O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A empresa ainda não confirmou quais áreas entraram na faca. Mas, segundo ex-funcionários e a lista da Layoffs Brasil, o time de customer experience (CX) foi o mais afetado
Será que os unicórnios, que já fazem parte da mitologia no universo animal, estão prestes a entrar para o campo da fantasia também no mundo corporativo? A pergunta que não calar há algum tempo ressurge após mais uma startup brasileira, o Ebanx, promover um corte profundo no quadro de funcionários.
A empresa de soluções de pagamentos que processa as cobranças de gigantes globais, como Spotify, Airbnb e Alibaba, anunciou nesta terça-feira (21) a demissão de cerca de 20% dos 1,7 mil profissionais que emprega, ou 340 pessoas.
O Ebanx ainda não confirmou quais áreas entraram na faca. Mas, segundo publicações de ex-funcionários no LinkedIn e a lista da Layoffs Brasil — site que contabiliza as demissões em massa no país —, o time de customer experience (CX) foi o mais afetado.
O Seu Dinheiro procurou a empresa paranaense para comentar as demissões. Em nota, a Ebanx citou o cenário macroeconômico — de alta de juros e menor investimento em empresas de tecnologia — e a necessidade de reestruturação da startup.
Confira a íntegra da nota:
Hoje o EBANX anuncia uma revisão em sua operação, reforçando o foco no que sempre foi seu core business: pagamentos internacionais. Estruturas foram reformuladas, alguns projetos estão sendo descontinuados e houve uma redução de cerca de 20% do quadro de mais de 1.700 funcionários do grupo EBANX.
Leia Também
COMMODITIES, CARRY E ELEIÇÃOReal barato e petróleo no radar: por que o Bank of America aposta no Brasil contra o México
A decisão foi tomada com base no cenário atual do mercado de tecnologia como um todo, impactado de forma profunda e veloz pelo ambiente macroeconômico. O EBANX mantém o compromisso com sua sustentabilidade e crescimento, seguindo na missão de gerar acesso entre consumidores e empresas globais.
Os funcionários impactados por essa reestruturação receberão, juntamente com a sua rescisão, um pacote diferenciado de benefícios que inclui valores adicionais e extensão do plano de saúde, além do computador de trabalho.
Conforme informa a startup em nota, a demissão em massa foi motivada por uma reestruturação na operação. Com o cenário macroeconômico mais desafiador, o Ebanx busca reduzir os custos e, para isso, focará em seu principal negócio: os pagamentos internacionais.
“O Ebanx mantém o compromisso com sua sustentabilidade e crescimento, seguindo na missão de gerar acesso entre consumidores e empresas globais”, diz o comunicado.
A empresa também afirmou que os funcionários dispensados afetados pelo corte receberão “um pacote diferenciado de benefícios”. Além da tradicional rescisão, as benfeitorias extras incluem valores adicionais não especificados, extensão do plano de saúde e o computador de trabalho.
Vale relembrar que a companhia garantiu o título de unicórnio, alcunha dada a startups avaliadas em US$ 1 bilhão ou mais, em outubro de 2019.
De lá para cá, a empresa expandiu rapidamente a carteira de clientes e pretendia realizar uma abertura de capital em Nova York. Os planos para a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) foram suspensos com o aumento da volatilidade no mercado acionário.
Na época em que o IPO ainda era considerado, no final do ano passado, a empresa também pagou cerca de R$ 1,3 bilhão pela compra da fintech de transferências internacionais Remessa Online.
Essa foi a maior transação da história da startup criada em 2012 e marcou sua entrada no segmento de envio de dinheiro ao exterior por pessoas físicas.
O Ebanx não está sozinho na lista de unicórnios em apuros. As principais startups detentoras do título e com atuação no Brasil estão demitindo desde o início do primeiro semestre de 2022.
Entre os motivos, segundo as empresas, estão a necessidade de reestruturação de áreas e a crescente alta de juros, que tornam os investimentos mais escassos.
As primeiras demissões ocorreram, em abril, nas startups QuintoAndar, Loft e Facily. Na época, mais de 400 pessoas foram desligadas.
Além delas, a startup mexicana Kavak tem realizado demissões desde o começo do ano nos escritórios de São Paulo e Rio de Janeiro e foi destaque no noticiário econômico da semana passada. Ao todo, mais de 300 desligamentos aconteceram desde janeiro deste ano.
Segundo o Estadão, houve um corte de 150 pessoas no quadro de funcionários da empresa na capital paulista. Já na “Kavak City”, que fica na cidade carioca, cerca de 60 colaboradores foram desligados no início deste mês.
Os unicórnios de criptomoedas também não escaparam da crise. O Mercado Bitcoin desligou 90 pessoas do quadro de funcionários e a Coinbase anunciou recentemente a demissão de "18% da equipe".
Durante evento FII Experience, gestores dizem que o mercado ainda não percebeu os valores patrimoniais desses ativos, que seguem descontados na bolsa
Apesar da fuga de US$ 44 bilhões dos emergentes, país atrai capital e pode se beneficiar quando o cenário virar; veja onde investir, segundo o banco
Em painel do evento Imersão Money Times, especialistas apontaram que a correção recente no mercado de IA abriu espaço para novos investimentos; veja como se expor
Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor
O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina
Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo
Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito
Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026
Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa
Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo
Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital
Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento