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No exterior, dados de inflação nos Estados Unidos vieram melhores do que o esperado. A queda do petróleo também ajudou as bolsas americanas
Uma das táticas mais tradicionais na hora de tomar uma decisão é sempre a boa e velha lista de prós e contras. De um lado, tudo o que você pode ganhar, do outro, tudo o que você pode perder.
De forma simplificada, podemos dizer que o processo de decisão de política monetária é um nível mais avançado da brincadeira. Para combater a inflação, a elevação da taxa de juros pode ajudar, mas se o cenário econômico também estiver prejudicado, a dose do remédio pode acabar trazendo danos colaterais indesejados.
Amanhã, o Federal Reserve, banco central americano, deve iniciar a sua jornada de normalização da taxa básica de juros. Já o BC brasileiro, deve reduzir o ritmo de alta da Selic, com a elevação de apenas um ponto percentual. Tudo isso em meio à crescente onda de impactos econômicos causados pela guerra na Ucrânia.
Nas últimas semanas, vimos o preço do petróleo decolar com o conflito, pressionando a inflação em todo o mundo. Mas hoje, na véspera da decisão, o comportamento das commodities aliviou a pressão.
Na China, cidades inteiras voltaram ao isolamento social para conter surtos de covid-19 e a queda da demanda pode ajudar o petróleo a lidar com a restrição de oferta vinda da Rússia.
Se, por um lado, commodity em queda é uma boa notícia do ponto de vista inflacionário, por outro, significa que uma bolsa fortemente concentrada em empresas produtoras e exportadoras desses ativos sente o baque com força – como é o caso do Brasil.
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Com o petróleo caindo mais de 6% e o minério de ferro recuando 7%, o Ibovespa ficou longe do apetite por risco visto no exterior. O principal índice da bolsa brasileira recuou 0,88%, aos 108.959 pontos. O dólar à vista avançou 0,76%, a R$ 5,1591.
No mercado de juros, a aposta por uma alta maior do que um ponto percentual por parte do BC brasileiro amanhã perdeu ímpeto.
No exterior, dados de inflação ao produtor nos Estados Unidos mostraram números melhores do que o esperado. A queda do petróleo também ajudou as bolsas americanas a ganharem um fôlego extra antes da tão aguardada decisão de política monetária do Federal Reserve amanhã. O Dow Jones subiu 1,82%, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq avançaram mais de 2%.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta terça-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
CONHEÇA SUA CRIPTO
Destoando do bitcoin (BTC), criptomoeda The Graph (GRT) dispara 18% e acumula alta de 23% em sete dias; vale a pena investir? O mundo da Web 3.0 será dominado por dados, o que pode dar um papel de destaque para GRT com o avanço da nova geração da internet.
E AGORA, MAGALU?
Magazine Luiza (MGLU3) chega a cair quase 10% após balanço fraco do 4º tri. O que aconteceu com a queridinha da bolsa? Os analistas apontam que não existem gatilhos no curto prazo que possam fazer com que haja uma recuperação significativa.
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FUSÃO NO RADAR?
Com queda de 50% desde o IPO, WDC Networks (LVTC3) pode ser alvo de aquisição da Intelbras (INTB3), diz gestor. A LVTC3 tem um mau desempenho na bolsa, apesar do bom momento operacional e financeiro. E, considerando as similaridades entre os negócios, a INTB3 poderia se interessar numa eventual aquisição, segundo avaliação da Norte Asset.
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ADEUS, VOLANTES
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