🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

RECALCULANDO A ROTA

5 razões que podem fazer o BC subir ainda mais a taxa de juros – e uma para manter o plano de voo como está

A divulgação da inflação mais alta para o mês de março em 28 anos assustou os investidores e pode fazer com que a Selic termine 2022 bem acima dos 12,75% ao ano prometidos pelo Banco Central

Jasmine Olga
Jasmine Olga
11 de abril de 2022
6:02 - atualizado às 23:48
Montagem de Roberto Campos Neto, como aviador dentro de um avião apoiando sua mão no painel do piloto. Campos Neto é presidente do Banco Central (BC), responsável pela reunião do Copom que define a Selic, a taxa básica de juros da economia | Ibovespa
Montagem de Roberto Campos Neto como aviador dentro de um avião apoiando sua mão no painel do piloto - Imagem: Montagem Andrei Morais / Wikimedia / José Dias/PR

Depois de semanas se ajustando aos sinais de que o Banco Central brasileiro deve encerrar em breve a sua trajetória de alta da Selic, o mercado financeiro brasileiro tomou um bom banho de água fria. Mesmo com a atuação agressiva do BC nos últimos 12 meses, a inflação segue mais forte do que o esperado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com alta expressiva nos preços de combustíveis e no segmento de alimentação no domicílio, o índice de preço ao consumidor amplo (IPCA) avançou 1,62%, bem acima da mediana das expectativas dos analistas de 1,35%.

O indicador de difusão, que mede o percentual de produtos e serviços em crescimento ou queda, foi de 76%. Em outras palavras, o índice captou o que você sente quando vai ao supermercado: o preço de quase tudo está aumentando, e esse é um sinal de descontrole inflacionário.

A reação no mercado financeiro foi imediata. Para muitos economistas, o Copom não conseguirá concretizar o plano desenhado na última reunião e interromper o ajuste da Selic em “apenas” 12,75% ao ano no próximo encontro. Na última sexta-feira (08), a curva de juros teve uma sessão de grande pressão.

Se antes da divulgação do indicador os investidores olhavam para os eventos internacionais com algum distanciamento e desconfiança, isso agora não é mais possível. A crise no leste europeu e a iminente aceleração da alta do juro nos Estados Unidos são ameaças reais. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Depois que o susto com a inflação foi absorvido, conversei com alguns especialistas do mercado sobre o que muda no cenário – Camila Abdelmalack, economista-chefe da Veedha Investimentos; Marcio Schalch, gestor de multimercados da Neo Investimentos; Licinio Neto, gestor da Ajax Investimentos e Gustavo Arruda, do BNP Paribas

Leia Também

Alguns especialistas acreditam que podemos estar perto de ver uma mudança de postura e atuação do Banco Central brasileiro. Mas não na reunião de maio. O BC deve seguir com a alta contratada de 1 ponto percentual no último comunicado e ganhar mais tempo para decidir o que fazer. 

Confira cinco razões que podem levar o BC a elevar ainda mais a Selic e uma que pode manter o plano de voo como está.

1) O cenário mudou (para pior) desde a última reunião do Copom

O primeiro ponto a ser considerado sobre a política monetária atual é que ela foi anunciada muito recentemente e  em meio a uma grande onda de incertezas. O BC fez isso abrindo mão das formas tradicionais de calcular as variáveis macroeconômicas e optou por adotar um cenário alternativo como base.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quando o BC brasileiro sinalizou que poderia encerrar o ciclo de ajuste, no dia 16 de março, a guerra na Ucrânia não havia completado um mês de existência e o Federal Reserve ainda dava sinais vagos sobre o caminho que seguiria para conter a inflação que também preocupa nos Estados Unidos. 

O principal ponto do cenário alternativo adotado pela entidade é o preço do barril de petróleo a US$ 100, mas não é o fator que mais preocupa a economista Carla Argenta. Existem outras questões a serem levadas em conta para manter o panorama imaginado em pé. 

O Relatório Trimestral de Inflação (RTI) mencionou que o BC espera que o Fed termine o ano com uma taxa de juros de 1,75%. O que parece improvável depois dos últimos esclarecimentos do BC americano e os sinais de que o conflito no leste europeu está longe de ter um desfecho positivo, por mais que as últimas semanas tenham envolvido negociações bilaterais. 

De olho na inflação nos Estados Unidos, a ata da última reunião do Federal Reserve deixou claro que a maior parte dos dirigentes defendem o fim das compras de títulos de forma mais abrupta. Eles também querem uma elevação mais rápida dos juros, o que deve levar a taxa acima da casa dos 2% ao ano, longe do cenário-base do BC. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

2) A inflação superou a “margem de segurança” do BC

Para defender o cenário alternativo como base para a tomada de decisões, o Banco Central também fez ajustes nas expectativas de inflação de curto prazo. 

Em vez de acompanhar as projeções colhidas pelo boletim Focus, o BC adotou uma margem de segurança. No Relatório Trimestral de Inflação, ficou indicado que a expectativa para os meses de março, abril e maio era superior ao esperado pelos analistas. Mas não foi o suficiente. 

A surpresa no mês de março também pegou o Banco Central e superou a projeção em mais de 0,60 ponto percentual, deixando um espaço pequeno para os próximos meses.

Carla Argenta, da CM Capital, acredita que mesmo com a revisão da bandeira inflacionária, que deve ser absorvida nos números de abril e maio, a defasagem com relação à realidade pode levar a um reajuste de planos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

3) A doença se espalhou

A alta do IPCA de março trouxe duas surpresas assustadoras para os economistas – o número bruto foi muito superior ao esperado e os detalhes mostram uma grande pressão inflacionária que deve persistir nos próximos meses. 

Quando as expectativas de inflação para 2022 começaram a ser desenhadas, havia o entendimento de que o repasse da alta dos custos para o consumidor final seria limitado pela queda na demanda. Mas não foi isso que aconteceu. 

Após os dois primeiros anos da pandemia, a inflação do setor de serviços passou a ser inevitável. Mesmo com o baixo consumo, o que os economistas esperavam como contenção inflacionária acabou não funcionando. 

Com a renda deteriorada, a procura caiu, mas os profissionais não conseguem mais manter os preços sem ajustes significativos. Um dos exemplos mais preocupantes foi o do setor de educação, que segue pressionando de forma negativa o IPCA mesmo após o período clássico de reajuste de preços. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em outras palavras, diversos grupos e itens seguem pesando negativamente no indicador, mostrando que a inflação tem resistido a se comportar de forma previsível, mostrando uma dinâmica própria de atuação. Então, para conter o avanço da doença, o BC pode se ver obrigado a aumentar a dose do remédio — ou seja, de juros.

4) A bússola do BC está quebrada

O boletim Focus divulgado toda segunda-feira pelo Banco Central serve não só para calibrar a expectativa do mercado para as principais variáveis macroeconômicas, mas também para alimentar os modelos matemáticos do BC que ajudam a traçar o plano de voo ideal para a condução da política monetária do país. 

A divulgação do boletim está sendo impactada pela greve de servidores federais que atinge diversos órgãos, como o Tesouro Nacional e a Comissão de Valores Mobiliários. Ou seja, a bússola do BC está quebrada.

Assim, o represamento dos ajustes na percepção do mercado pode levar a uma surpresa negativa no futuro, sem aviso prévio. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com a adoção de um cenário alternativo como base, o BC assumiu o risco de um possível desencontro de expectativas.

Na visão de alguns analistas, se isso de fato ocorrer, o Copom se verá obrigado a abandonar o caminho escolhido e voltar a centralizar suas decisões no cenário real, já que uma Selic em 12,75% se provará insuficiente para ancorar as expectativas do mercado – e quanto mais perto estamos de 2023, menos tempo a política monetária tem para agir. 

5) O real forte ajuda, mas até quando?

Ao redor do mundo, o que se vê é um grande choque de preços de commodities agrícolas, energéticas e metálicas, mas o Brasil foi parcialmente poupado do impacto dos preços. Isso se deve à valorização de quase 19% do real frente ao dólar no ano, mas muitos especialistas acreditam que o câmbio abaixo de R$ 5 como vemos no momento não é sustentável. 

Para Carla Argenta, da CM Capital, a apreciação vista da moeda brasileira não é nem de longe suficiente para represar eternamente a elevação dos preços. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com eleições no radar e o cenário internacional incerto, não dá para contar com uma blindagem eterna dos preços. Embora ainda existam pressões que podem fortalecer o real no curto prazo, o mercado segue precificando um encerramento de 2022 na casa dos R$ 5.

Muita calma nessa hora

Embora a leitura de que o IPCA de março trouxe uma surpresa desagradável seja unânime, nem todo mundo aposta que o Banco Central irá correr para mudar a postura adotada na condução da política monetária que foi anunciada recentemente.

Para Camila Abdelmalack, economista-chefe da Veedha Investimentos, o BC adotou um compromisso ao alterar a comunicação na última reunião.

A autoridade monetária reforçou o posicionamento em dois documentos relevantes e de grande importância: a ata do encontro do Copom e o Relatório Trimestral de Inflação (RTI). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para a economista, o mais provável é que o comunicado da próxima reunião traga observações sobre a  inflação corrente em patamar mais elevado. Por outro lado, o BC também deve destacar a descompressão que a retirada da bandeira de escassez hídrica pode ter nos indicadores de abril e maio. 

Além disso, Abdelmalack não vê uma revisão agressiva nas expectativas do mercado para o IPCA de 2022 e 2023, mesmo com a surpresa recente.

Esse ponto é reforçado por Gustavo Arruda, chefe de pesquisa econômica para América Latina do BNP Paribas, que diz que a surpresa de março apenas reforça a projeção para o ano. 

Mario Schalch, gestor de multimercados da Neo Investimentos, aponta que apenas os dados de inflação de março não deveriam ser suficientes para uma mudança imediata. Até a próxima reunião do Copom, também serão conhecidos os dados de inflação preliminares (IPCA-15) de abril.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Embora parte do mercado tenha passado a precificar uma Selic terminal acima dos 12,75% ao ano, Schalch acredita que o BC tem condições de assumir o risco de esperar para ver o efeito da sua atuação do último ano na economia real, já que não existem dúvidas sobre o comprometimento da instituição com a meta de inflação. 

Outro ponto importante é que o petróleo, uma das variáveis descritas no novo cenário-base para tomada de decisões, tem se mantido dentro dos patamares esperados. Isso abre uma margem de manobra para que o BC ganhe tempo, ainda que uma pausa temporária no aperto monetário não fique tão bem no currículo. 

“Mesmo se parar agora, estamos falando de bastante juros. Estamos falando de um ajuste fino de política monetária. O mercado vai conseguir conviver bem com isso”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
COMÉRCIO INTERNACIONAL

Maior área de livre-comércio do mundo: entenda em 13 pontos o acordo entre Mercosul e União Europeia

10 de janeiro de 2026 - 12:35

Após décadas de negociação, acordo Mercosul–UE é destrinchado em 13 pontos-chave que detalham cortes de tarifas, regras ambientais, cotas agrícolas e os próximos passos até a entrada em vigor

ILHADA

Capital com o metro quadrado mais caro do Brasil não é São Paulo nem Rio de Janeiro

10 de janeiro de 2026 - 11:00

Dados do FipeZap mostram que Vitória lidera entre as capitais em preço médio de venda; história, geografia limitada e qualidade de vida ajudam a explicar o fenômeno  

NOVOS MERCADOS

Maior concorrência e oportunidade de exportação: os possíveis impactos do acordo Mercosul–UE para PMEs brasileiras

9 de janeiro de 2026 - 16:47

Pequenas e médias empresas ganham acesso ao mercado europeu, mas também precisarão lidar com maior concorrência em solo nacional

SEM MULTAS

Começa a valer hoje a renovação automática da CNH para bons motoristas; veja como funciona

9 de janeiro de 2026 - 15:54

Medida assinada pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, dispensa exames, taxas e ida ao Detran para condutores sem infrações

INFLAÇÃO E JUROS

IPCA de dezembro deixa gosto amargo na boca: corte da Selic em janeiro sai da prateleira e março finca lugar na mesa 

9 de janeiro de 2026 - 13:10

Apesar de o índice ter fechado o ano dentro do intervalo de tolerância da meta do Banco Central, bancos e corretoras descartam o relaxamento dos juros agora; saiba o que esperar da inflação em 2026

DE OLHO NO CONTRIBUINTE

Lula sanciona Lei do Devedor Contumaz, mas barra cinco pontos do texto; veja o que mudou

9 de janeiro de 2026 - 11:39

As empresas que forem classificadas como devedoras contumazes estarão sujeitas a uma série de penalizações

A RENDA FIXA É POP

Busca por isenção de IR drenou recursos dos fundos de ações e multimercados em 2025, apesar dos seus bons retornos

9 de janeiro de 2026 - 7:37

Fundos de maior risco continuaram a sofrer resgates, enquanto os fundos de crédito privado, muitos dos quais incentivados, foram as grandes estrelas de captação do ano

MÁQUINA DE MILIONÁRIOS

Lotofácil 3582 brilha sozinha e faz 2 novos milionários; Mega-Sena e outras loterias acumulam

9 de janeiro de 2026 - 7:14

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na faixa principal na quinta-feira. Os dois sortudos são da região Sudeste.

PRESSÃO DIGITAL

Caso Master: avalanche de críticas ao Banco Central entra na mira da PF e levanta suspeita de pressão coordenada

8 de janeiro de 2026 - 17:06

Pico de publicações e abordagem a criadores de conteúdo levantam alertas sobre pressão digital após a liquidação do Banco Master

PRESTAÇÕES REDUZIDAS

Pequenas empresas podem parcelar dívidas com desconto e condições facilitadas até 30 de janeiro; veja como

8 de janeiro de 2026 - 15:01

Negociação com PGFN permite parcelar débitos inscritos na dívida ativa da União com descontos conforme a capacidade financeira do empreendedor

CASO MASTER

Quase 75% dos empréstimos consignados do Banco Master agora estão na mira do INSS

8 de janeiro de 2026 - 12:47

Segundo informações do Estadão, um processo administrativo do INSS aponta para um padrão de irregularidades na expansão da carteira de crédito do banco de Daniel Vorcaro

PÉ NA ESTRADA

Portugal passa a aceitar a CNH brasileira; veja quais outros países aceitam o documento

8 de janeiro de 2026 - 12:37

Decreto assinado pelo presidente português coloca o país no grupo restrito que aceita a CNH do Brasil sem exigência de permissão internacional

ALTOS E BAIXOS

Brasil tem segunda maior saída de dólares da história em 2025, mas real se valoriza

8 de janeiro de 2026 - 12:07

Fluxo cambial negativo atinge US$ 33,3 bilhões, segundo BC

BOA PARA MORAR?

Ponto de virada da cidade com metro quadrado mais caro do interior de São Paulo veio do céu (literalmente)

8 de janeiro de 2026 - 11:38

Pesquisa FipeZap mostra que o metro quadrado dos imóveis em São José dos Campos teve valorização de 9,6% mais em um ano

NO REBOTE

Lotomania aproveita bola dividida na Lotofácil e paga maior prêmio da quarta-feira nas loterias da Caixa

8 de janeiro de 2026 - 7:24

Lotofácil deixou dois apostadores quase milionários, mas não foi páreo para o prêmio principal da Lotomania. Na +Milionária, uma bola na trave impressionante impediu que ela saísse pela terceira vez na história.

MERCADO DE CAPITAIS

CVM sob um novo-velho comando: quem é Otto Lobo, indicado do governo Lula para a presidência da xerife do mercado de capitais

7 de janeiro de 2026 - 19:13

Atual presidente interino associado a decisão polêmica sobre a Ambipar é indicado para liderar a autarquia em meio ao aniversário de 50 anos da instituição

ENTENDA A NOVA LEI

Tributação sobre lucros e dividendos: o que a nova lei muda para empresas do Simples Nacional

7 de janeiro de 2026 - 18:30

Especialistas apontam conflito com a Lei Complementar nº 123/2006, que garante tratamento diferenciado ao regime simplificado

MENINO NEY

O que você faria com R$ 300 milhões? Neymar comprou uma coleção de veículos na ‘estética Batman’

7 de janeiro de 2026 - 16:16

Jatinho avaliado em R$ 250 milhões, helicóptero usado em deslocamentos ao CT e um Batmóvel de R$ 8 milhões compõem a coleção exibida pelo craque

DE NOVO 

Fake news sobre taxação do Pix acima de R$ 5 mil volta a circular; entenda o que diz a Receita Federal

7 de janeiro de 2026 - 15:44

Órgão nega imposto, multa e qualquer cobrança sobre movimentações financeiras, inclusive via PIX, e reforça isenção maior do IR a partir de 2026 

GOLAÇO!

Quina aproveita bolas divididas na Lotofácil e na Dia de Sorte e faz único milionário das loterias da Caixa na terça-feira

7 de janeiro de 2026 - 7:43

Quina foi a única loteria da Caixa a pagar um valor milionário ontem, mas os prêmios de consolação da Mega-Sena, da Timemania, da Lotofácil e da Dia de Sorte deixam pouca margem para reclamação

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar