O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na comparação com os três meses imediatamente anteriores, porém, o indicador recuou 33,6%
O desempenho da Cielo é, de longe, o melhor da bolsa brasileira neste ano: as ações CIEL3 acumulam uma alta de mais de 171% desde janeiro. Para se ter uma ideia da perfomance, rivais como PagSeguro e Stone, que negociam BDRs na B3, caminham na direção oposta e anotam quedas de até 55% no mesmo período.
Mas será que a disparada das ações é justificada? É com essa pergunta em mente que o mercado analisa balanço da empresa de maquininhas divulgado nesta segunda-feira (31). E os números indicam que a resposta pode ser um "sim".
A Cielo registrou lucro líquido recorrente de R$ 422 milhões entre julho e setembro, um avanço de 99% em relação ao terceiro trimestre do ano passado.
Este é o maior resultado da companhia desde o 2T19, além de marcar o quinto trimestre consecutivo de crescimento na base anual. Na comparação com os três meses imediatamente anteriores, porém, o indicador recuou 33,6%.
O Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) teve uma alta mais tímida na comparação anual, de 45,2%, e um recuo de 15% na trimestral, para R$ 1 bilhão.
A receita operacional líquida, por outro lado, seguiu a trajetória inversa: caiu 12,4% ante o 3T21 e subiu 3,8% em relação ao segundo trimestre desse ano, chegando a R$ 2,6 bilhões.
Leia Também
Segundo a Cielo, o indicador foi alavancado "pelo crescimento do volume e recuperação do yield em ambas as unidades de negócios".
Já o volume total de pagamentos (TPV, na sigla em inglês), uma métrica importante para as adquirentes, foi de R$ 221 bilhões, alta de 23,1%.
O segmento de antecipação de recebíveis voltou a ser um dos destaques do balanço da Cielo ao registrar um novo recorde histórico.
O volume dos chamados produtos de prazo, soluções que possibilitam a antecipação do fluxo de recebíveis de transações a crédito à vista ou parcelado, cresceu 35% em relação ao terceiro trimestre de 2021, para R$ 30 bilhões.
Os números da Cateno, joint venture criada pela empresa e pelo Banco do Brasil, também impressionaram. O lucro líquido do negócio de gestão de meios de pagamento avançou 41,9% no período e chegou a R$ 259,6 milhões.
Para coroar os bons números, a Cielo também anunciou o pagamento de R$ 148,8 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP) apurados com base no resultado do terceiro trimestre. O valor, que corresponde a R$ 0,05524544702 por ação, será pago aos acionistas no dia 24 do próximo mês.
Terá direito aos proventos quem estiver na base acionária da companhia no dia 10 de novembro. Após a data de corte informada, as ações serão negociadas "ex-direitos" e passarão por um ajuste na cotação referente à soma já alocada.
Então você pode optar por comprar os papéis agora e receber o pagamento ou esperar a data de corte e adquiri-los por um valor menor, mas sem o direito ao JCP.
Depois que a operação for fechada, a Claro será obrigada a abrir um registro de uma oferta pública para a aquisição das ações restantes da Desktop, em função da alienação de controle da empresa
Com recuperação extrajudicial, o real problema do GPA é bem maior. Veja quais as chances de isso vir a pesar de fato para a empresa e quais são os principais entraves para a reestruturação da companhia
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal recomendada pela Terra Investimentos subiu 68,44%, contra 36,04% do Ibovespa
Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela
A criação de uma reserva de petróleo ou de um fundo de estabilização voltam a circular; entenda o que realmente funcionaria neste momento
Os benefícios para a indústria petroquímica vieram menores que o esperado, o que pode comprometer ainda mais a recuperação da Braskem, que já vem em dificuldades com sua dívida e troca de controle
Levantamento do Ethisphere Institute reúne 138 empresas em 17 países e aponta desempenho superior e maior resiliência em momentos de crise
No cenário internacional, o barril do Brent acelerou os ganhos e passou de US$ 110 sob temores de uma crise energética global
A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios
Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira
A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.
Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente
Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor
Apesar de lucro e receita acima do esperado na fintech, o mercado reage ao contexto geopolítico, com maior aversão ao risco no pregão
O BTG Pactual manteve recomendação neutra para MBRF (MBRF3) e Minerva Foods (BEEF3) após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25)
Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia
Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu
O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Receberão o JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026