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O ex-presidente Lula (PT) vence em segundo turno; Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, cresce entre evangélicos
Se as eleições para a presidência fossem hoje, o ex-presidente Lula (PT) estaria com uma vantagem bastante sólida em relação a Jair Bolsonaro (PL). Segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (11), o petista teria 46% das intenções de voto.
O presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, aparece em segundo, com 29%. Os outros concorrentes não atingiram dois dígitos:
Os que dizem que irão votar em branco, nulo ou não irão votar somam 6% e os indecisos somam 3%.
A pesquisa Genial/Quaest ouviu 2.000 pessoas com mais de 16 anos entre os dias 5 a 8 de maio. A coleta dos dados foi realizada de modo presencial, e a margem de erro é de dois pontos porcentuais.
As projeções foram registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01603/2022.
A pontuação ainda não é suficiente para uma vitória de Lula no primeiro turno, mas mostra que o petista está cada vez mais próximo desse cenário. Os 46% anotados pelo ex-presidente representam mais que a soma de todos os outros candidatos, com 44%.
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Pela Constituição, um candidato precisa ter maioria absoluta dos votos válidos — que desconsideram brancos e nulos — para vencer um pleito ainda no primeiro turno. Ou seja, a situação mostrada na pesquisa Genial/Quaest mostra um quadro no limiar dessa situação.
No entanto, a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, impede uma afirmação mais categórica nesse sentido — por ora, a realização de um segundo turno ainda é o cenário mais plausível.
O levantamento Genial/Quaest ainda fez simulações em que Ciro Gomes (PDT) desiste do pleito — e, em todas as hipóteses, Lula venceria no primeiro turno:
Nas projeções de segundo turno, se a eleição fosse realizada hoje, Lula venceria Bolsonaro por 54% a 34%. No quesito rejeição, Doria e Bolsonaro lideram, empatados em 59%, seguidos de Ciro Gomes com 55% e Lula com 43%.
Os evangélicos, um dos principais eleitorados de Jair Bolsonaro (PL), mantêm sua intenção de voto no candidato à reeleição, de acordo com a pesquisa. Crescendo nas intenções desde fevereiro, ele subiu 9 pontos, enquanto seu principal adversário, Lula (PT), perdeu quatro no último levantamento.
Se a eleição fosse hoje, Bolsonaro teria 47% dos votos dos evangélicos — outros 30% votariam no ex-presidente. Um dos principais fatores para esse resultado é a pauta do aborto.
Em abril, o petista defendeu a ampliação do direito à interrupção da gravidez e tem sido alvo de críticas entre os evangélicos, apesar da tentativa de aproximação com esse eleitorado.
Bolsonaro, por outro lado, se aproxima cada vez mais do público e voltou a posicionar a pauta de costumes no Congresso Nacional. Este é o primeiro mês desde julho de 2021 que os evangélicos avaliam o governo de forma mais positiva (36%) que negativa (32%), segundo a Quaest.
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