O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Luis Stuhlberger, da Verde Asset, e João Landau, da Vista, falaram sobre o impacto da disputa entre Lula e Bolsonaro para os mercados
Reforçando o coro dos que não veem tanta diferença entre os líderes das pesquisas para as eleições presidenciais — Lula e Bolsonaro —, o gestor do fundo Verde, Luis Stuhlberger, acredita não existir mais um aspecto binário das eleições como houve em pleitos passados.
"Todas as eleições que tivemos desde 1989 foram sempre alguém contra o PT (Partido dos Trabalhadores), eleições binárias. Eu diria que esse aspecto da eleição binária não existe mais", disse Stuhlberger, durante painel na Expert XP 2022.
Na mesa mais requisitada pelos visitantes da feira, dividida com João Landau, da Vista, e André Jakurski, da JGP, Stuhlberger disse que o mercado vive hoje o risco que ele apelidou de "Banana Republic", que seria do ex-presidente Lula ganhar por uma pequena diferença de Bolsonaro.
"Pode ter uma crise nas primeiras duas ou três semanas após o resultado eleitoral. Não acho que os mercados precificam esse tipo de risco", explicou.
Por esse motivo, Stuhlberger disse não ter coragem de ficar comprado em taxas pré-fixadas e vendido em câmbio.
Já Landau, da Vista, tenta se colocar no lugar do investidor estrangeiro, num exercício que o faz enxergar poucas mudanças no Brasil dos anos Lula/Dilma e dos anos de Bolsonaro, numa visão não muito distante da que foi mostrada por Stuhlberger.
Leia Também
"Temos um governo liberal que não é tão liberal. Do outro lado, uma esquerda que também não é tão esquerda. Na realidade, o ciclo de commodities é muito mais importante que o processo eleitoral", apontou.
Para Landau, no atual ciclo de commodities, o Brasil se destaca em relação aos outros países emergentes sob os olhares dos gringos, uma vez que a Rússia está em guerra, a China está desacelerando e a Índia importando commodities.
"Fazendo um resumo, o Brasil é o foco do gringo. A gente tem commodities, de certa forma temos democracia e estamos num momento de ciclo importante", finalizou.
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045