BTG (BPAC11) alcança R$ 1 trilhão em ativos sob gestão e quase dobra patamar de 2020
Há pouco menos de um ano e meio, o banco de investimentos somou R$ 535 bilhões em ativos sob custódia

O BTG Pactual (BPAC11) atingiu um novo patamar nesta quarta-feira (02). O maior banco de investimentos da América Latina alcançou a marca de R$ 1 trilhão em ativos sob gestão e administração.
Segundo Roberto Sallouti, CEO do banco de investimentos, esse já era o seu objetivo em setembro de 2020, quando a instituição financeira auferiu R$ 535 bilhões em ativos sob custódia.
Ou seja, em menos de um ano e meio, a instituição financeira praticamente dobrou seu alcance.
“Gostaria de agradecer imensamente aos nossos clientes pela confiança em nossa instituição. Continuaremos focados em garantir excelência e inovação no atendimento e serviços prestados”, disse Sallouti.
O montante leva em consideração os recursos das áreas de Asset Management e Wealth Management, que também inclui a sua plataforma de investimentos para o varejo, o BTG Pactual digital.
[captacao]
Recente ida às compras
O banco está se expandindo no segmento de assessoria de investimentos e, aparentemente, não está nem perto de desacelerar seu passo.
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Pouco menos de uma semana após adquirir toda a carteira da paulista Planner Investimentos, o BTG pegou a ponte aérea e foi às compras no Rio de Janeiro.
E não foi uma empresa irrelevante que entrou nas sacolas do banco, mas sim a Elite Investimentos, uma das mais tradicionais corretoras de valores mobiliários da capital fluminense.
Competição entre BTG e XP
O novo patamar em gestão de ativos também ajuda o BTG a acirrar sua disputa com a XP.
Além de competirem por território em assessoria (em especial, na área de agentes autônomos), as empresas brigam por posição no ranking de gestão de patrimônio.
De acordo com a Bloomberg Línea, ao fim de 2020, o BTG possuía cerca de 7,8% da indústria de investimentos brasileira, enquanto a rival controlava 7,2%.
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