O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com a inflação ainda sem mostrar sinais de desaceleração, os analistas revisaram as estimativas financeiras para todo o setor
Quando os fantasmas da construção civil estão à solta, é melhor agir com cautela. Pelo menos é essa a postura do JP Morgan que, de olho na alta da inflação e da taxa Selic, cortou em 16%, na média, o preço-alvo de cinco das principais incorporadoras e construtoras da B3.
Mesmo as mudanças no Casa Verde e Amarela anunciadas pelo governo na semana passada são consideradas “um alívio de curto prazo” pelo banco de investimentos, segundo relatório divulgado na última sexta-feira (27).
A alta no percentual do subsídio concedido pelo programa permite que as construtoras aumentem os preços dos imóveis. Mas, com a inflação ainda sem mostrar sinais de desaceleração, falha em aliviar a pressão nas margens das empresas.
Com esse cenário dominando as projeções, os analistas baixaram as estimativas financeiras para todo o setor. A previsão para o lucro líquido, por exemplo, recuou 9%, em média, para o segmento de média e alta renda; o corte foi ainda maior, de 28%, para as companhias com foco na classe mais baixa.
Entre as empresas cobertas pelo JP Morgan, Cyrela (CYRE3), Even (EVEN3), EZTec (EZTC3), MRV (MRVE3) e Tenda (TEND3) foram afetadas pela revisão. Confira os novos preços-alvo para dezembro deste ano:
| Empresa | Novo preço-alvo | Preço-alvo anterior | Potencial de alta atualizado* |
| Cyrela (CYRE3) | R$ 18,00 | R$ 23,00 | 30,53% |
| Even (EVEN3) | R$ 6,50 | R$ 7,50 | 22,64% |
| EZTec (EZTC3) | R$ 21,00 | R$ 22,00 | 25,52% |
| MRV (MRVE3) | R$ 14,00 | R$ 16,00 | 43,59% |
| Tenda (TEND3) | R$ 5,00 | R$ 9,00 | -1,38% |
Mas, apesar do corte quase geral — apenas o preço-alvo da Direcional (DIRR3) permaneceu inalterado, em R$ 15,00 — o JP Morgan ainda projeta altas de 30% a 43% e recomenda a compra para três nomes do setor: Cyrela, MRV e a própria Direcional.
Leia Também
Dentro do trio, MRVE3 e CYRE3 são suas favoritas. Para o banco de investimentos, o mix de produtos oferecido pelas companhias ajuda a driblar os desafios impostos pelo cenário de incertezas e turbulência macroeconômica.
“Estamos privilegiando empresas diversificadas e com subsidiárias que possam gerar valor para os acionistas, como AHS da MRV e CashMe da Cyrela”, escrevem os analistas.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu