Itapu, operado integralmente pela Petrobras nos regimes de cessão onerosa e partilha de produção. A previsão da companhia é de que a unidade alcance sua capacidade máxima de produção já em 2023.

Ainda segundo o comunicado, a P-71 é a sexta e última da série de plataformas replicantes operadas pela Petrobras.

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"Essas unidades são caracterizadas por um projeto de engenharia padronizado, alta capacidade de produção e tecnologias avançadas de operação e redução de emissões de gases de efeito estufa. Uma das tecnologias de baixo carbono da unidade é o chamado sistema de FGRU (Flare Gas Recovery Unity), que contribui para um maior aproveitamento do gás produzido e redução das emissões", diz o texto.

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