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Para ajudar com essa meta, a Copel (CPLE6) comprou os complexos eólicos Santa Rosa e Mundo Novo (RN) por R$ 1,8 bilhão
Em mais um negócio do já movimentado mercado de energia, a Copel (CPLE6) comprou os complexos eólicos Santa Rosa e Mundo Novo, localizados no estado do Rio Grande do Norte, por R$ 1,8 bilhão. Nesta sexta-feira (7), o diretor-presidente da empresa, Daniel Slaviero, disse que as aquisições fazem parte de um plano para que a companhia tenha 25% de seu portfólio focado em energias renováveis.
Durante teleconferência com investidores, o executivo destacou que a necessidade de olhar mais para usinas eólicas e solares, com menos exposição aos fatores hidrológicos.
Com a compra, a Copel (CPLE6) fica perto de possuir 7 gigawatts (GW) em capacidade instalada para geração de energia, sendo que 79% do negócio ainda está concentrado em hidrelétricas. Outros 17% produzem energia eólica, enquanto 4% são das termelétricas.
Daniel Slaviero também destacou que a aquisição dos complexos localizados no Nordeste também marca a entrada da Copel no ramo de projetos de energia solar. Apesar de ainda pequeno, com 10MW de geração, o executivo afirmou que esse será um dos focos de futuras aquisições.
Ele afirmou que atualmente, a Copel avalia novas oportunidades tanto na parte de transmissão quanto geração e transmissão de energia.
A compra dos complexos eólicos foi feita pela Copel Geração e Transmissão, subsidiária integral da Copel (CPLE6).
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A chegada dos ativos, detidos atualmente pela EDP Renováveis Brasil e com 260,4 megawatts (MW) de capacidade instalada faz parte de sua estratégia de "crescimento em energia renovável e amplia a diversificação da matriz de geração", segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A companhia destaca que os dois complexos estão um região que é considerada como "uma das melhores do mundo para a geração de energia de fonte eólica".
Com a compra, a capacidade instalada da Copel no segmento será incrementada em 28%.
No pregão de hoje, as ações CPLE6 não reagem muito ao anúncio feito pela companhia.
Às 11h27, o papel caía 0,60%, cotado a R$ 6,62. No ano, os ganhos são de 12,25%, enquanto no mês a ação sobe 0,75%.

De acordo com dados compilados pela plataforma TradeMap, das nove recomendações existentes para o ativo, cinco são de compra e quatro são de manutenção.
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