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Em Nova York, os três principais índices fecharam em alta firme, mas foi insuficiente para a bolsa brasileira. Com as preocupações chinesas pesando sobre as commodities
Na maior parte dos dias normais, os temores com a inflação persistente, elevação de juros e risco de recessão nas principais economias do mundo são suficientes para minar todo e qualquer apetite por risco da bolsa. Mas hoje não foi um dia normal.
Depois de alguns blefes e muitos rumores, o Twitter confirmou que Elon Musk comprou a rede social por cerca de US$ 44 bilhões. Assim como ocorreu quando o bilionário anunciou ter adquirido uma fatia de 9%, as ações da companhia dispararam em Wall Street, revertendo o cenário caótico observado no começo do dia.
Durante a madrugada, a bolsa de Xangai caiu mais de 5% com temores de uma desaceleração violenta da economia. Tudo levava a crer que os mercados ocidentais reagiriam de forma semelhante aos últimos números da China e ao reflexo da desaceleração de uma potência econômica no atual cenário global.
As primeiras horas do dia foram de perdas expressivas para os mercados, com Europa, Estados Unidos e Brasil operando no negativo — no pior momento, o principal índice brasileiro chegou a perder o patamar dos 110 mil pontos e o dólar avançou cerca de 3% contra o real.
A venda do Twitter pode ter sido a fagulha que incendiou Wall Street tão rápido quanto um dos foguetes de Musk, mas os investidores também possuem outros elementos na cabeça. Nos próximos dias, pesos-pesados do setor de tecnologia irão divulgar os seus resultados trimestrais — e o mercado está animado com o que deve vir por aí.
Em Nova York, os três principais índices fecharam em alta firme, mas foi insuficiente para a bolsa brasileira. Com as preocupações chinesas pesando sobre as commodities, o Ibovespa fechou a sessão em queda de 0,35%, aos 110.684 pontos. O dólar à vista também fechou longe das máximas, mas ainda assim acumulou uma alta de 1,29%, a R$ 4,8755.
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A partir de agora, a bolsa brasileira deve se debruçar sobre os números da temporada de balanço do primeiro trimestre, mas enquanto as novidades ainda são escassas, o bom humor internacional aliviou a dor de cabeça. A recuperação vista na etapa final de negociação só não foi maior porque a Vale e o setor de siderurgia repercutiram de forma negativa a queda de 10% do minério de ferro.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta segunda-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
REIS DOS PROVENTOS
Quer retorno de 1% ao mês isento de imposto de renda? Confira os 36 fundos imobiliários campeões de dividendos em abril. O topo da lista foi novamente dominado pelos FIIs de papel, que investem em títulos de renda fixa atrelados ao setor imobiliário.
MAIS TEMPO
Receita prorroga data de entrega da declaração anual do MEI para o fim de junho. Antes, o prazo terminaria em 31 de maio, junto com o período de entrega da declaração de imposto de renda pessoa física.
NO VERMELHO
IRB Brasil (IRBR3) volta a registrar prejuízo em fevereiro; ações reagem em queda na B3. Apesar da perda, o grupo de resseguros acumula um lucro líquido de R$ 63,2 milhões no primeiro bimestre de 2022, alta de cerca de 62% na comparação anual.
A SAGA DA PRIVATIZAÇÃO
Novo capítulo da privatização da Eletrobras: empregados de Furnas entram com ação civil contra a capitalização da estatal. Movimentação da Asef pode atrapalhar ainda mais o calendário da desestatização da companhia.
ELEIÇÕES 2022
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EXILE ON WALL STREET
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