O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Solana (SOL), Polygon (MATIC) e Cosmos (ATOM), três criptomoedas de infraestrutura ou Layer 2 (L2) que podem superar o ethereum nos problemas das blockchains
A segunda maior criptomoeda do mundo pode enfrentar alguns concorrentes de peso pela frente num futuro próximo. As ethereum killers — como são conhecidas moedas que vieram para substituir o ethereum (ETH) — ganharam espaço mesmo após a grande atualização The Merge.
Estamos falando de Solana (SOL), Polygon (MATIC) e Cosmos (ATOM), três criptomoedas de infraestrutura ou Layer 2 (L2) que podem ganhar do ethereum principalmente nos problemas que envolvem o grande trilema das blockchains.
Dando alguns passos para trás, o chamado trilema das blockchains é o grande desafio que qualquer rede enfrenta. Das três características, apenas duas conseguem ser executadas com maestria em detrimento da terceira. São elas: escalabilidade (ou crescimento), descentralização e velocidade.
Cada uma das criptomoedas citadas, portanto, consegue avançar em um desses segmentos e superar o desempenho do ethereum em alguns pontos.
“Imagine que você está construindo as habilidades de um personagem no RPG. Quando aumenta uma, outra diminui”, explica Paulo Camargo, analista de criptomoedas da Empiricus.
Entrando mais especificamente no que cada uma dessas criptomoedas faz, primeiro a mais conhecida delas. A solana se vende como uma blockchain mais rápida do que o ethereum.
Leia Também
E é verdade: a rede SOL é a que consegue processar o maior número de transações por segundo (TPS) entre as criptomoedas. Em alguns momentos, dependendo do tamanho do bloco, quantidade de validadores ativos e número de informações, a solana pode processar até mais do que a rede da Visa, maior bandeira de cartões do mundo.
“A Visa diz transacionar 24 mil TPS. De cabeça, o ethereum processa algumas dezenas de TPS. Na solana, ela busca chegar ao mesmo patamar da Visa, mas existem muitos gargalos pelo caminho”, explica Vinícius Bazan, chefe de research de criptomoedas da Empiricus.
Os “gargalos” são os problemas da blockchain da solana. Neste ano, a rede já saiu do ar oito vezes, enquanto outras criptomoedas apenas enfrentam problemas de lentidão.
Tanto Bazan quanto Paulo participaram do último Cryptostorm, o podcast da Empiricus sobre o universo das criptomoedas. Dê o play e confira:
No mesmo programa, os analistas falam sobre Polygon e Cosmos, que apresentam bons projetos mas são menos conhecidos, são outras moedas com fortes chances de competir com o ethereum.
A MATIC surgiu com a proposta de dar escalabilidade do ethereum — conhecida como sidechain, em termos técnicos. Ela já nasceu com o modelo de proof-of-stake (prova de participação), com taxas de rede baixas e com grandes projetos de games.
Além disso, a Polygon já nasceu com compatibilidade com a rede ethereum, o chamado EVM (ethereum virtual machine, em inglês). Dessa forma, o desenvolvedor pode criar projetos na rede MATIC e migrá-los para o ethereum sem problemas.
“Transacionar entre blockchains pode ser uma tarefa complicada, então essa facilidade da Polygon é realmente um ponto muito positivo”, afirma Bazan. Veja a conversa completa aqui:
Por fim, a Cosmos pode ser um nome que os investidores conhecem pouco. Entretanto, é possível que o usuário já tenha interagido com essa rede sem saber.
A Cosmos traz o conceito de multi chains: várias blockchains de aplicações específicas mas que se comunicam através do token ATOM. Mais especificamente, essa rede faz parte de uma nova safra de projetos focados em comunicação entre blockchains — ou Inter Blockchain Communication (IBC).
A vantagem dessa criptomoeda é que ela não é afetada pelos problemas de outras redes. Por exemplo: durante a crise da Terra (LUNA), que fazia parte do ecossistema da Cosmos, tanto a blockchain quanto outras redes não foram diretamente afetadas pelo derretimento do protocolo.
Ouça o podcast Crypotostorm completo aqui:
Até aqui, os projetos Solana (SOL), Polygon (MATIC) e Cosmos (ATOM) são protocolos mais bem estabelecidos no mercado e com menos chances de desaparecerem do dia para noite — apesar desse risco sempre existir em alguma medida.
Porém, as redes Arbitrum e Aptos são dois projetos que ainda não tem token — ou seja, não é possível comprar parte dos protocolos ainda. Mas o usuário pode garantir sua parcela de criptomoedas por meio do airdrop desses protocolos — literalmente um IPO gratuito de projetos.
Você pode entender mais sobre essas moedas promissoras no episódio 128 do Cryptostorm:
Gabriel Bearlz, da Mercurius Crypto, e Valter Rebelo, da Empiricus, falam sobre o que está por trás do tombo histórico do BTC
Exchange sul-coreana atribui erro a funcionário e promete reembolsar clientes que venderam seus bitcoins (BTC) durante onda de pânico.
Criptomoedas reagem ao melhor humor nos EUA, mas seguem pressionadas por juros altos e cenário geopolítico
CEO da 2TM diz que janela internacional é oportunidade, enquanto empresa segue captando recursos no mercado privado
A cada queda mais intensa do preço do Bitcoin (BTC), surgem novos “profetas” anunciando o fim da criptomoeda. Desta vez, foi Michael Burry quem falou em uma possível “espiral da morte”.
Plataforma criada para interações entre inteligências artificiais já reúne milhões de agentes, criou religião própria e lança criptomoedas
Com o Fear & Greed Index em “medo extremo”, especialistas projetam oscilações entre US$ 70 mil e US$ 80 mil no curto prazo
Tempestade de inverno pressiona redes elétricas americanas e leva mineradores a reduzirem o consumo de eletricidade
Um trio de especialistas participa do evento Onde Investir, do Seu Dinheiro, e aponta as tendências, os riscos (incluindo as eleições) e as melhores estratégias para obter bons retornos com ativos digitais na primeira metade do ano
Em relatório, o MB lista suas teses para o mercado de criptomoedas neste ano, o que inclui o avanço da tokenização de ativos e dos ETFs
Relatório mostra 200 incidentes no ano, envolvendo perdas de US$ 2,935 bilhões; ecossistema Ethereum é o mais afetado
Uma falha na versão 2.68 da extensão da Trust Wallet para Google Chrome resultou em perdas milionárias; empresa promete ressarcimento e recomenda atualização para a versão 2.69
Enquanto uns brilharam, outros comeram poeira em meio à volatilidade que marcou o ano — o ativo digital que mais perdeu no período caiu quase 90%; saiba para onde olhar em 2026
A maior empresa de tesouraria de bitcoin do mundo informou que adicionou mais de 10 mil BTC ao seu caixa, investindo US$ 980 milhões em plena fase de baixa do mercado
A 21shares espera um movimento de preços menos volátil e correções mais moderadas, com a adoção institucional reduzindo oscilações extremas
Duas moedas físicas criadas em 2011 e 2012, quando o bitcoin valia centavos, reaparecem e somam R$ 975 milhões
Com a recente forte correção do bitcoin, analistas voltam a prever o fim da criptomoeda — e o contador de “mortes” já chega a 450
Mercado global de criptomoedas perdeu cerca de US$ 1 trilhão desde o pico de preços nos últimos dias
Queda expressiva do Bitcoin derrubou o desempenho da competição da Synthetix, onde quase 90% dos participantes terminaram no prejuízo
Dado forte nos EUA reduziu apostas de corte de juros, elevou a aversão ao risco e pressionou a criptomoeda