O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa aérea usará o dinheiro para financiar a aquisição de 12 novas aeronaves Boeing 737 MAX 8, a uma taxa de juros menor que o custo atual da frota
Enquanto ainda lida com as consequências da pandemia da covid-19 nos negócios, a Gol (GOLL4) decidiu olhar para frente. A companhia fechou um financiamento de até US$ 600 milhões para financiar a aquisição de 12 novas aeronaves Boeing 737 MAX 8.
A Gol conseguiu o dinheiro do empréstimo com a Castlelake, uma empresa de investimentos norte-americana especializada em negócios no setor aéreo. A transação contemplará 10 arrendamentos financeiros e 2 sale-leasebacks.
A taxa de juros para os arrendamentos financeiros é de aproximadamente 6% ao ano, o que representa uma redução em relação aos custos de arrendamentos operacionais das aeronaves atuais na frota, segundo a Gol.
Os recursos cobrem 100% do custo de aquisição das novas aeronaves e também serão usados para obrigações e custos de devolução das aeronaves 737 NG da Gol.
A entrega das 12 aeronaves Boeing 737 MAX começa agora janeiro de 2022. O plano da Gol é ter metade das aeronaves sob arrendamentos financeiros até 2026.
No terceiro trimestre, a companhia firmou contratos para 26 aeronaves adicionais MAX 8, e atualmente possui um total de 102 aeronaves Boeing 737 MAX a serem entregues.
Leia Também
Ainda segundo a Gol, o Boeing MAX também é um componente chave na meta da companhia para atingir a neutralidade de carbono até 2050, já que a aeronave consome 15% menos combustível, produz 16% menos emissões de carbono e 40% menos ruído, e possui maior alcance de voo do que o modelo NG.
Vale a pena acompanhar a reação das ações da Gol (GOLL4) ao acordo de financiamento hoje na B3. Nos últimos 12 meses, os papéis da companhia aérea acumulam queda de 23%. Desde o estouro da pandemia, no fim de janeiro de 2020, a empresa perdeu metade do valor na bolsa.
O assunto da semana nos mercados foi a arrancada do Ibovespa nos primeiros dias de 2022. Por que a bolsa brasileira se descolou do clima negativo lá fora e o que esperar daqui para frente? Esse foi o tema da edição desta semana do podcast Touros e Ursos, do Seu Dinheiro. Aperte o play logo abaixo e confira:
Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição
As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)
A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas
Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso
Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.
Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz
Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações
Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora
Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.