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Se nos primeiros meses do ano o cenário político foi mero figurante nas discussões do mercado financeiro, Brasília agora é protagonista absoluta e não houve um dia nas últimas semanas que os investidores locais tenham conseguido desviar dos acontecimentos na capital federal.
A crise na Petrobras (PETR4), que ainda aguarda um desfecho, é apenas um dos focos de incêndio. A proximidade das eleições traz também a tentativa do governo de aprovar um “pacote de bondades” com grande impacto nas contas públicas — que ainda tentam se recuperar do baque do coronavírus.
No momento, discute-se um aumento do pagamento do Auxílio Brasil de R$ 400 para R$ 600, uma ampliação do vale-gás, uma ajuda de custo de até R$ 1 mil para os caminhoneiros e até mesmo um decreto de calamidade pública.
Em Wall Street, os investidores receberam dados mais fracos do que o esperado da economia americana como um sinal de que o Federal Reserve terá que ser cauteloso se realmente quiser evitar uma recessão. O Nasdaq subiu 1,62%, o S&P 500 avançou 0,95% e o Dow Jones teve alta de 0,64%.
O Ibovespa, no entanto, tem uma dor de cabeça maior para enfrentar e encerrou o dia em queda de 1,45%, aos 98.080 pontos, mas os setores de varejo e tecnologia se beneficiaram do alívio na curva de juros e foram os principais destaques. Já o dólar à vista encerrou a sessão em alta de 1,02%, a R$ 5,2298.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quinta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
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