O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Consumo de energia distribuída no trimestre refletiu condições climáticas mais amenas e a menor recuperação das atividades econômicas
Apesar de a pandemia ter limitado o crescimento econômico em 2021, a retomada gradual em algumas atividades fez com que a EDP Brasil (ENBR3) vendesse mais energia em todos os segmentos em que atua no ano passado.
De acordo com prévia operacional divulgada nesta segunda-feira (17), a empresa encerrou o ano com um crescimento de 5,5% na energia distribuída quando comparado com 2020, para um total de 26 milhões de megawatts/hora (MWh).
Indústria foi o segmento com o maior avanço percentual no período, com aumento de 8,9%. Na sequência aparece o setor rural, com 8,0%; o comercial, com 5,8%; concessionárias e geradores, com 5,0%; permissionárias, com 2,1%; e residencial, com 1,1%.
Considerando o total do mercado livre, houve aumento de 11,6% em 2021 ante 2020, para 12,4 milhões de MWh, enquanto o mercado cativo viu uma alta de 0,5% na mesma base de comparação, para um total de 13,5 milhões de MWh.
Embora tenha fechado o ano com um crescimento maior, a distribuição da EDP Brasil não apresentou a mesma performance no quarto trimestre de 2021.
Entre outubro e dezembro de 2021, a empresa viu o total de energia distribuída cair 1,5% quando comparado com 2020, para um total de 6,5 milhões de MWh.
Leia Também
Em comunicado, a EDP Brasil diz que o consumo de energia distribuída no trimestre refletiu as condições climáticas mais amenas e a menor recuperação das atividades econômicas quando comparado com o mesmo período de 2020, quando houve o melhor resultado entre trimestres daquele ano.
O setor rural liderou a baixa em termos percentuais, com queda de 14,1% em base anual. Na sequência aparecem as permissionárias, com -10,0%; concessionárias e geradores, com -5,8%; residencial, com -5,5%; e comercial, com -0,6%.
Na contramão, a indústria foi o único segmento que cresceu em distribuição: 2,1%.
Considerando o total do mercado livre, houve aumento de 5,0% no quarto trimestre de 2021 ante o mesmo período do ano anterior, para 3,1 milhões de MWh, enquanto o mercado cativo viu uma queda de 6,9% na mesma base de comparação, para um total de 3,3 milhões de MWh.
A EDP São Paulo viu um aumento de 5,2% no total de energia distribuída em 2021 ante 2020, para 15,8 milhões de MGWh. No trimestre, no entanto, houve queda de 3,0%, para 3,9 milhões de MGh.
A EDP Espírito Santo registrou crescimento de 6,0% no ano, para 10,2 milhões de MGWh, enquanto no trimestre a alta foi de 0,9%, para 2,5 milhões de MGWh.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas