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Bia Azevedo

Bia Azevedo

Jornalista pela Universidade de São Paulo (USP). Em 2025, esteve entre os 50 jornalistas mais admirados da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já trabalhou como coordenadora e editora de conteúdo das redes sociais do Seu Dinheiro e Money Times. Além disso, é pós-graduada em Comunicação digital e Business intelligence pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

PÍLULAS DO MERCADO

Dólar abaixo dos R$ 5 é ‘fichinha’ perto da queda do euro? Moeda europeia está caindo com força total e analistas revelam se é hora de investir; descubra

Enquanto os holofotes destacam a queda do dólar, o euro está caindo com força nos bastidores com a inflação firme e forte no mundo todo

Bia Azevedo
Bia Azevedo
1 de junho de 2022
13:03 - atualizado às 13:34
Euro e dólar
Imagem: Shutterstock

Enquanto os holofotes do mercado estavam virados para o dólar em queda, o euro estava se desvalorizando com força total nos bastidores. Em maio, a moeda chegou a atingir a menor cotação em mais de 5 anos. 

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Assim, especialistas já começam a enxergar a paridade entre as moedas pela primeira vez em 20 anos. Olhando os números, isso não parece uma realidade distante: em 13 de maio deste ano a moeda europeia chegou a valer US$ 1,0385, na mínima desde dezembro de 2016, quando atingiu US$ 1,0364. A queda em relação ao dólar é de 18%. 

Em relação ao real, a queda do euro já é de quase 25%, enquanto o dólar teve perdas na casa dos 20%. Com isso, fica uma pergunta: está na hora de comprar euro? 

Em uma publicação feita no Instagram do Seu Dinheiro revelamos a resposta. Veja a seguir e aproveite para nos seguir por lá (basta clicar aqui) e receber diariamente insights de investimentos, análises de mercado e até dicas para conquistar o sucesso profissional.

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A lista de culpados pela queda do euro

A inflação está à solta no mundo todo e a guerra na Ucrânia  é um dos motores que está ajudando a turbinar a alta dos preços. Na União Europeia, a inflação atingiu 7,4% em abril e está bem distante da meta de 2% estabelecida pelo Banco Central Europeu, que ainda não subiu os juros por temer uma recessão. 

Já nos EUA, o Federal Reserve subiu os juros em 0,75 p.p, o que valorizou a renda fixa americana e atraiu capital para o país, fortalecendo o dólar. “O enfraquecimento dos principais parceiros comerciais da Europa reduziu a demanda por euro para se fazer negócios”, explica o analista da Empiricus, João Piccioni. 

Aliás, a alta dos juros na terra do Tio Sam foi o principal responsável pelo banho de sangue que vem afetando as criptomoedas nos últimos tempos. Para você ter uma ideia, o Bitcoin acumula queda de quase 54% desde o pico histórico, enquanto o Ethereum já cai cerca de 60% desde as máximas. 

Também em uma publicação em nossa página do Instagram (cliquei aqui para nos seguir por lá e receber análises de mercado diárias), nós detalhamos os outros motivos por trás das quedas violentas e revelamos se é hora de ‘comprar barato’. Veja abaixo: 

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Veja também - É o fim das criptomoedas? Descubra a resposta abaixo: 

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