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Inflação, juros, recessão, guerra… Confira como o cenário macroeconômico influenciará os mercados no segundo semestre e saiba o que esperar dos investimentos
O primeiro trimestre de 2022 ficou para trás — mas a percepção de risco segue deixando um gosto amargo na boca dos investidores.
Inflação em alta no mundo, juros cada vez mais elevados, risco de recessão econômica global, guerra na Ucrânia, barril de petróleo acima de US$ 100; a lista de problemas ainda vai longe.
E, nesse cenário cheio de incertezas, os ativos de risco passaram por maus bocados: bolsas — no Brasil e no exterior — e criptomoedas ficaram no vermelho. Por outro lado, a renda fixa brilhou, pegando carona na alta dos juros.
Mas, como águas passadas não movem moinhos… o que podemos esperar daqui para frente? O que vai mexer com as suas aplicações nos próximos seis meses?
Sabendo que essa é uma dúvida crucial para os investidores, o Seu Dinheiro preparou um conteúdo especial para você: um guia com as expectativas para as diversas classes de ativos.
Afinal, todas essas variáveis continuam influenciando o dia a dia dos mercados. E, por aqui, ainda há um fator extra de tensão: as eleições presidenciais.
Leia Também
Nos próximos dias, o SD levará ao ar uma série de textos especiais, cada uma discutindo em detalhes as tendências para os ativos domésticos. Bolsa, renda, fixa, criptos, FIIs, BDRs e câmbio — vamos passar por tudo.
Nesta segunda, a matéria especial é sobre o cenário macroeconômico que permeia os mercados nos próximos meses.
A repórter Flavia Alemi conversou com Luiz Fernando Figueiredo, ex-diretor do BC e CEO da Mauá Capital — e o especialista falou mais sobre suas expectativas para o segundo semestre.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
SEGREDOS DA BOLSA
Sem Nova York hoje, bolsas sentem falta de liquidez antes de dados de emprego nos EUA; Ibovespa acompanha furo do teto de gastos. Ainda nesta semana, o IBGE divulga os dados de produção industrial de maio e inflação de junho.
NO CÉU
Cielo dá volta por cima: CIEL3 tem a maior alta do Ibovespa no primeiro semestre. Turnaround da empresa de maquininhas agrada, enquanto concorrência passa a sofrer em ambiente de juros em alta.
NO INFERNO
Magazine Luiza (MGLU3) registrou o pior desempenho do Ibovespa no primeiro semestre de 2022. Além do Magalu, que acumula queda de quase 70% no ano, outras varejistas e techs também sofreram no período.
CASOU!
Enfim, sós! Localiza (RENT3) e Unidas (LCAM3) consumam combinação de negócios. Hoje (04) começam a ser negociadas as ações da Localiza que serão emitidas aos acionistas da Unidas.
VAI TER QUE PAGAR!
Um acordo de milhões: Petrobras (PETR4) se entende com a ANP sobre royalties da operação de xisto no Paraná. Segundo a estatal, o acordo envolve o pagamento de R$ 601 milhões pela companhia, montante já provisionado nas demonstrações financeiras.
PROTEÇÃO
Qual título público comprar no Tesouro Direto? Santander recomenda papel indexado à inflação para o mês de julho. Indicação do banco visa proteção contra a alta de preços e possibilidade de valorização. Conheça os detalhes do ativo.
SEM IMPOSTO DE RENDA!
Os CDBs isentos de IR: LCI e LCA podem render mais que a poupança e não dão trabalho com o Leão. Entenda o que é e como funcionam os investimentos de renda fixa de baixo risco com rentabilidade isenta de imposto de renda.
ROTA DO BILHÃO
Warren Buffett: Como o megainvestidor acumulou uma fortuna de US$ 95 bilhões e se tornou o sexto homem mais rico do mundo. Com o primeiro investimento feito aos 11 anos, o CEO da Berkshire Hathaway fez riqueza com alocações de longo prazo e baixo risco.
Uma boa semana para você!
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O estrangeiro está cada vez mais sedento pelos ativos brasileiros, e o fluxo que tanto atrapalhou o Ibovespa no passado pode finalmente se tornar uma fonte propulsora
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A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
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