🔴 ‘OPERAÇÃO  IKKI-TOUSEN’ – MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 250x DE FORMA AUTOMATIZADA – SAIBA COMO

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

A GUERRA DOS BANCOS

Com Nubank (NUBR33) em queda brusca, Itaú (ITUB4) volta a ser o banco mais valioso da América Latina; entenda

Os papéis do banco digital, que abriu capital na bolsa de Nova York em dezembro do ano passado, já anotam um recuo de 13,4% no início deste ano

nubank destronado | Itaú
Imagem: Shutterstock/Game of Thrones/Nubank

Os efeitos de um possível aperto monetário mais agressivo nos Estados Unidos já começam a ser sentidos no mercado. Um deles é a queda nas ações de novas empresas de tecnologia, incluindo o Nubank (NUBR33).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os papéis do banco digital, que abriu capital na Bolsa de Nova York (Nyse) em dezembro do ano passado, já anotam um tombo de 13,4% no início de 2022. Com isso, o valor de mercado do Nubank recuou para US$ 37,4 bilhões nesta sexta-feira (14) - contra US$ 42 bilhões no mês anterior - e o posto de instituição mais valiosa da América Latina voltou a ser ocupado pelo Itaú (ITUB4).

O maior banco privado do Brasil caminha na direção oposta do rival: seus ADRs, recibos de ações negociados na Bolsa de Valores de Nova York, avançam 13,3% no mesmo período, elevando seu valor de mercado para R$ 39,5 bilhões. O Bradesco, que também ocupa os primeiros lugares do ranking, sobe 10,2% e agora vale US$ 32,9 bilhões.

Por que o Fed assusta as techs?

E não é só o Nubank que sofre com a promessa do Federal Reserve. Entre outras fintechs listadas nos Estados Unidos, a corretora digital Robinhood cai 15%, a Toast perde 25% e a Affirm recua 31%. O próprio Nasdaq, índice que concentra as empresas de tecnologia, tem perdas de 5% este ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo especialistas consultados pela Broadcast, um dos motivos por trás das quedas é que o aperto monetário a ser promovido pelo banco central norte-americano para conter a inflação encarece o custo para a tomada de capital. Vale lembrar que as empresas de tecnologia estão entre as que mais precisam de recursos para financiar suas operações.

Leia Também

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Os 30 minutos que selaram o destino da bolsa em Nova York — e do Ibovespa — após a alta dos juros nos EUA

CONSOLIDAÇÃO DA CARTEIRA

Fundo imobiliário que rende IPCA+ 10%? Patria quer unir FIIs e criar gigante de crédito de R$ 4,5 bilhões

Atualmente entre 0% e 0,25% ao ano, a taxa de juros dos EUA pode subir a 2% ou 2,5%, segundo os analistas. Além de elevar os custos para empresas, o percentual mais alto também aumenta a atratividade dos títulos públicos e pode provocar uma fuga dos investidores da bolsa para a renda fixa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Vista panorâmica de turbinas eólicas em um campo verdejante com um céu azul claro. 14 de setembro de 2026 - 19:47
Um farol escrito Ibov é atingido por uma onda forte escrito Wall Street 14 de setembro de 2026 - 12:32
14 de setembro de 2026 - 10:01
Assaí (ASAI3). 13 de setembro de 2026 - 13:06
Imagem gerada por inteligência artificial contrastando o mercado financeiro do Brasil e dos Estados Unidos, com as bandeiras dos dois países, gráficos de ações e símbolos icônicos da B3 e Wall Street. 10 de setembro de 2026 - 15:01
9 de setembro de 2026 - 17:02
Touro da bolsa de valores surfando 8 de setembro de 2026 - 13:12
Bandeira do Brasil e gráfico de ações para representar o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira 8 de setembro de 2026 - 12:46
Logo do Itaú (ITUB4) 7 de setembro de 2026 - 16:10
Construção civil 7 de setembro de 2026 - 12:17
dividendos ações proventos 5 de setembro de 2026 - 17:45
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 5 de setembro de 2026 - 12:01

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Nem Tesouro IPCA+, nem crédito: aposta de Stuhlberger agora está na bolsa

5 de setembro de 2026 - 12:01
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar