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Em março, a rede de lanchonetes havia decidido suspender temporariamente a operação das quase 850 lojas no país, por tempo indeterminado
Mais do que Big Mac e batatas fritas, a chegada McDonald's a Moscou em 31 de janeiro de 1990 foi uma rachadura visível na Cortina de Ferro — e a mais proeminente tentativa do presidente da então União Soviética, Mikhail Gorbechev, de abrir um país em ruínas para o mundo.
Naquele dia, cerca de 30.000 lanches foram servidos e a unidade da Praça Pushkin teve que ficar aberta horas depois do planejado por causa de uma multidão que estava na porta.
Mais de 30 anos depois, o símbolo da glasnost — como ficou conhecida a política de abertura de Gorbechev — anuncia a saída definitiva do país, ameaçando lançar a Rússia em um processo de isolamento mais profundo.
Em março, logo após o início da guerra na Ucrânia, o McDonald's seguiu outras empresas ocidentais e fechou temporariamente seus restaurantes na Rússia.
Nesta segunda-feira (16), a empresa informou que venderá seus negócios no país. Embora seja dona da maioria dos restaurantes — o que significa que há um negócio rico em ativos a ser negociado — a transação pode não ser tão fácil assim.
Segundo especialistas, dada as circunstâncias da venda, os desafios financeiros enfrentados por potenciais compradores russos e o fato de que o McDonald's não licenciará sua marca ou identidade, é improvável que o preço de venda chegue perto do valor pré-invasão.
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Por isso, a própria rede estima uma baixa significativa ao sair da Rússia — entre US$ 1,2 bilhão e US$ 1,4 bilhão. A notícia, no entanto, não alterou as ações do McDonald's no início do pregão em Nova York.
Dados do balanço do último trimestre mostraram que a suspensão das atividades na Rússia custou US$ 127 milhões ao McDonald's. Cerca de US$ 27 milhões vieram de custos com pessoal, pagamentos de aluguéis e suprimentos. Os outros US$ 100 milhões, de alimentos e outros itens descartados.
No final do ano passado, o McDonald's tinha 847 restaurantes na Rússia. Juntamente com outros 108 na Ucrânia, eles representaram 9% da receita da empresa em 2021.
Atualmente, mais de 100 restaurantes do McDonald's são de propriedade de franqueados. A agência de notícias russa RIA Novosti informou anteriormente que vários deles permaneceram abertos apesar da guerra na Ucrânia.
Assim que a venda for finalizada, os restaurantes russos serão desmanchados, ou seja, os locais não poderão mais usar o nome, o logotipo ou o menu do McDonald's.
O McDonald's informou ainda que os funcionários serão pagos até o fechamento da transação e que terão emprego futuro com qualquer comprador em potencial.
O CEO Chris Kempczinski disse estar orgulhoso dos mais de 60.000 trabalhadores empregados na Rússia e que a decisão foi "extremamente difícil".
Os 108 restaurantes da rede na Ucrânia permanecem fechados devido ao conflito, mas a empresa continua pagando salários integrais a todos os seus funcionários.
*Com informações do Markets Insider, da BBC e da CNN
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