O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Petróleo encerra o dia em queda mesmo com temores de escassez de oferta, enquanto mercados na Europa sobem na esperança de acordo entre russos e ucranianos
O S&P 500 abandonou os ganhos intradiários nesta segunda-feira (14) para fechar o dia em queda. Os investidores lá fora passaram a sessão avaliando a guerra entre Rússia e Ucrânia, enquanto aguardavam ansiosos o início da reunião do Federal Reserve (Fed), que começa amanhã.
Wall Street ficou de olho na guerra entre Rússia e Ucrânia, enquanto os dois países retomavam as negociações. Uma autoridade ucraniana disse que o objetivo do país é garantir um cessar-fogo, além de uma retirada imediata das tropas russas, assim como outras garantias de segurança.
As ações do setor de energia caíram 3% em Nova York, acompanhando uma baixa de mais de 6% dos preços do petróleo.
O barril tanto do WTI como do Brent - a referência global - foram negociados a patamares mais baixos (US$ 99,76 e US$ 103,68, respectivamente, nas mínimas do dia) mesmo com temores de escassez de oferta.
Em Nova York, o Dow Jones ficou estável em 32.944,78 pontos. Enquanto isso, o S&P 500 caiu 0,74%, aos 4.173,06 pontos, e o Nasdaq teve queda de 2,04%, aos 12.581,22 pontos.
Os investidores gringos dividiram a atenção entre a guerra na Ucrânia e a política monetária, já que a reunião do Federal Reserve (Fed) começa amanhã e a decisão deve ser anunciada na quarta-feira (16).
Leia Também
Os dirigentes se reúnem em um cenário no qual a inflação é a maior nos últimos 40 anos nos Estados Unidos e não dá sinais de esfriamento por conta do conflito no leste europeu.
Embora esteja precificada a alta de 0,25 ponto percentual (pp) da taxa de juros - que hoje está perto de zero -, o Fed terá a difícil missão de decidir se mantém o pé no acelerador do aperto monetário ou se será necessário frear para não lançar a economia norte-americana numa recessão.
Ao contrário do que aconteceu com o S&P 500, as principais bolsas da Europa subiram nesta segunda-feira antes de novas negociações entre russos e ucranianos. Eles devem voltar a se encontrar amanhã.
O pan-europeu Stoxx 600 encerrou em alta de 1,2%, com automóveis e bancos saltando mais de 3,2% para liderar os ganhos, enquanto as ações de mineração caíram 2,5%.
A atenção dos investidores europeus seguiu na guerra entre Rússia e Ucrânia após um fim de semana de intensos combates em torno da capital Kiev.
A Rússia também atacou um centro de treinamento militar ucraniano perto da fronteira polonesa no domingo, matando 35 pessoas e ferindo 134.
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas
Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto
Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA
Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%
No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal
Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua