O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Papel, que acumula queda de mais de 70% desde o IPO, ganha fôlego com prévias operacionais positivas do quarto trimestre
Com a alta dos juros, os investidores vêm torcendo o nariz para as construtoras na bolsa, mas ao menos uma delas mostrou, com dados, que tem motivos para celebrar - e as ações dispararam nesta quinta-feira (13).
Após a divulgação de boas prévias operacionais na noite de ontem, com o maior volume de vendas anual da sua história, os papéis da incorporadora pernambucana Moura Dubeux (MDNE3) fecharam com alta de 11,94%, a R$ 5,53.
O dia foi de marasmo na bolsa brasileira, com o Ibovespa em terminando a sessão com queda de 0,15%.
A Moura Dubeux é uma das empresas mais deixadas de lado de um setor que já é, atualmente, patinho feio na bolsa. Por atuar no Nordeste, um mercado imobiliário considerado mais arriscado que o do eixo Rio-São Paulo, a incorporadora nordestina abriu o capital em fevereiro de 2020, e desde então sua ação já perdeu mais de 70% do valor.
Porém, por sua dominância na região, seus números têm vindo fortes. Segundo as prévias divulgadas ontem à noite, a companhia registrou R$ 341 milhões em vendas e adesões líquidas no quarto trimestre de 2021, 17,6% a mais que no mesmo período de 2020.
Assim, as vendas líquidas no ano totalizaram R$ 1,3 bilhão, 84,8% acima de 2020 e o maior volume da história da companhia.
Leia Também
Os lançamentos totalizaram R$ 182 milhões em Valor Geral de Vendas (VGV) líquido no quarto trimestre, uma redução de 59,7% em relação ao mesmo período de 2020. Mas, no ano, os lançamentos totalizaram VGV líquido de R$ 1,1 bilhão, 65,2% a mais que em 2020.
A velocidade de vendas medida pelo indicador Vendas sobre Oferta (VSO) foi de 27,2% no trimestre e 58,5% em 2021, ambos com melhora em relação aos trimestres anteriores e o quarto trimestre do ano passado.
Foram adquiridos 17 terrenos no quarto trimestre, elevando o VGV do banco de terrenos da companhia a R$ 6 bilhões. A geração de caixa totalizou R$ 7,4 milhões no quarto trimestre e R$ 66,3 milhões no ano de 2021.
Para os analistas do banco Credit Suisse, os números da Moura Dubeux foram positivos, e a melhora na velocidade de vendas da companhia, apesar do cenário mais desafiador, reforçou sua posição de liderança na região Nordeste.
"Embora o mercado normalmente tenha uma visão cética em relação à exposição a cidades fora da região Sudeste do país, nós temos uma visão positiva para a dominância da Moura Dubeux na região Nordeste, uma vez que a falta de competidores bem estruturados pode resultar numa performance resiliente no caso de um ambiente mais desafiador", dizem os analistas em relatório.
O Credit Suisse tem recomendação de compra para as ações da Moura Dubeux, com preço-alvo de R$ 8, um potencial de alta de quase 62% em relação ao fechamento de ontem.
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público