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Com um peso de mais de 10% do Ibovespa, a Petrobras viu os seus problemas internos ganharem um novo capítulo de turbulência
O clima no leste europeu segue se deteriorando e o conflito entre Ucrânia e Rússia se prolonga, mas ainda assim os mercados internacionais encontraram formas de fechar a segunda-feira (04) com ganhos — uma tendência que não foi acompanhada pelo Ibovespa.
Por aqui, o principal índice da bolsa brasileira caiu 0,24%, aos 121.179 pontos, ainda que o dólar à vista tenha continuado o movimento das últimas semanas. Acompanhando também a queda observada no mercado de juros, a moeda americana recuou 1,27%, a R$ 4,6081.
Os Estados Unidos e os países da União Europeia voltaram a subir o tom contra o prolongamento da crise em território ucraniano. Além da ameaça de novas sanções, surgiram pedidos para que Vladimir Putin, presidente da Rússia, seja julgado por crimes de guerra após a acusação de que os militares russos estão deliberadamente atacando alvos civis.
O alívio visto no petróleo na semana passada, quando os Estados Unidos anunciaram a liberação de suas reservas energéticas, teve um fim e o Brent encerrou a sessão em alta de 3%. Ao contrário do que vinha acontecendo, hoje o avanço da commodity não foi suficiente para evitar a queda do Ibovespa.
Com um peso significativo de mais de 10% do principal índice da bolsa, a Petrobras (PETR4) viu os seus problemas internos ganharem um novo capítulo de turbulência. Após a derrota do Flamengo na final do campeonato carioca, Rodolfo Landim abriu mão da indicação feita pela União para a presidência do Conselho de Administração da estatal.
Ao longo desta tarde, diversos veículos de imprensa noticiaram que Adriano Pires, escolhido para comandar a companhia, também desistiu do cargo. Neste caso, uma questão de conflito de interesses poderia barrar a indicação na assembleia de acionistas.
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A saída de Pires ainda não foi confirmada por fontes oficiais, mas a movimentação deixa o futuro da Petrobras nebuloso, já que não se sabe ao certo se o próximo indicado também manterá o seu compromisso com a política de preços da companhia — e o mercado não costuma reagir positivamente às incertezas.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta segunda-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
VEM SURPRESA POR AÍ?
Dividendos: Petrobras (PETR4) pode pagar até US$ 10 bi em proventos adicionais no primeiro trimestre, diz Goldman Sachs. O endividamento mais baixo da estatal, somado ao fluxo de caixa turbinado pelo petróleo caro, são as chaves para o pagamento polpudo.
ROTAÇÃO NO ÓLEO E GÁS
PetroRio é alternativa à Petrobras (PETR4)? Bank of America diz se é hora de comprar ações PRIO3. Disparada dos preços do petróleo com a guerra entre Rússia e Ucrânia, aquisições e aumento da produção estão no cenário das petroleiras brasileiras.
DUELO
Ação do BTG (BPAC11) pode ter desempenho melhor que XP no curto prazo, diz UBS. Banco elevou preço-alvo de BPAC11, mas manteve recomendação neutra devido a cenário desafiador.
CRESCENDO
Totvs (TOTS3) sobe com anúncio de aquisição milionária; papel já avançou 30% no ano. Empresa aproveita montante importante de recursos obtido com a oferta de ações feita em 2021 para aquisições e melhorar seu portfólio de serviços.
EXILE ON WALL STREET
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