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O desalinhamento entre a remuneração aos executivos das empresas e a performance das ações é um risco a ser evitado; entenda
A matéria especial de hoje do Seu Dinheiro exigia uma fábula. Li e reli Esopo, o pai de todas as grandes fábulas, mas nenhuma história em especial parecia se encaixar.
Resolvi então inventar eu mesmo minha própria fábula, o que talvez até renda posteriormente outra fábula com a pretensão como moral da história. Mas cada coisa a seu tempo.
Era uma vez um falcão e uma abelha-rainha.
O falcão sobrevoava Manhattan de olhos na realização de voos cada vez mais altos. Já a abelha-rainha, depois do voo nupcial, levou seus súditos para iniciar uma colmeia em Wall Street.
Os dois tinham objetivos similares: encontrar investidores para suas empreitadas e ficarem ricos no caminho. Entretanto, eles enxergavam a geração de riqueza de maneiras diferentes. E isso resultou em planos de remuneração aos acionistas muito distintos entre si.
Um deles queria enriquecer a qualquer custo, mesmo que em algum momento isso não fosse o melhor para seus investidores. O outro, por sua vez, achava interessante ver seus acionistas enriquecerem juntos.
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Moral da história? Enquanto o falcão agora enfrenta a desconfiança de quem entregou a ele seu rico dinheirinho, a abelha-rainha segue gerando renda para toda a colmeia — e também para quem confiou na realização de um objetivo comum.
São esses dois exemplos que você vai encontrar na coluna de hoje do Richard Camargo. Ele fala sobre os planos de remuneração aos executivos do PayPal e da Copart e explica por que o desalinhamento entre a remuneração dos executivos e a performance das ações é um risco a ser evitado.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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