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A Ambev registrou lucro líquido de R$ 3,2 bilhões entre julho e setembro. Vendas de bebidas não-alcóolicas foram destaque em meio a inverno fora de época

O inverno fora de época em setembro e o aumento nas despesas financeiras pesaram no resultado da Ambev (ABEV3) no terceiro trimestre. A cervejaria registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,2 bilhões, o que representa uma queda de 13,9% em relação ao mesmo período do ano passado.
O volume de vendas de bebidas teve pequena alta de 1,3% em relação aos meses de julho a setembro do ano passado. Mas o desempenho foi puxado principalmente pelo negócio de bebidas não-alcoólicas no Brasil, que avançou 10,2%.
Já as vendas de cervejas da Ambev no país ficaram estáveis na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, época em que as restrições da pandemia começaram a abrandar.
Ao mesmo tempo, a Ambev registrou um aumento de 4,5% no volume de vendas na América Latina e de 3,4% no Canadá. Por outro lado, na América Central e Caribe houve uma forte queda de 18,7%, puxada pela República Dominicana e pelo Panamá.
Apesar de um crescimento baixo no volume de vendas, a Ambev conseguiu aumentar a receita líquida em 18,9% em relação ao terceiro trimestre do ano passado, para R$ 20,6 bilhões.
Isso significa que a cervejaria promoveu reajustes nos preços e conseguiu emplacar mais vendas de suas marcas premium.
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“Essa foi provavelmente a temporada de preços mais forte da Ambev em anos, não apenas em relação à inflação, mas também considerando a resiliência dos volumes”, escreveu o analista Thiago Duarte, do BTG Pactual, em comentário sobre o resultado.
O problema é que os custos também avançaram em meio à disparada da inflação. Desta forma, o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) cresceu menos que a receita e atingiu os R$ 5,6 bilhões (+10,6%).
Isso representa uma queda de 2,1 pontos percentuais na margem Ebitda da Ambev, para 27,2%.
Um dos fatores decisivos para a queda do lucro da Ambev no terceiro trimestre deste ano foi a despesa financeira. Os gastos líquidos com juros e outros instrumentos financeiros somaram R$ 1,251 bilhão, uma alta de 43%.
O avanço é resultado principalmente das perdas com derivativos que a Ambev contrata para se proteger da exposição cambial na Argentina e no Brasil.
Por outro lado, a cervejaria contabilizou uma receita financeira (sem efeito de caixa) de R$ 558,8 milhões decorrente da adoção da norma de contabilidade em países com alta inflação, como é o caso da Argentina.
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