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A Oncoclínicas (ONCO3) será dona de 60% do negócio, mas não revelou quanto será investido no total para tratamento de câncer
Em um ritmo sempre acelerado, a Oncoclínicas (ONCO3) ainda não descansou em 2022 e ainda guardou mais uma novidade para esse ano. A companhia anunciou nesta segunda-feira (19) a criação de mais uma joint venture, desta vez com a Porto (PSSA3).
Na prática, a união será com a Porto Serviços, uma subsidiária da Porto, com foco na oferta de serviços médicos para o tratamento de câncer.
As empresas não informaram qual o valor investido na nova empreitada, apenas que 60% ficará com a Oncoclínicas e o restante com a seguradora.
A conclusão do negócio ainda depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Novata na bolsa, a Oncoclínicas (ONCO3) chegou à B3 há pouco mais de um ano. Mas, de lá pra cá, decidiu usar o dinheiro levantado no IPO para crescer o quanto pode.
Em janeiro, ela comprou o laboratório Microimagem por R$ 8 milhões. No mês seguinte, foi a vez de levar a clínica Cemise, com atuação no Sergipe, por aproximadamente R$ 150 milhões.
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Neste ano, ela também conseguiu concluir a compra da rival Unity, que custou R$ 1,1 bilhão, além de comprar 49% da espanhola Medsir por 5,75 milhões de euros.
Em outubro, foi a vez de anunciar uma outra joint venture, desta vez com a Unimed Nacional para tratamento de câncer.
Há pouco, as ações da Oncoclínicas reagiam positivamente no primeiro pregão da semana e operavam em alta de 2,98%, cotadas a R$ 6,56.
No ano, ONCO3 já cai 43,46%, enquanto no mês a baixa é de 17,39%.

De acordo com dados compilados pela plataforma TradeMap, das oito recomendações existentes para o papel, sete são de compra e uma é de manutenção.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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